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Cruzeiro irá para as Ilhas Canárias após retirar três casos suspeitos de hantavírus
Um cruzeiro ancorado na costa de Cabo Verde partirá para as Ilhas Canárias assim que retirar três casos suspeitos de hantavírus, que serão transportados para os Países Baixos, informou um comunicado da empresa turística holandesa Oceanwide Expeditions nesta terça-feira (5).
"A evacuação médica de duas pessoas que atualmente necessitam de atendimento médico urgente, bem como da pessoa que esteve em contato próximo com o passageiro que faleceu em 2 de maio, será realizada por meio de duas aeronaves especializadas, que estão a caminho de Cabo Verde", declarou a Oceanwide Expeditions.
"De lá, os pacientes serão evacuados para os Países Baixos. No momento, não temos um cronograma exato", acrescentou a empresa, indicando que, assim que essas pessoas estiverem a caminho de seu destino, seu plano é seguir para o arquipélago espanhol das Ilhas Canárias, para o que mantém conversações com as autoridades.
O MV Hondius, que fazia a rota entre Ushuaia, na Argentina, e Cabo Verde, com 88 passageiros e 59 tripulantes de 23 nacionalidades, está em alerta sanitário desde que se suspeitou que o hantavírus, uma doença transmitida por roedores, estivesse por trás da morte de três das pessoas a bordo.
Segundo a representante da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Cabo Verde, Ann Lindstrand, um ambulância levará as três pessoas supostamente infectadas do porto de Praia até um aeroporto próximo, de onde serão evacuadas de avião.
Trata-se de dois pacientes com sintomas de hantavírus e uma pessoa que teve contato próximo com eles, mas sem manifestações clínicas, detalhou.
Ainda que a situação "mude de uma hora para outra", Lindstrand afirmou que, assim que essa "expedição complicada" for concluída, "o navio poderá partir em algum momento da madrugada".
- Sem novos casos sintomáticos -
Segundo a Oceanwide Expeditions, não foram detectados "novos casos sintomáticos" de hantavírus a bordo do navio.
Os passageiros estão confinados em suas cabines para limitar a propagação do hantavírus, que é transmitido aos humanos por roedores selvagens infectados, como camundongos ou ratos, que excretam o vírus pela saliva, urina e fezes.
O navio está desde domingo em frente à costa de Cabo Verde, que lhe negou autorização para atracar.
Jake Rosmarin, um passageiro que relata sua viagem nas redes sociais, contou na segunda-feira no Instagram que "há muita incerteza" a bordo.
O hantavírus foi confirmado pela primeira vez no navio em um britânico que desembarcou em 27 de abril na Ilha de Ascensão, no Atlântico, e foi transferido para Joanesburgo, na África do Sul.
Por enquanto, a OMS confirmou dois casos e há outros cinco suspeitos. A organização acredita que alguns contraíram o vírus "fora do navio" e depois houve transmissão entre pessoas a bordo, declarou a diretora de preparação e prevenção de epidemias e pandemias da OMS, Maria Van Kerkhove.
A transmissão entre pessoas só foi registrada em surtos anteriores de um hantavírus denominado "vírus Andes", que circula na América do Sul.
Van Kerkhove afirmou que a espécie do vírus ainda não foi confirmada, mas ressaltou que a OMS foi informada de que "não há ratos a bordo" do navio.
Pesquisadores sul-africanos estão trabalhando na sequenciação dos dados, disse a diretora. "Nossa hipótese de trabalho é que se trata do vírus Andes", mas para o contágio é necessário que as pessoas estejam realmente muito próximas, detalhou.
"O risco para o público em geral é baixo. Não se trata de um vírus que se espalhe como a gripe ou a covid-19. É muito diferente", explicou.
Nesta terça-feira, uma autoridade de saúde de Ushuaia declarou ser "improvável" que o surto de hantavírus no navio tenha se originado na cidade argentina.
"Para nós é muito improvável. Para suspeitar de uma fonte de contágio local deveríamos ter algum caso de hantavírus na província, e isso não ocorre", disse o diretor de Epidemiologia e Saúde Ambiental da província de Terra do Fogo, Juan Petrina.
- OMS busca mais de 80 passageiros de um voo -
Depois do caso do britânico, a organização confirmou na segunda-feira o contágio de uma holandesa de 69 anos, falecida em 26 de abril.
Ela havia desembarcado na ilha de Santa Helena em 24 de abril com o corpo do marido, de 70 anos, falecido em 11 de abril após "apresentar sintomas de febre, dor de cabeça e diarreia leve".
Sua esposa também apresentava "sintomas gastrointestinais". Em 25 de abril, ela embarcou em um avião com destino a Joanesburgo, onde foi hospitalizada. Morreu no dia seguinte.
As autoridades tentam "localizar os passageiros" do voo Santa Helena–Joanesburgo no qual viajou essa holandesa, acrescentou a OMS.
O casal viajou pela Argentina antes de pegar o navio em 1º de abril.
burs-ag/apo/erl/an/jc/yr/am
T.Ibrahim--SF-PST