-
Vasco chega a acordo com Nottingham Forest para repatriar Cuiabano
-
Libertados 89 cristãos sequestrados após ataque a igrejas na Nigéria
-
Andrea Gaudenzi é reeleito para terceiro mandato como presidente da ATP
-
Rússia e EUA acordam restabelecer contato militar de alto nível
-
Clubes gastaram quase R$ 10 bilhões na janela de transferências de janeiro
-
Fórum de Davos investiga vínculos de seu CEO com Epstein
-
Para Trump, líderes latino-americanos são 'astutos' por mandar 'gente ruim' aos EUA
-
Trump ataca sistema eleitoral antes das eleições legislativas de meio de mandato
-
Favorito às presidenciais da Colômbia sofre revés nas primárias
-
Tempestade Leonardo provoca enchentes e deslocamentos em Portugal e Espanha
-
Irã quer limitar conversas com EUA ao seu programa nuclear
-
Incêndios florestais de grande magnitude são a 'nova normalidade' da Patagônia, diz especialista
-
Venezuela avança com anistia sem perdão a violações de direitos humanos
-
Nova tripulação está pronta para voar à EEI após evacuação médica
-
Starmer descarta renunciar apesar da pressão por caso Mandelson
-
Energia retorna ao leste de Cuba após apagão
-
Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
-
Europa busca autonomia tecnológica frente aos Estados Unidos
-
Cotação do bitcoin registra menor nível desde a reeleição de Trump
-
Manifestantes do Greenpeace protestam contra patrocinador olímpico
-
Brasil, à conquista de Hollywood
-
Aonishiki, lutador de sumô no Japão que fugiu da guerra na Ucrânia
-
Mundo lamenta expiração do último tratado de não proliferação nuclear entre EUA e Rússia
-
Corte de internet vira instrumento de repressão cada vez mais frequente, diz executivo da Proton
-
Governo Trump investiga Nike por suposta discriminação contra pessoas brancas
-
Apresentadora americana pede prova de vida aos sequestradores da mãe
-
Ucrânia, Rússia e EUA prosseguem com negociações de paz nos Emirados Árabes Unidos
-
Leste de Cuba enfrenta apagão
-
Apresentadora americana suplica pela vida de sua mãe aos sequestradores
-
Coroa da imperatriz Eugénie, danificada em roubo no Louvre, será restaurada
-
Expira o último tratado de não proliferação nuclear entre EUA e Rússia
-
Indígenas protestam contra exploração de rios amazônicos para exportação de grãos
-
Apostas no Super Bowl enlouquecem com apresentação de Bad Bunny
-
Guterres considera fim do acordo nuclear entre EUA e Rússia um 'momento sério' para a paz
-
EUA e Irã terão conversas nucleares nesta semana em Omã
-
Lesionado, Shai Gilgeous-Alexander está fora do All-Star Game da NBA
-
Stuttgart vence Holstein Kiel (3-0) e se garante nas semifinais da Copa da Alemanha
-
City volta a vencer Newcastle e vai à final da Copa da Liga contra o Arsenal
-
Com golaço de Endrick, Lyon vence Laval (2-0) e vai às quartas da Copa da França
-
Governo Trump provoca 'erosão democrática' na América Latina, alerta ONG
-
Vítimas de tragédia em Mariana esperam justiça por 'um crime muito grande'
-
Hayes, do Lakers, é suspenso por empurrar mascote do Washington Wizards
-
Envolvido no Caso Epstein, chefe dos Jogos de Los Angeles 2028 é pressionado a renunciar
-
Rússia afirma que não está mais ligada ao tratado Novo Start
-
Martínez segue retido na Venezuela enquanto Corinthians aguarda
-
Principal cartel colombiano suspende diálogos de paz após acordo entre Petro e Trump
-
EUA anuncia retirada 'imediata' de 700 agentes de imigração de Minnesota
-
Pogba fica fora de lista de jogadores do Monaco para mata-mata da Liga dos Campeões
-
Panamá rejeita ameaça da China por anulação de contrato portuário no canal
-
Xi pede a Trump 'respeito mútuo' e elogia vínculo com Putin
Social-democratas se aproximam de vitória na Romênia, mas com forte avanço da extrema direita
O Partido Social-Democrata (PSD), da coalizão governante, se aproxima da vitória nas eleições legislativas na Romênia, mas a extrema direita registrou avanços significativos, segundo resultados quase definitivos divulgados nesta segunda-feira.
Com 96% dos votos apurados, o PSD, que governa em aliança com os liberais neste país membro da União Europeia (UE) e da Otan, aparece em primeiro com 23,5% dos votos, superando as demais formações.
No entanto, a soma dos votos de todos os partidos de extrema direita alcançou 30%, em comparação com menos de 10% nas eleições anteriores, realizadas em 2020.
Essa tendência resultaria em um Parlamento fragmentado e difíceis negociações para a formação de um governo.
Essas eleições legislativas ocorrem entre os dois turnos da eleição presidencial.
No primeiro turno, em 24 de novembro, o país foi abalado pela vitória do candidato de extrema direita Calin Georgescu, um simpatizante do presidente russo Vladimir Putin, em meio a suspeitas sobre a integridade do pleito.
As autoridades apontaram para uma possível influência russa neste país vizinho da Ucrânia e para o papel da plataforma TikTok. O Tribunal Constitucional ordenou a recontagem dos votos, e o processo está em andamento.
"Os romenos enviaram uma mensagem importante à classe política", declarou, após a divulgação das primeiras sondagens, o primeiro-ministro social-democrata Marcel Ciolacu, eliminado do segundo turno da corrida presidencial no domingo anterior.
Segundo ele, a mensagem é que os romenos querem manter o rumo europeu, "mas também proteger nossa identidade e nossos valores nacionais".
Nestas eleições legislativas, a extrema direita apresentou-se dividida em várias formações que compartilham a oposição ao apoio da UE à Ucrânia contra a invasão russa, em nome da "paz", e a defesa dos "valores cristãos" em um país de 19 milhões de habitantes.
A taxa de participação foi de 52%, a mais alta em duas décadas.
Desde a queda do comunismo em 1989, nenhuma força política havia apresentado um crescimento tão expressivo quanto o da extrema direita nestas eleições, marcadas por dificuldades econômicas e pela guerra no país vizinho.
- Uma escolha "existencial" -
George Sorin, economista de 45 anos, votou em um partido nacionalista.
O Parlamento atual "não fez nada além de servir aos interesses da Ucrânia, aprovando uma série de ajudas sem qualquer explicação" e esquecendo "os [interesses] da Romênia", afirmou, criticando também "o servilismo" em relação a Bruxelas.
O presidente romeno, Klaus Iohannis, afirmou que estas eleições são "cruciais para o futuro da Romênia nos próximos anos".
Continuar sendo "um país de liberdade, [...], uma nação europeia moderna" ou "cair em um isolamento prejudicial e reconectar-se a um passado sombrio", essa é "a escolha existencial que enfrentamos hoje", alertou.
X.Habash--SF-PST