-
Cruzeiro desafia hegemonia do Corinthians na final da Libertadores feminina
-
Bolsa e real encerram sua pior semana em anos após reeleição de Lula
-
حماس تدعو إلى توسيع التحرك النقابي الدولي المتضامن مع غزة
-
Trump e Milei enfrentam pressão por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
-
Wall Street fecha com forte queda após setor tecnológico despencar
-
تقارير عن اعتقالات واستدعاءات سياسية متواصلة في الضفة الغربية
-
القدس والأقصى في سباق الانتخابات الإسرائيلية بين التسريع والتدرج
-
COP17 chega a acordos sobre textos fundamentais para proteger a natureza
-
الاتحاد الأوروبي يقر دعماً عسكرياً لموريتانيا بقيمة 20 مليون يورو
-
Mbappé ficou a apenas 28 pontos de Kane na votação da Bola de Ouro
-
Líder PSG goleira lanterna Le Havre (5-1) com hat-trick de Hakimi
-
Byanca Brasil: da depressão à final da Libertadores feminina
-
اتهام 13 شخصاً من حزب الله بالاعتداء على أمن الدولة في لبنان
-
Estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob forte esquema de segurança
-
مدفيديف إلى نصف نهائي فيينا ويحجز مقعده في ختامية تورينو
-
Fils abandona e Fritz vai à semifinal do ATP 500 da Basileia
-
Democratas pedem explicações a governo Trump por fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
-
سلاح حزب الله يعود إلى طاولة النقاش بعد عقدين بلا اتفاق تنفيذي
-
França reforça segurança diante de mais um sábado de manifestações de alto risco
-
UE e Canadá lançam nova "aliança" com acordos sobre minerais críticos, IA, Ucrânia
-
Técnico do Chelsea, Xabi Alonso não cogita empréstimo de Estêvão
-
Zverev e Alcaraz vão às semifinais do ATP 500 de Viena; Medvedev se garante no Finals
-
"Mentiram para nós": queda nos fundos de pensão preocupa aposentados no Chile
-
Ucranianos aproveitam trégua para fugir de cidade ocupada por Moscou
-
Meta faz acordo e deixa Snap como única acusada em julgamento sobre redes sociais nos EUA
-
Alcaraz vai à semifinal do ATP 500 de Viena; Medvedev garante vaga no Finals
-
Papa Leão XIV votou nas eleições de meio de mandato dos EUA
-
Trump remarca comícios cancelados em Kansas e Iowa antes das eleições de meio de mandato
-
Americana que sobreviveu à execução diz que vive com dores constantes
-
Técnico do Barça diz que Yamal 'reagiu muito bem' após perder Bola de Ouro
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e na Ucrânia
-
Número 1 do mundo, Elena Rybakina abandona WTA 500 de Tóquio por lesão
-
Júri dos EUA decide a favor da Bayer em ação sobre câncer ligado a herbicida
-
Medvedev avança à semifinal do ATP 500 de Viena e garante vaga no Finals
-
Moradores começam a deixar a cidade ucraniana de Oleshki
-
COP17 sobre biodiversidade entra na reta final sem perspectiva de consenso
-
'Trump nos traiu', eleitores latinos do Arizona se afastam do presidente
-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
تعطل إنتاج أقنعة علاج الحروق في غزة بسبب نقص المستلزمات
-
أسرة هاني المبحوح بين فقد ابن وتعثر علاج مصابين من أبنائه
-
هجمات متفرقة للمستوطنين تصيب فلسطينيين وتستهدف منازل ومزارعي زيتون
-
أكثر من 1193 مستوطناً دخلوا المسجد الأقصى خلال أسبوع
-
كيم يدعو إلى تفوق كوري شمالي في تقنيات الطائرات المسيّرة
COP17 chega a acordo sobre textos-chave para proteger a natureza
Quase 200 países aprovaram nesta sexta-feira acordos negociados arduamente em uma conferência da ONU sobre biodiversidade realizada na capital da Armênia. O objetivo é redirecionar os esforços mundiais para deter a destruição da natureza até 2030.
Os delegados comemoraram com aplausos quando os textos fundamentais foram aprovados após o prazo previsto, depois de duas semanas de negociações tensas na COP17, em Ierevan.
"E isso é tudo. Perfeito", disse o presidente da COP17, Hambardzum Matevosyan, ao bater o martelo sobre os documentos, cujas versões finais não estavam disponíveis imediatamente.
Em 2022, o mundo adotou um pacto histórico que estabelece metas ambiciosas para conter a perda de biodiversidade até 2030.
Mas, antes da conferência, a ONU alertou que os países não conseguiriam alcançar as metas se não corrigissem urgentemente o rumo.
A maioria das metas caminha para não ser cumprida, incluindo os compromissos de proteger 30% das terras e dos oceanos do planeta, combater a poluição e fornecer mais recursos aos países mais pobres para a conservação.
Um rascunho de texto da COP17 divulgado anteriormente instava os países a "acelerar" os esforços para manter o pacto vivo e ressaltava que era necessária "mais ação" para enfrentar as causas profundas da perda de biodiversidade.
Evidenciando as divergências que dificultaram as negociações, o documento propunha várias opções para alcançar as metas de 2030.
Durante as negociações, os países entraram em confronto sobre a reforma de subsídios e outros incentivos que estimulam atividades prejudiciais à natureza, como a produção de combustíveis fósseis, a agricultura intensiva e a pesca excessiva.
Outra divergência envolveu a busca por novas fontes de financiamento para custear os esforços de conservação em todo o planeta, uma questão delicada em um contexto de orçamentos públicos pressionados pela crise energética e pelos conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio.
Para restaurar ecossistemas degradados, salvar espécies ameaçadas e conservar florestas, áreas úmidas e outros habitats naturais essenciais, o mundo precisa de cerca de 700 bilhões de dólares (R$ 3,8 trilhões) adicionais por ano em relação ao que gasta atualmente.
A União Europeia liderou a pressão para que grandes economias emergentes, como a China, contribuíssem para o financiamento dos esforços globais de conservação, uma questão controversa na COP17.
- Ciência sob ataque -
Os esforços para aperfeiçoar o pouco ambicioso Fundo Cali, um mecanismo da ONU destinado a compartilhar os benefícios gerados pelo uso de dados genéticos de plantas e outros organismos por empresas, também enfrentaram dificuldades.
O fundo estabeleceu a meta de arrecadar 1 bilhão de dólares (R$ 5,4 bilhões) por ano para a conservação nos países em desenvolvimento quando foi lançado, no início de 2025.
Até agora, conseguiu arrecadar cerca de 10 mil dólares (R$ 54,2 mil).
Esta COP17 também foi marcada por fortes tensões em torno das bases científicas que orientam a política mundial de proteção da natureza, já que vários países foram acusados de tentar enfraquecê-las.
Isso ocorre pouco depois de tentativas de países dependentes dos combustíveis fósseis de adiar a publicação dos relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), o grupo de especialistas da ONU sobre o tema.
"O que me incomoda muito são os ataques à ciência", declarou a ministra francesa da Transição Ecológica, Monique Barbut.
"Existe uma aliança evidente entre Rússia, Arábia Saudita, Argentina e, em certa medida, Brasil", havia dito na quinta-feira à AFP um negociador de outro país desenvolvido, referindo-se a uma atuação coordenada para tentar suavizar o conteúdo dos relatórios científicos.
Cerca de 70 ministros participaram das negociações nesta semana, em uma tentativa de impulsionar o processo, enquanto lideranças indígenas e ativistas da sociedade civil pediram aos países para agir com mais urgência.
O Equador foi escolhido para presidir em 2028 a COP18, ao final de uma votação realizada neste sábado (31), durante uma sessão plenária da COP17.
F.Qawasmeh--SF-PST