-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Oito pessoas presumidas mortas em queda de bombardeiro nos EUA
-
Guerra com Irã não deixa vencedores claros, dizem especialistas
-
Governador da Califórnia acusa Trump de investigá-lo por vingança
-
Hezbollah diz que repeliu força israelense no sul do Líbano
-
Haaland está pronto para causar um "grande impacto" na Copa do Mundo, diz técnico norueguês
-
Reino Unido vai fornecer combustível nuclear à Ucrânia e endurecer sanções contra Rússia
-
Brasil treina sem Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães
-
Mbappé chega à Copa do Mundo com contas pendentes e recordes no horizonte
-
SpaceX tem arrecadação recorde em estreia na bolsa
-
Bélgica empata com Egito (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Messi 'será ainda mais fundamental' nesta Copa do Mundo, prevê Scaloni
-
Cacique Raoni volta a ser internado em UTI; estado de saúde é grave
-
Vozinha, o goleiro que parou a Espanha na Copa do Mundo
-
Inglaterra tem talento e confiança para ser campeã, garante Saka
-
'Precisamos ter humildade', diz Otamendi sobre a atual campeã Argentina
-
Trump chega à cúpula do G7 após acordo com Irã e com foco na Ucrânia
-
Pausa para hidratação na Copa do Mundo: saúde ou interesse comercial?
-
Guerra contra Irã livrou Israel de ameaça de 'destruição nuclear', diz Netanyahu
-
Líder palestino Mahmoud Abbas anuncia eleições presidenciais em 2027
-
Espanha empata sem gols com Cabo Verde na estreia de Yamal em Copas
-
Atalanta anuncia Maurizio Sarri como novo técnico
-
Michael Olise, o diamante misterioso da França
-
Os dirigentes iranianos eliminados durante a guerra no Oriente Médio
-
Justiça britânica revisará condenação de jovem sikh que matou estudante
-
Flamengo culpa Bielsa e Uruguai por lesão de Arrascaeta
-
França e seu trio mágico entram em cena na Copa do Mundo
-
Tiago Splitter se aproxima de acordo para comandar o Chicago Bulls
-
Dirigentes da Tunísia discutem futuro do técnico Sabri Lamouchi
-
Cristiano Ronaldo e sua última chance de levantar a Copa do Mundo
-
Acordo entre Irã e EUA representa uma 'catástrofe' para Israel, afirmam analistas
-
Limpeza das arquibancadas, o elogiado costume japonês que marca presença na Copa
-
ONU renova por um ano sua missão no Afeganistão
-
Província argentina sem água, mas repleta de geleiras, mede o custo da mineração
-
Trump ameaça taxar vinhos franceses em 100% devido ao imposto digital
-
Colômbia elege seu rumo econômico no segundo turno das presidenciais
-
Justiça britânica confirma em recurso proibição do grupo Palestine Action
-
Argentina vislumbra bicampeonato na sexta Copa do Mundo de Messi
-
Trump chega ao G7 na França após alcançar acordo com o Irã
-
Jogador espanhol Rafa Mir é condenado a 8 anos e meio de prisão por agressão sexual
-
Espanha e Uruguai estreiam na Copa do Mundo em meio a holofotes para o Irã
-
Espanha e Uruguai estreiam na Copa do Mundo em meio a holofotes para Irã
-
OMS e Lula pedem ao G7 que conclua tratado sobre pandemias
-
Terapia musical: concertos de música clássica em Nova York para pessoas com demência
-
O que se sabe sobre o acordo entre Estados Unidos e Irã?
-
Real Madrid confirma acordo com Chelsea por espanhol Marc Cucurella
-
Reino Unido proibirá acesso às redes sociais para menores de 16 anos
-
Trump se reúne com aliados do G7 após anúncio de acordo com o Irã
-
EUA e Irã anunciam acordo para o fim da guerra no Oriente Médio
-
Filho da princesa herdeira da Noruega condenado a 4 anos de prisão por estupro
Trump endurece sanções a Cuba em pleno 1º de Maio em Havana
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou, nesta sexta-feira (1º), a imposição de novas sanções destinadas a asfixiar o governo de Cuba, que convocou uma manifestação neste Dia Internacional do Trabalhador para "defender a pátria" e denunciar as ameaças de agressão militar americana.
O presidente americano considera que a ilha comunista, situada a 150 km da costa da Flórida, segue representando uma "ameaça extraordinária" para a segurança nacional dos Estados Unidos.
Estas novas sanções, detalhadas em um decreto presidencial e destinadas a aumentar a pressão sobre Havana, mergulhada em uma crise econômica, se dirigem especificamente aos bancos estrangeiros que colaboram com o governo cubano e impõem restrições migratórias.
Neste decreto, Trump impõe sanções a pessoas e entidades envolvidas nos setores energético, de mineração e outros da ilha, assim como a qualquer pessoa declarada culpada de "graves violações dos direitos humanos".
Além do embargo vigente desde 1962, Washington, que não esconde o desejo de ver uma mudança de regime na ilha, impôs, em janeiro, um bloqueio petrolífero a Cuba, permitindo a entrada no país apenas de um navio carregado com petróleo russo.
O anúncio de novas sanções coincide com o Dia dos Trabalhadores, que Cuba celebrou com um desfile em frente à embaixada americana em Havana, ao qual compareceram o líder revolucionário Raúl Castro, de 94 anos, e o presidente Miguel Díaz-Canel.
O chanceler cubano, Bruno Rodríguez, denunciou as novas sanções.
"O governo dos Estados Unidos se alarma e responde com novas medidas coercitivas unilaterais ilegais e abusivas contra Cuba", escreveu Rodríguez em uma mensagem no X, na qual fez alusão à manifestação do 1º de Maio.
Na véspera, Díaz-Canel tinha pedido aos cubanos para se mobilizarem "contra o bloqueio genocida e as flagrantes ameaças imperialistas" dos Estados Unidos.
- "Resistimos" -
Apesar da situação tensa, os dois países mantêm conversações.
Em 10 de abril foram realizadas reuniões diplomáticas de alto nível em Havana. Nesta ocasião, um funcionário americano se reuniu com Raúl Guillermo Rodríguez Castro, neto de Raúl Castro.
Sob o lema "defendemos a pátria", o governo convocou trabalhadores de empresas estatais, funcionários públicos e membros do Partido Comunista de Cuba (PCC, único) a se reunirem ao amanhecer em uma praça do Malecón, a avenida à beira-mar de Havana, em frente à embaixada americana, no que foi chamado de "plataforma anti-imperialista".
As autoridades disseram que centenas de milhares de pessoas participaram do ato.
Já imersa em uma profunda crise devido aos efeitos combinados do endurecimento das sanções americanas durante o primeiro mandato do presidente americano, Donald Trump (2017-2021), as fragilidades estruturais de sua economia e uma reforma monetária fracassada, a ilha, com 9,6 milhões de habitantes, vê suas atividades praticamente paralisadas desde o fim de janeiro.
O turismo, uma importante fonte de divisas para o país, despencou pela metade desde o começo do ano; a produção de níquel e cobalto parou por completo, enquanto o setor do tabaco, outra indústria de exportação, sofre com a escassez de combustível.
"Diante de tantas limitações que buscam afogar e nos render diante de ameaças irracionais de guerra e morte, este primeiro de maio confirma que (...) resistimos" e "vencemos", declarou o dirigente da central sindical de trabalhadores de Cuba, Osnay Miguel Colina.
"A resposta do povo foi contundente, bem em frente à embaixada dos Estados Unidos", declarou à AFP Lídice Guridis, uma trabalhadora de 42 anos.
Durante a manifestação, o governo disse ter recolhido nas últimas semanas mais de seis milhões de assinaturas de cubanos "pela pátria e pela paz", cuja compilação simbólica foi entregue a Raúl Castro e a Díaz‑Canel.
No entanto, opositores questionam as condições com que algumas destas assinaturas foram coletadas.
Milhares de cubanos também se concentraram nas principais cidades do país, segundo imagens divulgadas pela TV estatal.
A.Suleiman--SF-PST