-
Gritos e sangue: passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
Comissão governamental recomenda reativar polêmica mina de cobre no Panamá
-
Piloto do voo da flydubai rumo a Israel "tentou derrubar o avião", diz Netanyahu
-
América Latina abre passagem na Semana da Moda de Paris
-
Federação Suíça de Futebol retira apoio a Infantino
-
Ativistas lançam armário de pílulas abortivas na Polônia
-
Justiça suspende execução de mulher no Tennessee pouco antes da injeção letal
-
Ministros do Comércio do G20 se reúnem sob a sombra do 'tarifaço' de Trump
-
Justiça brasileira ordena que Discord proteja menores após suicídio de adolescente
-
Como uma 'montanha-russa': passageiros relatam a angústia a bordo do voo da flydubai
-
EUA revisa em alta crescimento no 2º trimestre e inflação segue estável
-
El Niño esvazia as redes dos pescadores latino-americanos
-
Burnham levanta possibilidade de retorno do Reino Unido à UE
-
Manchester City enfrenta futuro incerto por infrações financeiras
-
EUA revisa para cima PIB do segundo trimestre, inflação segue estável
-
O que está em jogo para o futebol brasileiro com o fim das apostas online?
-
Passageira em voo para Israel alega que piloto tentou derrubar o avião
-
Trump-Lula, uma relação de altos e baixos
-
Pontos-chave do código de boas práticas assinado pelas gigantes americanas da IA
-
Príncipe Harry denuncia 'intrusão' de paparazzi na vida dos filhos
-
Com a aproximação do inverno, Rússia ataca o sistema de energia elétrica da Ucrânia
-
Nova geração de colonos radicais alimenta a violência na Cisjordânia
-
Milhões de crianças enfrentam riscos na América Latina devido ao El Niño, alerta Unicef
-
Primeiro-ministro britânico afirma que retornar à UE é uma de suas opções
-
Coalizão liderada pelos Estados Unidos conclui missão antijihadista no Iraque
-
Ladrões trocam cocaína por farinha em roubo dentro de tribunal de Fiji
-
Líder norte-coreano estaria 'extremamente obeso', segundo agência de inteligência de Seul
-
Raphinha é cortado da seleção por edema muscular
-
EUA reforça sanções contra Cuba
-
Pacífico mexicano resiste a passagem de furacão
-
OpenAI busca se tornar hub de IA em meio a crescentes temores sobre segurança
-
Líderes da IA prometem se autorregular após reunião com Trump
-
Prefeito anuncia medidas contra antissemitismo em Nova York
-
Inglaterra se recupera e vence República Tcheca (2-0) na Liga das Nações
-
Acusada de ataque contra casa de Rihanna está apta a ser julgada, diz juíza
-
Venezuelano baleado pelo ICE no Texas responde a crimes com penas de até 20 anos de prisão
-
Com 2 de Yamal, Espanha goleia Croácia (4-1) na Liga das Nações
-
Colonos israelenses atacam aldeia na Cisjordânia e incendeiam duas casas
-
Trump defende "autorregulação" da inteligência artificial diante de líderes do setor
-
Scaloni diz que há 'predisposição de ambas as partes' para continuar na Argentina
-
Queda de braço entre Fifa e Uefa ganha novo capítulo
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater crise habitacional
-
Investigação descarta explosivos em possível plano de ataque a base britânica
-
Roubo de celulares no Brasil, um pesadelo de segurança em cada bolso
-
Mãe americana que matou os 3 filhos busca absolvição após ter julgamento anulado
-
OpenAI lança modelo de IA mais barato após descartar outro considerado inseguro
-
Malásia começa a repatriar milhares de migrantes de Mianmar
-
'O futebol não precisa de imperadores', diz presidente da Uefa sobre Infantino
-
Advogada de centro-direita é a primeira mulher chefe de Governo do Marrocos
-
Tensão social aumenta na França com greve de funcionários e protesto estudantil
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
O presidente de esquerda, Luiz Inácio Lula da Silva, e seu rival de direita, Flávio Bolsonaro, lançam suas campanhas eleitorais neste domingo (16), sob a sombra de Donald Trump.
Os brasileiros irão às urnas em 4 de outubro novamente bastante polarizados, em uma disputa que deixa muitos eleitores com uma sensação de "déjà vu".
Mas desta vez com o presidente dos Estados Unidos como possível fator de desequilíbrio. O republicano tem apoiado abertamente candidatos conservadores em eleições na América Latina, a mais recente delas na Colômbia.
Lula, de 80 anos, que busca um quarto mandato não consecutivo, enfrenta o filho do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.
"A campanha tá fraquíssima(...)PT não voto. Bolsonaro não voto. Então, eu nem sei o que eu vou fazer da minha vida", disse à AFP Rosalie Lourecal, uma vendedora de 53 anos em um mercado do Rio de Janeiro.
Uma pesquisa do instituto Quaest divulgada na sexta-feira mostrou que, em um provável segundo turno, Lula obteria 43% dos votos, contra 40% de Bolsonaro.
Ambos os favoritos têm taxas de rejeição superiores a 50%, de modo que a disputa deve se concentrar em um pequeno grupo de eleitores independentes.
- Lula: "Trump, não se meta" -
Lula iniciará sua campanha com um comício na cidade que foi berço de sua carreira política, São Bernardo do Campo, em São Paulo, onde discursou para multidões como sindicalista na década de 1970.
O veterano líder voltou ao poder em 2023 após ter sido preso por condenações por corrupção que mais tarde foram anuladas.
Em seu terceiro mandato, destaca a ampliação dos programas sociais, uma profunda reforma do sistema tributário e a queda do desmatamento na Amazônia.
Mas o debate é dominado pelas tensões com os Estados Unidos e pelas tarifas impostas ao Brasil.
Lula disse na sexta-feira que queria dizer a Trump, aliado de Bolsonaro: "Não se meta nos negócios do Brasil e, sobretudo, nas eleições. E, se se meter, vão perder".
O líder de esquerda quer se apresentar como defensor da soberania nacional e promete priorizar o combate ao crime organizado.
A violência é a principal preocupação dos eleitores, segundo o instituto Quaest, muito à frente da economia, que aparece em segundo lugar.
- Bolsonaro 2.0 -
O senador Flávio Bolsonaro, de 45 anos, foi escolhido como candidato da direita depois que seu pai foi preso por tentar dar um golpe de Estado contra Lula, quando perdeu a reeleição em 2022.
Ele se apresenta como uma versão "mais moderada", ao mesmo tempo em que reivindica o legado de seu pai, ainda líder incontestável do conservadorismo brasileiro.
Bolsonaro incentivou seus apoiadores a usar uma camiseta com a imagem do pai no comício deste domingo na praia de Copacabana, no Rio, onde costumava reunir multidões.
Diz que quer "resgatar" o Brasil, promete pulso firme contra o crime e dar prioridade à responsabilidade fiscal.
"Vou votar no filho do Bolsonaro", disse William Ramos, de 40 anos, dono de uma empresa de transporte escolar.
Ele debochou da promessa de campanha de Lula de que os brasileiros voltariam a comer picanha, cujo preço continua fora do alcance de muitos.
Segundo dados oficiais, a taxa de pobreza é a mais baixa desde o início dos registros, em 2012.
A economia cresceu acima de 3%, o desemprego está em mínimas históricas e a inflação caiu. Mas muitos brasileiros não percebem melhora.
"Uma pessoa que ganha o salário mínimo não tem condições de se alimentar bem nem de ter uma qualidade de vida decente", afirmou Ramos.
Jairo Nicolau, professor da Fundação Getulio Vargas, disse à AFP que as mulheres serão fundamentais nas eleições.
Elas representam 53% dos 158 milhões de eleitores do Brasil, votam mais do que os homens e contribuíram para garantir a apertada vitória de Lula em 2022.
Q.Jaber--SF-PST