-
Epidemia de ebola na RD Congo é a mais letal da história do país
-
Quase 13 mil desabrigados após terremoto na Indonésia
-
Atriz Hayden Panettiere morre aos 36 anos
-
Trump ordena redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul poucas horas antes do início
-
Enviado de Trump se reunirá com Netanyahu após encontro com Hamas sobre plano de paz para Gaza
-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
-
Teerã responde a Trump: Estreito de Ormuz é iraniano
-
Petrobras descobre indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos dois mortos na Indonésia
-
Petrobras descobre indícios de presença de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Venezuela anuncia libertação de 131 presos políticos em meio a diálogo com oposição
-
Netanyahu chama Reino Unido de 'república islâmica' e Londres protesta
-
Timberwolves vão aposentar camisa de Kevin Garnett em jogo contra o Boston Celtics
-
Inter de Milão empresta Davide Frattesi à Lazio
-
Inter de Messi mira liderança da MLS após decepção na Leagues Cup
EUA analisa recente proposta do Irã para reabrir o Estreito de Ormuz
Os Estados Unidos, que segundo o Irã não estão em condições de "ditar sua política" a outros países, analisam, nesta terça-feira (28), a última proposta de Teerã para reabrir o Estreito de Ormuz, praticamente paralisado desde o início da guerra no Oriente Médio.
As negociações de paz entre Washington e Teerã para pôr fim a esse conflito, que abalou a economia mundial com um duplo bloqueio desse estreito vital para o trânsito de hidrocarbonetos, não deram resultados.
Em plena alta nos preços da energia, os Emirados Árabes Unidos, um dos principais produtores de petróleo, anunciaram, nesta terça-feira, que sairão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da aliança Opep+ a partir de 1º de maio para proteger seu "interesse nacional".
Segundo uma fonte próxima ao Ministério da Energia, a medida foi tomada porque Abu Dhabi – que já vinha manifestando há meses suas divergências dentro do cartel liderado pela Arábia Saudita – não deseja se sujeitar a cotas quando a situação no Estreito de Ormuz se normalizar.
No campo de batalha, uma frágil trégua vigora há quase três semanas, mas as negociações entre as partes continuam estagnadas.
O presidente americano, Donald Trump, reuniu-se na segunda-feira com seus principais assessores de segurança para discutir uma nova proposta iraniana. Segundo a rede CNN, Trump deu a entender que é pouco provável que a aceite, apesar de seu secretário de Estado, Marco Rubio, afirmar ser "melhor" do que imaginavam.
Do lado oposto, o Irã considera que "os Estados Unidos já não estão em condições de ditar sua política às nações independentes", informou a televisão estatal, citando o porta-voz do Ministério da Defesa iraniano, Reza Talaei-Nik.
Washington precisa aceitar que chegou a hora de "abandonar suas exigências ilegais e irracionais", acrescentou.
O plano proposto prevê que o Irã afrouxe o controle sobre o Estreito de Ormuz e que os Estados Unidos levantem seu bloqueio sobre os portos iranianos, sem deixar de prosseguir com negociações mais amplas, incluindo a questão do programa nuclear iraniano, segundo a plataforma Axios.
O presidente Trump afirmou em sua rede, Truth Social, que os iranianos haviam exigido que o estreito fosse reaberto "o mais rápido possível".
- Aposta errada? -
O Parlamento iraniano prepara uma lei que prevê colocar o Estreito de Ormuz sob a autoridade das forças armadas. Segundo esse texto, os navios israelenses terão proibida a passagem por ali e os pedágios deverão ser pagos em riais iranianos.
"Não podemos tolerar que os iranianos tentem instaurar um sistema em que eles decidam quem pode utilizar uma via marítima internacional e quanto é preciso pagar-lhes para usá-la", retrucou Rubio na Fox News.
Ele também reforçou que querem garantir "que qualquer negócio que se faça, qualquer acordo que se alcance, seja um que os impeça definitivamente de partir em busca de uma arma nuclear".
Em tempos de paz, um quinto das exportações mundiais de petróleo e gás transita pelo Estreito de Ormuz.
Para a consultora americana Doufan, o Irã "acha que o aumento dos preços do petróleo e a iminente escassez mundial de derivados de petróleo" pressionará Trump "para que aceite uma solução para o conflito distante de sua exigência de uma 'rendição incondicional'".
Quanto aos americanos, aponta que "parecem apostar, de forma equivocada segundo muitos especialistas, que um reforço do bloqueio americano aos portos iranianos empurre" o regime "a aceitar as principais exigências dos Estados Unidos".
- "Conflito congelado"? -
"Temos muitas cartas que ainda não jogamos", afirmou nesta terça-feira à televisão estatal o porta-voz do exército iraniano, Amir Akraminia, que sustentou que "as forças armadas e o povo iraniano (...) podem continuar com esta guerra a longo prazo".
Na frente libanesa, Israel, que combate o movimento pró-iraniano Hezbollah, ordenou novas evacuações em várias cidades do sul, uma zona que foi bombardeada mais tarde, segundo a agência de notícias oficial libanesa NNA.
O chanceler israelense, Gideon Saar, destacou, no entanto, que o seu país "não tem ambições territoriais no Líbano".
Pouco depois de um cessar-fogo com o movimento islamista ter entrado em vigor em 17 de abril, Israel declarou a existência de uma "linha amarela", uma faixa de território libanês de cerca de 10 km ao longo da fronteira com Israel. Nessa zona operam as tropas israelenses.
Apesar da frágil trégua, Israel e o Hezbollah trocaram ataques e se acusam mutuamente de tê-la violado.
burx/phs/jnd/arm-hgs-jvb/erl/jc/mvv
A.AbuSaada--SF-PST