-
Primeiro-ministro francês anuncia ajuda a afetados por incêndio
-
Promessa do Real Madrid Jacobo Ortega assina com o Strasbourg
-
Confrontos em torno de café aberto durante shabat expõem polarização em Israel
-
Mumbai enfrenta campanha de inspeções sanitárias em restaurantes
-
Reitor de Cambridge denuncia 'onda racista' em torno do acadêmico encontrado morto
-
Moradores de área devastada por incêndio na França vaiam primeiro-ministro
-
Epidemia de ebola na RD Congo é a mais letal da história do país
-
Quase 13 mil desabrigados após terremoto na Indonésia
-
Atriz Hayden Panettiere morre aos 36 anos
-
Trump ordena redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul poucas horas antes do início
-
Enviado de Trump se reunirá com Netanyahu após encontro com Hamas sobre plano de paz para Gaza
-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
-
Os escândalos que rondam as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro
-
Milhares de afetados aguardam ajuda após terremoto na Indonésia
-
Lula e Flávio Bolsonaro lançam suas campanhas eleitorais em meio ao desencanto dos brasileiros
-
Colômbia busca desaparecidos e pede aos EUA suspensão de tarifas após terremoto
-
Djokovic cai em sua estreia na 2ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
PSG anuncia contratação do atacante belga Mika Godts
-
Milan de Rúben Amorim vence Manchester United em amistoso na Polônia
-
Morre mulher que ficou por mais tempo sob os escombros do terremoto na Colômbia
-
Lateral inglês Djed Spence deixa o Tottenham e assina com a Inter de Milão
-
PSG visita o Lens em busca da segunda Supercopa da semana
-
Milhares de fãs de Bonnie Tyler acompanham seu caixão no País de Gales
-
Filipe Luís quer convencer no Monaco para se consolidar como técnico na Europa
-
Onze mortos em bombardeios israelenses no sul do Líbano
-
Mais de 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Ex-professor de Cambridge envolvido em escândalo de plágio é encontrado morto
-
Atlético de Madrid anuncia contratação do zagueiro argentino Cristian Romero
-
Ferran Torres deixa o Barcelona e assina com o PSG até 2031
-
Incêndios florestais não dão trégua na Europa
-
Ao menos 40 mortos após terremoto de magnitude 7,7 na Indonésia
-
Talibãs comemoram cinco anos no poder no Afeganistão
-
Teerã responde a Trump: Estreito de Ormuz é iraniano
-
Petrobras descobre indícios de petróleo na Bacia da Foz do Amazonas
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa ao menos dois mortos na Indonésia
Enviados de Irã e EUA viajam ao Paquistão diante de possibilidade de novas conversas
As conversas entre Estados Unidos e Irã para pôr fim à guerra parecem estar, nesta sexta-feira (24), no caminho de serem retomadas, com o envio de negociadores de ambos os lados ao Paquistão, mas sem garantia de um diálogo direto, duas semanas depois do fracasso da tentativa anterior.
Paralelamente, a trégua no Líbano, o outro palco do conflito, segue igualmente precária.
A guerra no Oriente Médio, desencadeada por um ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro, já deixou milhares de mortos, principalmente no Irã e no Líbano, e abalou a economia mundial.
A capital do Paquistão, que atua como mediador, espera há dias pela retomada das conversas entre norte-americanos e iranianos, iniciadas há duas semanas e suspensas depois de algumas horas. No entanto, o cessar-fogo foi prolongado unilateralmente pelos Estados Unidos desde então e por tempo indeterminado.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, chegou a Islamabad na noite desta sexta, horário local, anunciou o governo paquistanês.
Araghchi "terá reuniões com altos funcionários do Paquistão para tratar dos últimos acontecimentos na região assim como os esforços em curso em favor da paz e da estabilidade", diz um comunicado da chancelaria paquistanesa, que omite expressamente a possibilidade de conversas com os enviados do presidente Donald Trump.
A televisão estatal iraniana informou que não há previsão de uma reunião com os negociadores americanos.
Os enviados de Trump, Steve Witkoff e Jared Kushner, viajarão no sábado ao Paquistão "com o objetivo de manter conversas [...] com representantes da delegação iraniana", declarou, entretanto, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, ao assegurar que o encontro foi solicitado por Teerã.
O vice-presidente JD Vance, que liderou a delegação americana há duas semanas, não viajará desta vez, mas pode se juntar à equipe mais adiante em caso de progresso, detalhou Leavitt.
Araghchi seguirá com um giro regional que o levará depois a Mascate, capital de Omã, e Moscou para "consultas bilaterais" sobre a situação regional, segundo a agência oficial iraniana Irna.
- 'Vital para o mundo' -
Enquanto isso, o tráfego marítimo segue paralisado no Estreito de Ormuz, por onde transitava, antes do conflito, 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) mundial, e que agora está submetido a um duplo bloqueio, iraniano e norte-americano.
A reabertura imediata de Ormuz é "vital para o mundo", destacou nesta sexta-feira o presidente do Conselho Europeu, o português António Costa.
O mercado de petróleo fechou hoje com otimismo pela possível retomada das conversas entre Washington e Teerã, mas não antecipou uma reabertura rápida da via marítima.
Trump disse anteriormente que tinha "todo o tempo do mundo" para negociar a paz com o Irã, enquanto mantinha a pressão militar: um terceiro porta-aviões, o USS George H.W. Bush, navega próximo da região.
Na frente libanesa, o cessar-fogo está sob forte pressão. Trump anunciou ontem uma prorrogação de três semanas, após conversas entre representantes israelenses e libaneses em Washington.
"Iniciamos um processo para alcançar uma paz histórica entre Israel e Líbano, e nos parece evidente que o Hezbollah tenta sabotá-lo", disse nesta sexta-feira o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
O movimento islamista xiita apoiado pelo Irã, que arrastou o Líbano para a guerra ao retomar as hostilidades contra Israel em 2 de março, anunciou por meio de um de seus legisladores, Ali Fayad, que a prorrogação não faz "sentido" dados os persistentes "atos de hostilidade" de Israel.
O Hezbollah também instou o Estado libanês a "se retirar das negociações diretas com Israel".
- 'Voltamos para casa' -
Seis pessoas morreram nesta sexta-feira em ataques israelenses no sul do Líbano, segundo o Ministério da Saúde desse país.
Israel, por sua vez, disse ter matado seis membros de Hezbollah, depois de anunciar que o movimento islamista havia derrubado um de seus drones.
O Exército israelense também emitiu um aviso de evacuação nesta sexta-feira para uma localidade do sul do Líbano, o primeiro deste tipo desde o anúncio do prolongamento do cessar-fogo.
Uma negociação direta com Israel "significaria o reconhecimento do inimigo", disse à AFP Ahmad Chumari, de 74 anos, que, após hesitar, decidiu deixar a cidade de Sídon — onde havia se refugiado — e retornar para seu vilarejo no sul do Líbano.
"Voltamos para casa", declarou cercado de bolsas e colchões, com a esperança de que "o cessar-fogo seja permanente".
O conflito no Líbano já deixou mais de 2.400 mortos e um milhão de deslocados desde o início de março.
A Unifil, a missão de manutenção da paz da ONU, anunciou nesta sexta a morte de um de seus capacetes azuis indonésios, que havia sido ferido em 29 de março no sul do Líbano.
Na quinta-feira, Trump afirmou esperar que Netanyahu e o presidente libanês Joseph Aoun se reúnam "nas próximas semanas", o que representaria um feito histórico para esses dois países, tecnicamente em estado de guerra desde 1948.
burx-tq/vl/pc/jvb/ad/dg/rpr/am
J.Saleh--SF-PST