-
Houthis do Iêmen reivindicam múltiplos ataques contra o aeroporto de Riade
-
Olympique de Marselha volta a vencer e respira no Campeonato Francês
-
Betis goleia Osasuna e recupera 3ª posição no Campeonato Espanhol
-
Netanyahu pede investigação de participantes do documentário "NAZA"
-
Lula aposta no fim da escala 6x1 de olho no segundo turno
-
Trump surpreende com anúncio de "cessar-fogo energético" entre Rússia e Ucrânia
-
Houthis do Iêmen atacam novamente o aeroporto de Riade
-
Freiburg vence Schalke e assume liderança do Campeonato Alemão
-
City deixa problemas extracampo de lado e atropela Liverpool em Anfield
-
Trump anuncia 'cessar-fogo energético' entre Rússia e Ucrânia
-
Corinthians anuncia Clarence Seedorf como novo técnico
-
Zverev avança às oitavas do Masters 1000 de Xangai; Shelton é eliminado
-
Lazio alcança Inter na liderança do Italiano; Como e Roma empatam sem gols
-
Zheng Qinwen conquista em Pequim seu primeiro título de WTA 1000
-
Max Verstappen vence GP de Singapura de F1 pela primeira vez
-
Quase 140 migrantes mortos em naufrágio no Djibuti
-
Departamento de Justiça dos EUA investiga canais de TV por suspensão de cobertura
-
Papa será operado nos próximos dias para retirar nódulo do pulmão
-
Houthis fazem nova ameaça após ataque contra aeroporto na Arábia Saudita
-
Líder do movimento das 'baratas' diz que premiê 'envergonha' a Índia
-
Trump quer um novo presidente na Ucrânia; tensão aumenta por divergência sobre diesel russo
-
Papa será operado nos próximos dias para retirar nódulo no pulmão
-
Naufrágio no Djibuti deixa mais de 100 mortos
-
アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
-
Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
-
ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
-
ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
-
ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
-
एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
-
알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
-
ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
-
ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
-
Ataque ao aeroporto de Riade, atribuído aos houthis, deixa ao menos 12 mortos
-
TSE questiona Meta após denúncias de Lula sobre "interferência" nas eleições
-
PSG vence 3ª seguida no Francês; Monaco empata, mas segue líder
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Real Madrid vence Villarreal com Vini expulso
-
Trump e Zelensky se desentendem por acordo sobre diesel; ataques russos deixam 21 mortos
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Atlético vence no apagar das luzes
-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
-
ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
-
Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
-
Max Verstappen faz a pole position do GP de Singapura de F1
-
努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
Mais de 40 países pedem a Irã 'reabertura imediata' de Ormuz
Cerca de 40 países pediram a "reabertura imediata e incondicional" do Estreito de Ormuz, ao final de uma reunião virtual organizada pelo Reino Unido, informou, nesta quinta-feira (2), a ministra das Relações Exteriores britânica, Yvette Cooper.
"O Irã está tentando tomar a economia mundial como refém no Estreito de Ormuz. Não devem prevalecer. Neste sentido, os parceiros pediram hoje a reabertura imediata e incondicional do estreito", declarou Cooper em um comunicado após a reunião.
A ministra afirmou que os países concordaram em explorar "medidas econômicas e políticas, como sanções" contra o Irã.
A reunião acontece sob a pressão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que insta os países dependentes do transporte marítimo no estreito a se mobilizarem para desbloqueá-lo.
"Os países do mundo que recebem petróleo através de Ormuz devem cuidar dessa passagem", disse Trump na quarta-feira, destacando que só consideraria um cessar-fogo quando o estreito estiver "livre e desimpedido".
- "Imprudência" do Irã -
Ao início da reunião, Cooper afirmou que a "imprudência" do Irã ao bloquear a via marítima afeta a "segurança econômica global".
A Guarda Revolucionária, exército ideológico do Irã, declarou que o estreito permanecerá fechado aos "inimigos" do país.
Desde o início do conflito, desencadeado em 28 de fevereiro pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, a quase paralisação da via - por onde normalmente transita um quinto das exportações de petróleo do mundo - por parte de Teerã provocou um forte aumento nos preços dos hidrocarbonetos, com impacto econômico mundial.
"Vimos o Irã sequestrar uma rota marítima internacional para manter a economia global como refém", declarou Cooper em suas palavras de abertura, divulgadas pela imprensa antes do restante da reunião a portas fechadas.
Os representantes de Itália, Países Baixos e Emirados Árabes Unidos manifestaram a necessidade de criar um "corredor humanitário" o mais rápido possível. "Em primeiro lugar para os fertilizantes e para tudo o que for necessário para evitar uma nova crise alimentar, especialmente nos países africanos", afirmou um comunicado do Ministério das Relações Exteriores italiano.
Por sua vez, a China assegurou que os ataques "ilegais" dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã são a "principal causa" do bloqueio de Ormuz.
- "Dispostos a contribuir" -
Em 19 de março, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Países Baixos e Japão divulgaram um comunicado conjunto em que declaravam estar "dispostos a contribuir" para os esforços destinados a garantir a segurança no estreito.
Um total de 37 países aderiram ao texto. Na lista de signatários não figuram os Estados Unidos, a China nem a maioria dos países do Oriente Médio.
A Espanha também não está entre os signatários, mas o Panamá e o Chile, sim, segundo uma lista fornecida pelo governo britânico.
Na próxima semana, Londres presidirá uma reunião com os "planejadores militares" dos mesmos países "para examinar opções viáveis para tornar Ormuz acessível e seguro para a navegação", indicou o Ministério da Defesa britânico.
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França afirmou que assegurar o estreito de Ormuz só poderia "ser realizado uma vez que tenha terminado a fase intensa dos bombardeios".
Trump critica frequentemente França, Reino Unido e a Otan, acusando-os de não apoiarem suficientemente o Exército americano neste conflito.
O secretário-geral do Conselho de Cooperação do Golfo (CCG) fez um apelo ao Conselho de Segurança da ONU nesta quinta-feira para que autorize o uso da força para liberar a via.
Um projeto de resolução apresentado divide o Conselho de Segurança. Segundo fontes diplomáticas, Rússia, China e França, que dispõem de direito de veto, expressaram fortes objeções, apesar de várias modificações no texto.
E.Aziz--SF-PST