-
Agentes federais fazem buscas na casa da congressista Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Coventry goleia Newcastle (4-1) e sai da zona de rebaixamento do Inglês
-
Atriz Selma Blair é presa após confusão em voo nos EUA
-
Flamengo enfrenta Estudiantes, que quer evitar uma nova final brasileira na Libertadores
-
Ciberataque estraga grande quantidade de produtos em supermercados na França
-
Champions retorna com duelo entre City e PSG, dois representantes de um modelo sob suspeita
-
AFP recebe prêmio italiano de direitos humanos
-
Houthis do Iêmen ameaçam com resposta "dolorosa" se EUA intervir na guerra
-
Nova York falha em concretizar fechamento da polêmica prisão de Rikers
-
Agência da ONU para Refugiados alerta para cortes de financiamento
-
Furacão Simón deixa um morto e provoca inundações no México
-
Flick alerta para a pressão no estádio do Galatasaray
-
Ministro saudita da Energia pede resposta firme aos ataques houthis
-
Flávio Bolsonaro visitará o pai na terça-feira, após autorização judicial
-
Alcaraz é eliminado em Xangai; Zverev garante terminar ano como número 1 do mundo
-
Otan alerta Rússia de que qualquer ataque será 'totalmente em vão'
-
Supremo Tribunal espanhol mantém suspensão do direito de voto para naturalizados pela 'Lei dos Netos'
-
Agentes federais fazem buscas na casa de Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Ator Russell Brand comparece ao início de seu julgamento por estupro no Reino Unido
-
Osasuna demite técnico Luis Ramis e traz de volta Jagoba Arrasate
-
Incêndio destrói o mercado coberto mais antigo de Paris
-
Dezenas de milhares protestam na Índia contra a Comissão Eleitoral
-
Rússia não confirma adesão à trégua energética
-
Furacão Simón deixa um morto e danos materiais no Pacífico mexicano
-
Nossa Senhora Aparecida ressurge na campanha eleitoral às vésperas do 2º turno
-
O que se sabe sobre a cirurgia do papa Leão XIV
-
Irã prende advogado que contribuiu para casamento entre detenta e condenado à morte
-
Moraes autoriza visita de Flávio Bolsonaro ao pai em prisão domiciliar
-
Ciberataque afeta sistemas de refrigeração de supermercados na França
-
Autoridades econômicas discutem inflação e dívida em fórum do FMI e do Banco Mundial
-
Um dos dois quadros de Renoir encontrados após roubo na França apresenta um rasgo
-
Premiê britânico acusa Rússia de interferência durante referendo do Brexit em 2016
-
Adolescente é detido na França por disparar espingarda em sua escola
-
Ministro da Energia saudita pede resposta firme aos ataques houthis
-
China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações com Taiwan
-
Rússia fará cessar-fogo apenas no dia das eleições na Ucrânia, diz Kremlin
-
Americanos Michael Woodford e Robert Hall ganham o Nobel de Economia
-
UE limitará a 350.000 por ano as importações de veículos híbridos chineses
-
Incêndio destrói o mercado de comida de rua mais antigo de Paris
-
Brasileira é presa na Indonésia por transportar cocaína no xampu
-
Houthis do Iêmen reivindicam múltiplos ataques contra o aeroporto de Riade
-
Olympique de Marselha volta a vencer e respira no Campeonato Francês
-
Betis goleia Osasuna e recupera 3ª posição no Campeonato Espanhol
-
Netanyahu pede investigação de participantes do documentário "NAZA"
-
Lula aposta no fim da escala 6x1 de olho no segundo turno
-
Trump surpreende com anúncio de "cessar-fogo energético" entre Rússia e Ucrânia
-
Houthis do Iêmen atacam novamente o aeroporto de Riade
-
Freiburg vence Schalke e assume liderança do Campeonato Alemão
-
City deixa problemas extracampo de lado e atropela Liverpool em Anfield
-
Trump anuncia 'cessar-fogo energético' entre Rússia e Ucrânia
Irã ataca instalação nuclear em Israel
O Irã afirmou neste sábado (21) ter atacado a cidade israelense de Dimona, onde se encontra uma instalação nuclear, em "resposta" ao bombardeio do complexo subterrâneo de Natanz, equipado para enriquecer urânio.
Israel é considerado o único país dotado de armas nucleares no Oriente Médio, mas mantém uma política de "ambiguidade estratégica", pela qual não confirma nem desmente.
Oficialmente, a usina de Dimona, no deserto do Neguev, é um centro de pesquisa nuclear e de fornecimento de energia. Segundo a imprensa estrangeira, ela participou da fabricação de armas atômicas nas últimas décadas.
Dezenas de pessoas ficaram feridas, especialmente por estilhaços de projéteis em Dimona, onde um edifício sofreu um "impacto direto de um míssil" iraniano, segundo as autoridades locais.
As televisões israelenses exibiram imagens de um prédio com a fachada em grande parte destruída, perfurada e cheia de estilhaços.
O Irã reivindicou o lançamento dos mísseis. Disse que foi em "resposta" ao ataque "inimigo" contra o complexo de Natanz, no centro do país.
Segundo a organização iraniana de energia atômica, não há registro de "vazamento de materiais radioativos" nesse local.
O Exército israelense respondeu que "não tem conhecimento" do suposto ataque. A televisão pública Kan atribuiu sua autoria aos Estados Unidos.
- "Risco de acidente nuclear" -
Por sua vez, o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, pediu "moderação militar para evitar qualquer risco de acidente nuclear".
A Rússia, aliada do Irã, classificou o bombardeio de Natanz como ataques "irresponsáveis" que representam "riscos reais de catástrofe em toda a região do Oriente Médio".
As potências ocidentais suspeitam que o Irã tenta se dotar de uma bomba atômica, apesar de suas reiteradas negativas. Esse é um dos motivos alegados para os ataques lançados em 28 de fevereiro por Israel e Estados Unidos.
O Exército israelense afirmou à noite ter atacado em Teerã o centro universitário Malek-Ashtar, "utilizado pelo regime terrorista iraniano para desenvolver componentes de armas nucleares".
Quando a guerra entra em sua quarta semana, a intensidade não diminui.
O Exército americano declarou ter destruído um bunker iraniano equipado com armas que ameaçavam os envios de petróleo e gás através do Estreito de Ormuz.
O chefe do comando militar americano (Centcom), o almirante Brad Cooper, afirmou que aviões de guerra "destruíram" uma instalação subterrânea na costa do Irã que armazenava mísseis de cruzeiro antinavio, lançadores de mísseis móveis e outros equipamentos.
Segundo ele, isso reduziu a capacidade do Irã "de ameaçar a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz e seus arredores".
O Irã bloqueia o acesso a essa via por onde costumava passar cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito consumidos em todo o mundo, em resposta aos ataques de Israel e Estados Unidos.
Os confrontos fizeram disparar os preços do petróleo, a ponto de o barril de Brent do Mar do Norte subir mais de 50% no último mês e ser negociado em torno de 105 dólares.
Isso levou a Comissão Europeia a pedir aos países da UE que encham suas reservas de gás para o próximo inverno até 80% em vez de 90%, com o objetivo de aliviar a pressão sobre os preços.
Cerca de vinte países, incluindo Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, França e Japão, declararam estar "dispostos a contribuir para os esforços" necessários para a reabertura do estreito.
- "Não vamos parar" -
Israel advertiu que a intensidade dos ataques "aumentará consideravelmente" nos próximos dias.
"Não vamos parar até que todos os objetivos da guerra tenham sido alcançados", disse Israel Katz, ministro de Defesa israelense.
Na sexta-feira, o presidente Donald Trump afirmou que os Estados Unidos estão "prestes a alcançar" seus objetivos e preveem "reduzir gradualmente" os "esforços militares" no país, mas descartou um cessar-fogo.
Mas, segundo alguns analistas, o Irã ainda tem capacidade de retaliar.
"Poderiam continuar por mais quatro a seis semanas", prevê Neil Quilliam, especialista em geopolítica do centro Chatham House.
Na sexta-feira, Teerã realizou um ataque "fracassado" contra a base britânico-americana Diego Garcia, situada a 4 mil quilômetros de seu território, segundo uma fonte oficial britânica.
- Fim do Ramadã sem Khamenei -
Desde o início da guerra, várias figuras do regime iraniano morreram, incluindo o líder supremo Ali Khamenei.
Seu filho, Mojtaba Khamenei, o substituiu, mas não foi visto em público desde sua nomeação.
Não esteve presente neste sábado na oração do Eid al-Fitr, a festa que marca o fim do Ramadã, em Teerã, tradicionalmente liderada pelo líder supremo da república islâmica.
A guerra se tornou um conflito regional ao se estender às monarquias vizinhas do Golfo.
Os Emirados Árabes Unidos afirmaram terem sido alvos de ataques aéreos do Irã.
Mais cedo, o Exército iraniano advertiu aos Emirados que responderá com "fortes ataques" a qualquer ofensiva contra as ilhas do Golfo de Abu Musa e Tumb Mayor, controladas por Teerã, mas cuja soberania é reivindicada por Abu Dhabi.
burs-dc/amj/al-erl/jvb/rm/ic/am
B.Khalifa--SF-PST