-
UE apresenta nova estratégia para o Ártico diante de ameaças dos EUA e da Rússia
-
Exército turco permanecerá no Iraque e na Síria, afirma ministro à AFP
-
Swiatek desiste do WTA 500 de Ningbo por lesão e fica com vaga no Finals ameaçada
-
Comitê de supervisão da Meta critica 'falhas recorrentes' na moderação de conteúdos eleitorais
-
Le Pen aposta em discurso de ordem em meio à onda de violência na França
-
Diretor da AIE é pessimista quanto a uma 'normalização' do mercado do petróleo em 2027
-
Mourinho lembra que nenhum jogador é 'intocável'
-
Premiê francês acusa 'extrema esquerda' de planejar 'insurreição'
-
Primeiro-ministro da Albânia cita 'guerra híbrida' como causa de protestos violentos
-
Iêmen registra mais de 250 mil deslocados internos desde agosto
-
Vice-presidente dos EUA se distancia de Trump e se abstém de apoiar Netanyahu
-
Presidência da Colômbia inaugura sede em 'Casa Branca' do Caribe
-
Lula ou Flávio Bolsonaro: a escolha final
-
Lula perante si mesmo e a história
-
França começa a julgar detidos em distúrbios e anuncia novos toques de recolher
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA após acusar Washington de atrasar a entrega de mísseis
-
Israel decide se concede mais um mandato a Netanyahu em eleições marcadas pela guerra
-
努莎・奧貝爾:未見嶄新開局,卻見領導失能——波茨坦市長能否勝任其職?
-
Zelensky acusa EUA de atrasar entrega de mísseis interceptadores à Ucrânia
-
Província de Alberta rejeita organizar referendo de independência do Canadá
-
Governo dos Estados Unidos veta uso da IA chinesa DeepSeek em agências governamentais
-
França aplicará toques de recolher localizados na terça-feira, anuncia primeiro-ministro
-
TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Revelação da esquerda brasileira, Ana Elisa leva Lula à era das selfies
-
Democratas veem "última grande oportunidade" de vencer no Texas, histórico bastião republicano
-
Entram em vigor primeiros toques de recolher na França após distúrbios
-
Tottenham consegue primeira vitória e sai da zona de rebaixamento no Inglês
-
Após batalha pelo Maracanã, Vasco decide vaga na final da Sul-Americana contra o Boca
-
Cristiano Ronaldo é punido com 30 dias de suspensão pela Federação Portuguesa
-
Imigrantes ou extrema esquerda? Duas visões sobre os distúrbios na França
-
'Um bom teste', diz técnico do Barça sobre duelo com PSG na Champions
-
Guru julgado pela morte de 191 pessoas em seita é declarado culpado no Quênia
-
França decreta toques de recolher para conter confrontos e saques
-
Protestos contra crise da moradia continuam em Portugal
-
CAS anunciará decisão sobre final da Copa Africana de Nações em novembro
-
Flórida acusa ex-presidente cubano Raúl Castro por derrubada de aviões em 1996
-
Argentina incentiva demissões de 20 mil empregados públicos
-
Província de Alberta realiza votação decisiva para unidade do Canadá
-
Vitinha diz que PSG não teme Lamine Yamal
-
Semenyo pode desfalcar Manchester City por dois meses, diz Maresca
-
Governo francês exige que plataformas retirem anúncios de objetos saqueados em protestos
-
Adolescentes palestinos amputados contam suas esperanças e seus sonhos perdidos
-
Tenista Elina Svitolina anuncia divórcio com Gaël Monfils
-
Mães e esposas lutam contra a letalidade policial no Brasil
-
Meta tem 24 horas para comprovar que fornece o mesmo tratamento a Lula e Flávio Bolsonaro, diz TSE
-
França anuncia 'toques de recolher' para impedir distúrbios e saques
-
Coreia do Norte alerta para 'situação grave' na fronteira sul
-
Primeiro-ministro francês solicita 'toques de recolher' em cidades após distúrbios
-
Sob pressão, Macron admite 'falhas' na gestão policial dos distúrbios na França
-
Musk diz que quer dar ações da SpaceX a todas as crianças dos EUA
Rússia e EUA acordam restabelecer contato militar de alto nível
Rússia e Estados Unidos concordaram em retomar o diálogo militar de alto nível, interrompido pouco antes da invasão russa da Ucrânia, durante negociações realizadas nesta quinta-feira (5) em Abu Dhabi, nas quais Moscou e Kiev também aprovaram uma troca de prisioneiros.
Em 2022, o então presidente americano Joe Biden rompeu quase todo o contato militar com a Rússia, mas seu sucessor, Donald Trump, restabeleceu a comunicação com Moscou desde que voltou à Casa Branca no ano passado, com várias conversas e uma cúpula com o presidente russo, Vladimir Putin.
O acordo para restaurar o contato militar foi alcançado ao final de dois dias de negociações trilaterais entre delegações dos Estados Unidos, da Rússia e da Ucrânia em Abu Dhabi, em busca de uma solução diplomática para a guerra na Ucrânia.
O anúncio também ocorreu poucas horas após a expiração do tratado Novo START (o último acordo nuclear entre Moscou e Washington), o que despertou temores de uma corrida armamentista global.
"Os Estados Unidos e a Federação Russa concordaram hoje em Abu Dhabi em restabelecer um diálogo militar de alto nível", informou o Comando Europeu das Forças Armadas dos Estados Unidos em comunicado.
O órgão acrescentou que "as partes continuam trabalhando por uma paz duradoura".
"Manter o diálogo entre as forças armadas é um fator importante para a estabilidade e a paz globais", afirmou.
A Rússia não comentou o anúncio.
- Sem aquecimento -
Abu Dhabi foi palco da segunda rodada de negociações diretas para tentar pôr fim à guerra na Ucrânia, o conflito mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, com centenas de milhares de mortos, milhões de deslocados e grande parte do leste e do sul do país devastados.
Durante as negociações, grande parte da capital ucraniana seguia sem aquecimento em razão de sucessivos ataques russos.
Segundo o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, mais de 1.100 prédios residenciais da cidade ficarão sem aquecimento, sob temperaturas extremas, por pelo menos dois meses, porque "a usina (térmica) sofreu danos críticos".
Na capital dos Emirados Árabes Unidos, as partes concordaram em "trocar 314 prisioneiros", informou o emissário americano Steve Witkoff nas redes sociais.
Witkoff descreveu as negociações como "detalhadas e produtivas", mas reduziu as expectativas, afirmando que "ainda há muito trabalho a ser feito".
Kiev e Moscou também indicaram que o diálogo estava em um bom caminho, mas não mencionaram se houve algum avanço na questão territorial. E não há sinais de que a Rússia esteja disposta a fazer concessões.
- "Não é fácil" -
"Certamente não é fácil, mas a Ucrânia tem sido e continuará sendo o mais construtiva possível", disse o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em uma coletiva de imprensa em Kiev. "Queremos resultados mais rápidos", acrescentou.
O enviado russo Kirill Dmitriev criticou o que chamou de tentativas europeias de "interromper o progresso".
Na quarta-feira, Zelensky reconheceu pelo menos 55.000 baixas em combate desde a invasão russa em fevereiro de 2022, um número menor do que muitas estimativas independentes apontam.
A Rússia não divulgou quantos de seus soldados morreram. A BBC e o veículo de imprensa independente Mediazona, que monitoram obituários e comunicados de familiares, encontraram os nomes de mais de 160.000 militares russos mortos no conflito.
O principal ponto de discórdia nas negociações é o destino a longo prazo do território no leste da Ucrânia.
Moscou exige que Kiev retire suas tropas de grandes áreas do Donbass e quer que a comunidade internacional reconheça que as terras tomadas durante a invasão pertencem à Rússia.
- "Manter a pressão" -
O presidente americano tem pressionado ambos os lados a negociarem o fim da guerra.
Zelensky considera o papel de Washington crucial. Em uma entrevista exibida na quarta-feira pela televisão francesa, disse que "Putin só tem medo de Trump".
O presidente dos Estados Unidos poderia impor sanções econômicas à Rússia ou enviar armas à Ucrânia para "manter a pressão sobre Putin", disse Zelensky, acrescentando que a Ucrânia não cederá sua soberania.
P.Tamimi--SF-PST