-
Medvedev perde para Humbert e é eliminado na 1ª rodada do ATP 500 de Roterdã
-
City tenta se manter na cola do líder Arsenal; Tottenham e Newcastle fazem duelo tenso
-
Vonn diz que sofreu 'fratura complexa' na tíbia, mas não se arrepende de nada
-
Apresentadora de TV dos EUA admite 'desespero' por mãe desaparecida
-
Sporting arranca empate nos acréscimos contra o Porto (1-1) e segue vivo na luta pelo título
-
Roma vence Cagliari (2-0) com 2 gols de Malen e segue firme na luta por vaga na Champions
-
Israel anuncia que matou quatro supostos combatentes palestinos em um túnel de Rafah
-
Catherine O'Hara, de Esqueceram de mim', faleceu devido a um coágulo sanguíneo
-
Premiê britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Crise de combustível complica a rotina de Cuba
-
Tenista colombiano diz ter sido ameaçado de morte no Marrocos durante a Copa Davis
-
Câmara de Mineração confirma morte de 3 operários sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, pede indulto de Trump antes de responder a perguntas do Congresso
-
Jogador do Alianza Lima acusado de abuso sexual denuncia suposta vítima por extorsão
-
Opositora Machado denuncia 'sequestro' de aliado na Venezuela após breve libertação
-
Discord introduzirá reconhecimento facial para reforçar segurança de menores
-
Macron defende eliminação de vinhedos para enfrentar crise do vinho na França
-
Crise de combustível desacelera rotina em Cuba
-
Queda de Lindsey Vonn: um desafio que foi longe demais?
-
Cúmplice de Epstein se nega a responder perguntas no Congresso dos EUA
-
Dirigente opositor Guanipa está em paradeiro desconhecido após nova prisão na Venezuela
-
Espanha anuncia melhorias na segurança ferroviária após dois acidentes e uma greve
-
Regina Martínez, a médica mexicana que passeava com cachorros para se tornar atleta olímpica
-
Apesar da discrição, antitrumpismo marca presença nos Jogos Olímpicos de Inverno
-
Anatel trabalha para restabelecer bloqueio da plataforma de vídeos Rumble
-
Suíça Mathilde Grémaud supera estrela chinesa Eileen Gu e é ouro no esqui estilo livre em Milão-Cortina
-
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA
-
Primeiro-ministro britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
-
Nicole Silveira e Kim Meylemans: recém-casadas e rivais olímpicas
-
Diretor de comunicação de Starmer renuncia por vínculos de seu ex-embaixador com Epstein
-
UE exige que Meta permita acesso de chatbots concorrentes ao WhatsApp
-
Primeira-ministra do Japão promete 'mudança importante de política' após vitória esmagadora nas urnas
-
Ex-príncipe Andrew pode ter transmitido informações confidenciais a Epstein
-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
-
Aliado de María Corina Machado é detido poucas horas após sua libertação
-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
-
Trump chama de 'perdedor' esquiador olímpico por suas dúvidas de representar os EUA
-
Aliados de María Corina Machado são soltos dias antes de anistia na Venezuela
-
Real Madrid vence Valencia (2-0) e continua na cola do Barça
Israel autoriza volta de lançamentos de ajuda em Gaza, onde crise por fome se agrava
Israel, sob crescente pressão internacional para desbloquear a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, anunciou neste sábado (26) a retomada do lançamento aéreo de suprimentos sobre o território, ação da qual o Reino Unido e os Emirados Árabes Unidos estão prontos para participar.
A Defesa Civil do território palestino anunciou neste sábado a morte de 40 pessoas por bombardeios e disparos israelenses, enquanto um barco transportando ativistas pró-palestinos foi interceptado por soldados israelenses ao se aproximar da costa de Gaza.
Os militares foram vistos, em transmissão ao vivo divulgada online, embarcando no Handala, que partiu da Sicília, carregado com material médico, alimentos, equipamentos para crianças e medicamentos, em missão organizada pelo movimento internacional Flotilha da Liberdade.
A transmissão mostrou os ativistas sentados no convés com as mãos levantadas, assobiando a canção antifascista italiana "Bella Ciao" enquanto os soldados tomavam o controle da embarcação.
Israel, que sitia Gaza desde o início da guerra contra o Hamas em 2023, havia imposto no início de março um bloqueio total ao território, que foi parcialmente flexibilizado no final de maio, provocando severas carências de alimentos, medicamentos e outros produtos essenciais.
A ONU e várias ONGs agora alertam sobre um aumento da desnutrição infantil e o risco de uma fome generalizada entre os mais de dois milhões de habitantes do território.
No sábado, o Reino Unido anunciou que estava se preparando para enviar ajuda e evacuar "crianças que precisam de assistência médica", em colaboração com "parceiros como a Jordânia".
Os Emirados Árabes Unidos, por sua vez, declararam que retomariam os lançamentos "imediatamente".
O exército de Israel afirmou neste sábado que os lançamentos aéreos de ajuda para Gaza seriam retomados durante a noite e que corredores humanitários seriam estabelecidos para garantir o transporte seguro de comboios de alimentos e medicamentos da ONU.
Acrescentou que as primeiras entregas consistiriam em sete paletes com farinha, açúcar e alimentos enlatados fornecidos por organizações internacionais.
Na sexta-feira, Paris, Berlim e Londres pediram a Israel que "levantasse imediatamente as restrições sobre o envio de ajuda".
- "Caro, ineficaz" -
Os Emirados, Jordânia, França e outros países já participaram de operações de lançamento aéreo de ajuda sobre Gaza em 2024, às vezes consideradas perigosas.
Muitos responsáveis humanitários destacaram na época que este método não poderia substituir o envio de ajuda por via terrestre.
O diretor da agência da ONU para refugiados palestinos (UNRWA), Philippe Lazzarini, estimou neste sábado, em publicação no X, que "o lançamento aéreo não acabará com a fome crescente. É caro, ineficaz e pode até matar civis famintos".
Também neste sábado, a Defesa Civil de Gaza anunciou a morte de 40 pessoas devido a operações israelenses, particularmente na Cidade de Gaza (norte), em Khan Yunis (sul) e em um campo no centro da Faixa.
Segundo a organização, três pessoas morreram por disparos israelenses enquanto aguardavam ajuda humanitária, uma das quais foi morta quando os soldados abriram fogo contra um grupo de civis reunidos no noroeste da Cidade de Gaza.
Testemunhas informaram à AFP que milhares de pessoas haviam se reunido nessa área para obter alimentos.
Um deles, Abou Samir Hamoudeh, de 42 anos, disse que o exército abriu fogo "quando as pessoas tentaram se aproximar do ponto de distribuição" localizado perto de um posto militar.
Consultado pela AFP, o exército israelense afirmou que estava investigando. Em um comunicado, indicou que sua aviação bombardeou "mais de 100 alvos terroristas" em 24 horas.
As restrições impostas aos meios de comunicação por Israel e as dificuldades de acesso a várias áreas impedem a AFP de verificar de forma independente as informações fornecidas pelas diferentes partes.
A guerra foi desencadeada por um ataque sem precedentes realizado pelo movimento islamista Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que causou, do lado israelense, a morte de 1.219 pessoas, em sua maioria civis, segundo levantamento da AFP baseado em dados oficiais.
Em resposta, Israel lançou uma ofensiva que deixou pelo menos 59.733 mortos em Gaza, em sua maioria civis, de acordo com dados do Ministério da Saúde do Hamas, considerados confiáveis pela ONU.
A.Suleiman--SF-PST