-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto na Colômbia
-
Projeto imobiliário em Berlim ameaça bunker da última residêndia de Hitler
-
A inesperada sorte do dono de um card colecionável de Cooper Flagg
-
Líbano se torna primeiro país do Oriente Médio a abolir pena de morte
-
Grupos de direitos humanos processam Trump por sanções ao TPI
-
Governo iemenita acusa rebeldes houthis de ataque letal contra navio no Mar Vermelho
-
Policia espanhola desmantela rede acusada de tráfico de meninas migrantes
-
Bayer Leverkusen anuncia contratação do argentino Facundo Medina
-
Veto do governo talibã deixa 2,4 milhões de afegãs sem acesso ao ensino médio
-
Spotify lançará selo para identificar música criada com IA
-
Árbitro somali excluído da Copa do Mundo vai apitar final da Supercopa da Uefa
-
Meta e TikTok vão reforçar verificação de fatos após crise em Ceuta
-
Iêmen reporta quatro mortes em ataque de houthis contra navio no Mar Vermelho
-
Grupos de defesa dos direitos humanos processam Trump por sanções ao TPI
-
PSG e Aston Villa abrem temporada europeia na Supercopa da Uefa
-
Ex-juiz destituído por Orbán se torna presidente da Hungria
-
Bairros negros de Memphis se revoltam contra contaminação de centros de dados de Musk
-
Corrida por óculos especiais marca preparação para eclipse solar na Europa
-
Benoît Castel, premiado como melhor confeiteiro do mundo, honra suas raízes artesanais
-
Epidemia de ebola supera 2 mil mortes na RD Congo e se aproxima do surto mais letal
-
Colômbia prossegue com buscas por sobreviventes após terremoto
-
Inflação no Brasil recua em julho e fica dentro da meta oficial
-
Preparativos de petroleira dos EUA na Groenlândia geram preocupação
-
Águas-vivas forçam paralisação de três reatores nucleares na França
-
Colômbia prossegue com buscas por sobreviventes após terremoto que matou 169 pessoas
-
Síria condena Bashar al-Assad à morte por crimes contra a humanidade
-
Epidemia de ebola na RD Congo deixa mais de 2 mil mortos
-
Indonésia fecha escolas durante incêndios florestais
-
Zelensky diz que Rússia lançou 'mísseis norte-coreanos' contra a Ucrânia
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto que matou 132 na Colômbia
-
Socorristas buscam sobreviventes de terremoto que matou 111 na Colômbia
-
Meta impulsiona visão global da IA em meio a concorrência com China, OpenAI e Anthropic
-
Colômbia declara "situação de emergência" após forte terremoto que deixou 111 mortos
-
Jogos da Libertadores e da Sul-Americana na Colômbia são suspensos após terremoto
-
Embraer melhora previsões após receita recorde
-
Trump avança em ofensiva contra vacinas nos EUA
-
EUA elogia desregulamentação ambiental em Trinidad e Tobago após reabertura de siderúrgica
-
Sobe para 6.301 número de mortos por terremotos na Venezuela
-
Jogos dos campeonatos locais da Colômbia são adiados após terremoto
-
Parlamentares da Turquia apoiam lei histórica para reintegrar combatentes do PKK curdo
-
Burrito causa desconforto no partido de Trump
-
Forlán assume 'privilégio' de ser técnico interino do Uruguai
-
Forte terremoto na Colômbia deixa 111 mortos e 87 feridos
-
Zagueiro uruguaio Ronald Araújo, do Barcelona, é emprestado ao Liverpool
-
Autoridade islâmica da Indonésia proíbe homens de usar "roupa feminina" para celebrar independência
-
Começa julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur, 30 anos depois
-
Manual de instruções para entender a guerra de poder no futebol mundial
-
Justiça russa proíbe único partido contrário à guerra de disputar eleições parlamentares
-
Restos de mulher grávida de 9 mil anos são encontrados na Suécia
-
Mergulhadores italianos encontram restos de um navio romano com centenas de ânforas
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
A polícia australiana usou gás lacrimogêneo, nesta segunda-feira (9), para dispersar um protesto em Sydney contra a presença do presidente israelense, Isaac Herzog, observaram repórteres da AFP.
No início de uma visita de quatro dias, Herzog participou de uma cerimônia na praia de Bondi, em Sydney, onde homenageou as vítimas do ataque que matou 15 pessoas durante uma festividade judaica em 14 de dezembro.
No entanto, a presença de Herzog provocou protestos em Sydney e Melbourne, embora em Sydney a polícia tenha usado força contra os manifestantes e até mesmo contra alguns membros da imprensa, incluindo a AFP.
A equipe da AFP relatou ter visto pelo menos 15 manifestantes presos e cenas de confrontos com a polícia.
Em Melbourne, um protesto no centro da cidade pedia o fim da ocupação israelense dos territórios palestinos.
Na cerimônia na praia de Bondi, Herzog afirmou que "os laços entre pessoas de bem de todas as crenças e nações permanecerão fortes diante do terror, da violência e do ódio".
"Juntos, vamos superar este mal", afirmou.
O chefe de Estado disse que colocou duas pedras de Jerusalém na praia de Bondi "em memória sagrada das vítimas".
Ele celebrou os "passos positivos" tomados pelo governo australiano para combater o antissemitismo, com leis mais severas contra a posse de armas e o discurso de ódio, adotadas após o ataque.
Herzog, no entanto, disse à imprensa que compartilha a frustração das pessoas com o aumento do antissemitismo "em todo o mundo".
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, pediu que as pessoas respeitassem o propósito da visita de Herzog.
Muitos judeus australianos receberam bem a viagem de Herzog.
"Sua visita elevará o ânimo de uma comunidade enlutada", disse Alex Ryvchin, codiretor executivo do Conselho Executivo dos Judeus Australianos, o principal órgão da comunidade.
Em contrapartida, o Conselho Judaico Progressista da Austrália declarou que Herzog não era bem-vindo devido ao seu suposto envolvimento na "destruição contínua de Gaza".
O ataque na praia de Bondi foi cometido por um homem de 50 anos de nacionalidade indiana, Sajid Akram, e seu filho Naveed, um australiano de 24 anos.
Akram foi morto a tiros pela polícia e seu filho permanece detido, acusado de terrorismo e 15 homicídios.
K.Hassan--SF-PST