Sawt Falasteen - "Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula

"Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula
"Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula / foto: Luis ROBAYO - AFP

"Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula

Octogenários como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), os ícones da MPB Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque lançaram um jingle para apoiar sua reeleição neste domingo (4), no qual cantam: "Lula é um de nós".

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Assim como outros artistas declaradamente de esquerda, os três ídolos da música apoiaram a campanha de Lula contra seu principal adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022).

Lula chega ao primeiro turno com uma pequena vantagem nas pesquisas, embora indiquem um segundo turno acirrado em 25 de outubro.

Juntamente com outros músicos, Caetano, Chico e Gil - que foi ministro da Cultura de Lula durante seus primeiros primeiros mandatos - gravaram o vídeo do jingle "Bora Lula", difundido na sexta-feira por um coletivo de artistas.

Ao ritmo de samba, eles entoam estrofes, pedindo "consciência na hora de votar" e alertando que "soberania não se negocia".

Lula, de 80 anos, levantou a bandeira de campanha em defesa da soberania nacional e denunciou tentativas dos Estados Unidos de interferir nas eleições a favor de Flávio Bolsonaro, de 45 anos, cujo pai foi aliado do presidente americano, Donald Trump.

Na sexta-feira, o republicano disse acompanhar "muito de perto" as eleições no Brasil, embora até o momento tenha evitado declarar apoio a Flávio Bolsonaro.

Em outro trecho do jingle, os rappers Xamã e Ebony cantam versos sobre o Bolsa Família e as apostas online, recentemente proibidas pelo presidente.

Em 2025, Caetano, Chico e Gil aderiram a uma campanha contra um projeto de anistia aos condenados pela tentativa de golpe de Estado após a derrota de Jair Bolsonaro para Lula em 2022, entre eles o próprio ex-presidente, sentenciado a 27 anos de prisão.

J.Saleh--SF-PST