-
Rubio visitará Hungria após apoio de Trump à reeleição de Orbán
-
Procuradoria confirma morte de 5 mineradores sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, exige indulto de Trump para depor no Congresso
-
Medvedev perde para Humbert e é eliminado na 1ª rodada do ATP 500 de Roterdã
-
City tenta se manter na cola do líder Arsenal; Tottenham e Newcastle fazem duelo tenso
-
Vonn diz que sofreu 'fratura complexa' na tíbia, mas não se arrepende de nada
-
Apresentadora de TV dos EUA admite 'desespero' por mãe desaparecida
-
Sporting arranca empate nos acréscimos contra o Porto (1-1) e segue vivo na luta pelo título
-
Roma vence Cagliari (2-0) com 2 gols de Malen e segue firme na luta por vaga na Champions
-
Israel anuncia que matou quatro supostos combatentes palestinos em um túnel de Rafah
-
Catherine O'Hara, de Esqueceram de mim', faleceu devido a um coágulo sanguíneo
-
Premiê britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Crise de combustível complica a rotina de Cuba
-
Tenista colombiano diz ter sido ameaçado de morte no Marrocos durante a Copa Davis
-
Câmara de Mineração confirma morte de 3 operários sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, pede indulto de Trump antes de responder a perguntas do Congresso
-
Jogador do Alianza Lima acusado de abuso sexual denuncia suposta vítima por extorsão
-
Opositora Machado denuncia 'sequestro' de aliado na Venezuela após breve libertação
-
Discord introduzirá reconhecimento facial para reforçar segurança de menores
-
Macron defende eliminação de vinhedos para enfrentar crise do vinho na França
-
Crise de combustível desacelera rotina em Cuba
-
Queda de Lindsey Vonn: um desafio que foi longe demais?
-
Cúmplice de Epstein se nega a responder perguntas no Congresso dos EUA
-
Dirigente opositor Guanipa está em paradeiro desconhecido após nova prisão na Venezuela
-
Espanha anuncia melhorias na segurança ferroviária após dois acidentes e uma greve
-
Regina Martínez, a médica mexicana que passeava com cachorros para se tornar atleta olímpica
-
Apesar da discrição, antitrumpismo marca presença nos Jogos Olímpicos de Inverno
-
Anatel trabalha para restabelecer bloqueio da plataforma de vídeos Rumble
-
Suíça Mathilde Grémaud supera estrela chinesa Eileen Gu e é ouro no esqui estilo livre em Milão-Cortina
-
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA
-
Primeiro-ministro britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
-
Nicole Silveira e Kim Meylemans: recém-casadas e rivais olímpicas
-
Diretor de comunicação de Starmer renuncia por vínculos de seu ex-embaixador com Epstein
-
UE exige que Meta permita acesso de chatbots concorrentes ao WhatsApp
-
Primeira-ministra do Japão promete 'mudança importante de política' após vitória esmagadora nas urnas
-
Ex-príncipe Andrew pode ter transmitido informações confidenciais a Epstein
-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
-
Aliado de María Corina Machado é detido poucas horas após sua libertação
-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
Tailândia alerta para risco de guerra com Camboja, após combates com mais de 138 mil deslocados
A Tailândia advertiu nesta sexta-feira (25) que os confrontos na fronteira com o Camboja podem escalar para uma guerra, após dois dias de combates mortais que deixaram mais de 138 mil tailandeses deslocados.
Uma disputa territorial de décadas desencadeou intensos combates com jatos, artilharia, tanques e tropas terrestres na quinta-feira que preocupam a comunidade internacional.
O Conselho de Segurança da ONU convocou uma reunião de emergência nesta sexta-feira em Nova York, a pedido do primeiro-ministro do Camboja, Hun Manet.
O primeiro-ministro interino da Tailândia, Phumtham Wechayachai, alertou que "se a situação se agravar, poderá evoluir para uma guerra — embora, por enquanto, ela se limite a confrontos".
O ministro tailandês do Interior apontou que mais de 138.000 civis das quatro províncias fronteiriças com o Camboja, incluindo 428 pacientes hospitalizados, foram transferidos para abrigos temporários.
As autoridades tailandesas declararam a lei marcial em oito distritos da fronteira com o Camboja, anunciou Apichart Sapprasert, comandante da força fronteiriça nas províncias de Chanthaburi e Trat.
O balanço dos confrontos na Tailândia subiu nesta sexta-feira para 15 mortos - um soldado e 14 civis - e 46 feridos.
Em seu primeiro relatório desde o início das hostilidades, as autoridades provinciais do Camboja relataram uma morte e cinco feridos.
Os combates foram retomados em três áreas na madrugada desta sexta-feira, afirmou o Exército tailandês.
No entanto, o porta-voz da chancelaria tailandesa, Nikorndej Balankura, disse à AFP que havia sinais de que os combates estavam diminuindo e que seu país estava aberto a negociações, possivelmente com a mediação da Malásia.
"Estamos prontos. Se o Camboja quiser resolver esta questão por via diplomática, bilateralmente ou mesmo através da Malásia, estamos prontos para isso. Mas até agora não recebemos nenhuma resposta", disse Nikorndej à AFP.
A Malásia atualmente ocupa a presidência do bloco regional da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), do qual Tailândia e Camboja são membros.
- "Não sei quando poderemos voltar para casa" -
Embora o balanço de vítimas do Camboja seja baixo, jornalistas da AFP viram quatro soldados feridos e três civis recebendo tratamento em um hospital em Oddar Meanchey.
Os soldados disseram que ficaram feridos durante os combates de quinta-feira, enquanto os civis afirmaram que foram atingidos por estilhaços.
Na cidade cambojana de Samraong, a 20 quilômetros da fronteira, jornalistas da AFP viram famílias fugindo em alta velocidade em veículos com seus filhos e pertences em meio aos disparos.
"Moro muito perto da fronteira. Estamos com medo", disse Pro Bak, de 41 anos, à AFP. Ele levava a esposa e os filhos para um templo budista em busca de refúgio. "Não sei quando poderemos voltar para casa", acrescentou.
Os combates marcam uma escalada dramática em uma longa disputa entre os vizinhos — ambos destinos populares para milhões de turistas estrangeiros — pela fronteira compartilhada de 800 quilômetros.
Os combates eclodiram entre 2008 e 2011, deixando pelo menos 28 mortos e dezenas de milhares de desabrigados.
burs-pdw/dhc/aa/jc/dd
G.AbuOdeh--SF-PST