-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
«كوالكوم» توسع حضورها السعودي وتدفع نحو حوسبة الذكاء الاصطناعي
-
غرفة أبوظبي تستعرض برامج دعم مجتمع الأعمال في العين
-
العراق يبحث إعلان طوارئ بيئية مع تصاعد تلوث دجلة والفرات
-
لماذا يحتفظ مسلسل «رأفت الهجان» بجاذبيته بعد أربعة عقود؟
-
إصابات في هجمات على كييف وضربة أوكرانية تستهدف مصفاة إيلسكي
-
العراق يتحرى مصير 18 مهاجراً يُشتبه بغرقهم قبالة ليبيا
-
أزمة النيل تنتقل من الخلاف المائي إلى صراع إقليمي أوسع
-
فيصل بن فرحان ونواف سلام يبحثان العلاقات السعودية اللبنانية
-
عاصفة قوية تقطع الكهرباء وتربك الرحلات في نيوجيرسي
-
الجيش الأميركي يختبر جاهزية وحدات لتحرك محتمل في كوبا
-
المحكمة العليا الأميركية ترفض مجدداً خريطة دوائر ميزوري
-
أمن المقاومة في غزة يعلن إحباط مخطط استهدف مستشفى ناصر
-
الجيش الإسرائيلي يمدد عملياته في مخيمي طولكرم ونور شمس
-
«ميتا» تعرض جهاز «ميوز تشارم» لتقليل الاعتماد على الهاتف
-
القرنفل والجهاز التنفسي: فوائد محتملة ومحاذير طبية
-
غارات وقصف إسرائيلي يطاولان مناطق متعددة في جنوب لبنان
-
هولندا توسع حظر منتجات المستوطنات ليشمل أمتعة المسافرين
-
غزة تطالب بحماية الصحفيين بعد ارتفاع حصيلة القتلى إلى 262
-
قنوات الاستفسار عن المساعدة المالية بقيمة 1250 شيكلاً في غزة
-
البيت الأبيض يعلن إلغاء نحو مليار دولار من الإنفاق الحكومي
-
«إعلان أبوظبي» يتصدر أجندة المواجهة الدولية للجريمة الرقمية
-
منتدى دبي للصناعات الغذائية يطلق دليلاً وطنياً وبرنامجاً للرواد
-
مؤتمر أبوظبي لمنع الجريمة يركز على العمل الدولي المشترك
-
عجمان ووزارة الاقتصاد تبحثان رفع كفاءة الأسواق وبيئة الأعمال
-
منصور بن زايد يرحب بضيوف مؤتمر الأمم المتحدة لمنع الجريمة
-
تقرير يرصد 12 خرقاً لوقف إطلاق النار في غزة خلال يوم
-
مهندسو الفضاء يدرسون نوافذ جديدة لرحلات القمر والمريخ
-
برمجية «CLOSEDQUORUM» تستخدم أربعة نماذج ذكاء اصطناعي في الهجوم
-
مبادرة محمد بن راشد الإغاثية لغزة بوصفها صدقة جارية
-
تفاهم صيني أميركي على خفض رسوم بقيمة 30 مليار دولار
-
الإمارات تدعو إلى شراكات دولية تعزز تكامل الأطر القانونية
-
برنامج إماراتي يحول النصوص الأدبية إلى أعمال مرئية
-
إطلاق منصة زيادات رؤوس الأموال في مصر خلال أسابيع
-
مصر و«الفطيم» تبحثان مشروعات لوجستية وتوسعات استثمارية
-
صناديق الأسهم العالمية تستقطب أكبر تدفقات في ثلاثة أشهر
-
منصة رقمية موحدة في مصر لتأسيس الشركات والتراخيص
-
محافظ بنك فرنسا يحذر من التعويل على المركزي الأوروبي في أزمة الديون
-
مصر تخطط لإنشاء تسع مناطق استثمارية خلال ثلاثة أعوام
-
عبدالله بن زايد يحضر أول «مجلس الإمارات للاستثمار» في نيويورك
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Estreito de Ormuz em sete dias
-
Mulher que afirmou ter sido estuprada por Jay-Z diz que fez 'acusações falsas'
-
Mbappé sofre lesão no joelho e deixará concentração da França
-
Chapecoense retorna ao local da tragédia aérea dez anos depois
Irã confirma reunião com potências europeias sobre o programa nuclear
O Irã terá uma nova reunião sobre seu programa nuclear com Alemanha, França e Reino Unido na sexta-feira (25) em Istambul, anunciou nesta segunda-feira (21) a imprensa estatal iraniana, um mês após a guerra de 12 dias contra Estados Unidos e Israel.
"Em resposta à demanda dos países europeus, o Irã aceitou ter uma nova rodada de diálogo", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghai, citado pela televisão estatal.
Uma fonte diplomática alemã informou que Berlim, Paris e Londres prosseguiam "trabalhando intensamente (...) para encontrar uma solução diplomática duradoura e verificável para o programa nuclear iraniano" e que pretendiam ter uma reunião no final da semana.
"O Irã demonstrou que é capaz de resistir (aos ataques), mas sempre esteve disposto a uma diplomacia real, recíproca e de boa-fé", afirmou no domingo o ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araqchi.
Nesta segunda-feira, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã elevou o tom contra as três potências europeias, que Baghai acusou pelo fracasso do acordo de 2015.
"As partes europeias foram culpadas e negligentes na aplicação do acordo nuclear", declarou o porta-voz da diplomacia. Paris, Londres e Berlim ameaçam restabelecer as sanções da ONU contra o Irã, como permite o acordo, acusando Teerã de violar seus compromissos nucleares.
Os países ocidentais e Israel suspeitam que o Irã pretenda desenvolver uma bomba atômica, o que Teerã nega, embora insista em seu direito de desenvolver um programa nuclear apenas com finalidades civis.
Em 13 de junho, Israel executou um ataque surpresa, com bombardeios no Irã que mataram comandantes militares e cientistas ligados ao programa nuclear.
As forças dos Estados Unidos se uniram à ofensiva de seu aliado israelense e atacaram três instalações nucleares na noite de 21 de junho.
Desde que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou os ataques, as negociações foram suspensas. A última reunião entre representantes do E3 (Alemanha, França, Reino Unido) e o Irã aconteceu em Genebra em 21 de junho, poucas horas antes dos bombardeios americanos.
- Encontro com Putin -
Paralelamente, o presidente russo Vladimir Putin recebeu no domingo no Kremlin Ali Larijani, conselheiro do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, para abordar a questão nuclear.
Larijani "transmitiu avaliações sobre o agravamento da situação no Oriente Médio e sobre o programa nuclear iraniano", declarou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov.
Putin expressou as "posições bem conhecidas da Rússia sobre como estabilizar a situação na região e sobre a solução política do programa nuclear iraniano", acrescentou. A reunião em Moscou não havia sido anunciada previamente.
A Rússia mantém boas relações com o Irã, considerado seu principal aliado no Oriente Médio, mas não apoiou Teerã de modo veemente em sua recente guerra com Israel, nem após os ataques americanos contra as instalações nucleares.
Na semana passada, Moscou criticou um artigo do site americano Axios que afirmava que Putin havia "encorajado" o Irã a aceitar um acordo com Washington que impediria Teerã de enriquecer urânio.
- Ameaças de sanções -
Em 2015, o Irã, várias potências ocidentais, China e Rússia alcançaram um acordo que previa a introdução de importantes restrições ao programa nuclear iraniano em troca da suspensão das sanções contra o país.
Mas o governo dos Estados Unidos se retirou do acordo em 2018, durante o primeiro mandato de Donald Trump, quando as sanções foram retomadas.
Teerã e Washington participaram em várias rodadas de conversações nucleares, com a presença de mediadores de Omã, antes de Israel iniciar a guerra de 12 dias contra o Irã.
Alemanha, França, Reino Unido e a União Europeia reiteraram na semana passada ao Irã sua "determinação" de reativar as sanções da ONU se não houver avanços concretos para um acordo sobre o programa nuclear.
O chefe da diplomacia iraniana manteve na semana passada uma conversa telefônica com seus homólogos britânico, francês e alemão, assim como com a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas.
Durante a ligação, os diplomatas europeus comunicaram a Araqchi "sua determinação de utilizar o mecanismo de 'snap-back' (sanções) na ausência de avanços concretos" para um novo acordo sobre o programa nuclear iraniano.
Na sexta-feira, o ministro iraniano negou que a ameaça tivesse base "moral ou jurídica".
Q.Jaber--SF-PST