-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
«كوالكوم» توسع حضورها السعودي وتدفع نحو حوسبة الذكاء الاصطناعي
-
غرفة أبوظبي تستعرض برامج دعم مجتمع الأعمال في العين
-
العراق يبحث إعلان طوارئ بيئية مع تصاعد تلوث دجلة والفرات
-
لماذا يحتفظ مسلسل «رأفت الهجان» بجاذبيته بعد أربعة عقود؟
-
إصابات في هجمات على كييف وضربة أوكرانية تستهدف مصفاة إيلسكي
-
العراق يتحرى مصير 18 مهاجراً يُشتبه بغرقهم قبالة ليبيا
-
أزمة النيل تنتقل من الخلاف المائي إلى صراع إقليمي أوسع
-
فيصل بن فرحان ونواف سلام يبحثان العلاقات السعودية اللبنانية
-
عاصفة قوية تقطع الكهرباء وتربك الرحلات في نيوجيرسي
-
الجيش الأميركي يختبر جاهزية وحدات لتحرك محتمل في كوبا
-
المحكمة العليا الأميركية ترفض مجدداً خريطة دوائر ميزوري
-
أمن المقاومة في غزة يعلن إحباط مخطط استهدف مستشفى ناصر
-
الجيش الإسرائيلي يمدد عملياته في مخيمي طولكرم ونور شمس
-
«ميتا» تعرض جهاز «ميوز تشارم» لتقليل الاعتماد على الهاتف
-
القرنفل والجهاز التنفسي: فوائد محتملة ومحاذير طبية
-
غارات وقصف إسرائيلي يطاولان مناطق متعددة في جنوب لبنان
-
هولندا توسع حظر منتجات المستوطنات ليشمل أمتعة المسافرين
-
قنوات الاستفسار عن المساعدة المالية بقيمة 1250 شيكلاً في غزة
-
«إعلان أبوظبي» يتصدر أجندة المواجهة الدولية للجريمة الرقمية
-
منتدى دبي للصناعات الغذائية يطلق دليلاً وطنياً وبرنامجاً للرواد
-
مؤتمر أبوظبي لمنع الجريمة يركز على العمل الدولي المشترك
-
عجمان ووزارة الاقتصاد تبحثان رفع كفاءة الأسواق وبيئة الأعمال
-
منصور بن زايد يرحب بضيوف مؤتمر الأمم المتحدة لمنع الجريمة
-
تقرير يرصد 12 خرقاً لوقف إطلاق النار في غزة خلال يوم
-
مهندسو الفضاء يدرسون نوافذ جديدة لرحلات القمر والمريخ
-
برمجية «CLOSEDQUORUM» تستخدم أربعة نماذج ذكاء اصطناعي في الهجوم
-
مبادرة محمد بن راشد الإغاثية لغزة بوصفها صدقة جارية
-
عبدالله بن زايد يحضر أول «مجلس الإمارات للاستثمار» في نيويورك
-
الإمارات تدعو إلى شراكات دولية تعزز تكامل الأطر القانونية
-
إطلاق منصة زيادات رؤوس الأموال في مصر خلال أسابيع
-
غزة تطالب بحماية الصحفيين بعد ارتفاع حصيلة القتلى إلى 262
-
تفاهم صيني أميركي على خفض رسوم بقيمة 30 مليار دولار
-
البيت الأبيض يعلن إلغاء نحو مليار دولار من الإنفاق الحكومي
-
مصر تخطط لإنشاء تسع مناطق استثمارية خلال ثلاثة أعوام
-
محافظ بنك فرنسا يحذر من التعويل على المركزي الأوروبي في أزمة الديون
-
منصة رقمية موحدة في مصر لتأسيس الشركات والتراخيص
-
برنامج إماراتي يحول النصوص الأدبية إلى أعمال مرئية
-
مصر و«الفطيم» تبحثان مشروعات لوجستية وتوسعات استثمارية
-
صناديق الأسهم العالمية تستقطب أكبر تدفقات في ثلاثة أشهر
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
Presidente sírio retira tropas de Sweida para evitar 'guerra aberta' com Israel
O presidente da Síria, Ahmed al Sharaa, afirmou que deseja evitar uma "guerra aberta" com Israel e ordenou a retirada, nesta quinta-feira (17), das tropas governamentais de Sweida, delegando aos drusos a tarefa de manter a segurança na região, após os confrontos que deixaram centenas de mortos.
Israel bombardeou a Síria depois dos confrontos entre drusos e tribos beduínas que começaram no domingo e ameaçou intensificar os ataques, caso o governo sírio não retirasse as tropas desta província no sul do país.
Com a retirada das tropas do governo, os habitantes saíram às ruas e verificaram a destruição na cidade. Um fotógrafo da AFP observou 15 cadáveres no centro de Sweida, mas não conseguiu verificar se eram civis ou combatentes.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), uma ONG com sede no Reino Unido e com uma ampla rede de fontes no território sírio, afirmou que os confrontos deixaram mais de 370 mortos, incluindo 27 civis vítimas de "execuções sumárias" pelas forças de segurança.
A violência ilustra os desafios enfrentados pelo governo interino de Al Sharaa, o líder islamista de uma coalizão de rebeldes que derrubou o presidente Bashar al Assad em dezembro, após quase 14 anos de guerra civil.
Os confrontos começaram no domingo entre as tribos beduínas sunitas e os combatentes drusos, depois do sequestro de um comerciante de verduras druso nesta cidade do sul do país, reduto desta minoria.
O governo sírio enviou suas forças à região na terça-feira para tentar restabelecer a ordem, mas uma ONG, testemunhas e grupos locais as acusaram de cometer execuções de civis e saques.
O líder islamista afirmou em um discurso exibido na televisão na madrugada de quinta-feira que deu "prioridade ao interesse dos sírios, em vez do caos e da destruição" e pretende evitar "uma nova guerra de grande alcance".
Membros das forças do governo informaram a um correspondente da AFP que receberam a ordem de deixar Sweida pouco antes da meia-noite e que completaram a retirada durante a madrugada.
Hostil a qualquer presença militar síria perto de sua fronteira, Israel bombardeou Damasco na quarta-feira, incluindo ataques contra o quartel-general do Exército e outras áreas do país vizinho.
Israel defende que atuou para proteger os drusos, uma minoria que é um braço do xiismo, mas considerada como uma corrente esotérica, que também está presente no país.
O presidente sírio anunciou que "as facções locais e os xeiques drusos" assumirão a responsabilidade pela segurança em Sweida.
Antes da guerra civil, iniciada em 2011, a comunidade drusa na Síria era de 700.000 pessoas, a maioria delas concentradas em Sweida.
- Mediação dos Estados Unidos -
Em seu discurso, Al Sharaa prometeu que vai exigir uma prestação de contas pelas agressões contra o "povo druso, que está sob a proteção e responsabilidade do Estado".
"O Estado sírio interveio para acabar com os confrontos entre os grupos armados de Sweida e as regiões vizinhas", assegurou.
O presidente sírio também condenou Israel por recorrer a "um ataque em larga escala contra instalações civis e governamentais" em seu país, alegando que isso complicou a situação.
Também elogiou "a intervenção eficaz da mediação americana, árabe e turca (...) que salvou a região de um destino incerto".
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou na quarta-feira que os dois lados concordaram com "passos específicos que acabarão com esta situação preocupante e horrível". Pouco depois, o Exército sírio anunciou a retirada de Sweida.
Embora seja o principal aliado de Israel, o governo dos Estados Unidos também busca uma aproximação com as novas autoridades sírias, apesar do passado jihadista de seu líder, com quem Donald Trump se reuniu em maio.
O governo interino sírio prometeu proteger as minorias do país, caracterizado por sua diversidade, mas os confrontos ou incidentes como o massacre de alauitas, a comunidade à qual pertence Assad, provocam dúvidas sobre sua capacidade de controlar a situação.
C.AbuSway--SF-PST