-
Lula sanciona lei de incentivo ao futebol feminino a um ano da Copa do Mundo no Brasil
-
Emissário russo se reuniu com funcionários dos EUA para tratar da Ucrânia
-
Burnham vai propor 'diferentes opções' para as relações entre Reino Unido e UE
-
Com coleção folk e floral, Anderson reafirma seu estilo na Dior
-
ONU prorroga por seis meses missão da força antigangues no Haiti
-
UE espera preços da energia 'muito elevados' neste inverno
-
Às vésperas das eleições, Lula se inspira em Bad Bunny para criticar Trump
-
Aston Martin confirma Alonso e Stroll como pilotos para temporada 2027
-
Diretor da Torre Eiffel deixará cargo por afastar funcionárias durante visita
-
Desemprego no Brasil se mantém em mínimo histórico às vésperas da eleição
-
Aluno mata professora em ataque com faca na Eslováquia
-
Ancelotti testa jogadores e Brasil vence a Austrália por 4-2 em amistoso
-
Homem que passou décadas no corredor da morte nos EUA é libertado
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater a crise habitacional
-
Deserções em queda livre na Coreia do Norte
-
Irã ameaça com mais ataques e aguarda resposta dos Estados Unidos sobre Ormuz
-
Mistério no Reino Unido após libertação de suspeitos de planejar atacar base militar
-
Executivos da IA se reúnem com Trump na Casa Branca
-
Cortes ameaçam suspender ajuda a mais de 8 milhões de refugiados, alerta ONU
-
Fifa acusa Uefa de campanha de desinformação sobre projeto frustrado de capital privado
-
Coreia do Sul denuncia 'violação do armistício' em zona desmilitarizada com o Norte
-
Senado americano aprova reforma histórica do esporte universitário
-
Furacão Polo atinge o México
-
Irã afirma que aguarda resposta dos Estados Unidos sobre plano para reabrir Ormuz
-
صندوق النقد العربي يواصل دعم الاستقرار المالي والنقدي في المنطقة
-
الإمارات تعرض في الأمم المتحدة نهجها لخفض التصعيد وبناء الجسور
-
تدمير البيوت التراثية يهدد الذاكرة السياسية والعمرانية لجنوب لبنان
-
وزارة المالية تدعم توسع الشركات المصرية في السوق التنزانية
-
محمد بن زايد يزور السعودية بعد فترة من الفتور في علاقات البلدين
-
الإمارات توسع منظومة رعاية القلب بالوقاية والعلاج المتخصص
-
طيران الإمارات وغرف دبي تتعاونان لدعم تنافسية الشركات الصغيرة
-
بكين تتحدث عن عودة العلاقات مع طوكيو إلى مسارها الطبيعي
-
دي بي ورلد تدشن خطاً بحرياً بين الهند والفجيرة وعُمان واليمن
-
تكريم الفائزين في الدورة الثانية من مسابقة مهارات كليات التقنية
-
سعود بن صقر يتابع تطوير منظومة التنقل الجوي في رأس الخيمة
-
جلف هوست 2026 يعزز آفاق الضيافة وخدمات الأغذية في المنطقة
-
مؤتمر أبوظبي لمنع الجريمة يدفع أجندة العدالة الدولية قدماً
-
دبي بلس تبدأ تقديم محتواها الترفيهي على رحلات طيران الإمارات
-
إنفيديا تطلق منصة مفتوحة لضبط صلاحيات وكلاء الذكاء الاصطناعي
-
مصر تستهدف زيادة حصة الصادرات السلعية إلى 30% من الناتج المحلي
-
الدولار يقترب من ذروة شهرين وسط تقلبات حادة في أسواق النفط
-
مستوطنون يضرمون النار في منزلين وسيارة بقرية جالود
-
اقتحامات واعتداءات إسرائيلية تسجل في عدة مناطق بالضفة الغربية
-
شركتان تستهدفان 500 مليون جنيه من عقود التمويل العقاري التشاركي
-
سهم شي إن يتراجع 14% رغم إعلان أول أرباح منذ الطرح
-
مباحثات لجذب مستثمرين صينيين إلى مشروعات صناعية في مصر
-
أربع شركات دولية تعرض خططها للتوسع والاستثمار في السوق المصرية
-
العربي الأفريقي الدولي يوسع برامج إعداد القيادات المصرفية
-
ذكرى انتفاضة الأقصى تستعيد تحولات المواجهة الفلسطينية الإسرائيلية
-
مجموعة الغندور ترصد 3 مليارات جنيه لتوسعات جديدة حتى 2030
Zelensky e vice-presidente dos EUA se reúnem para conversar sobre fim da guerra na Ucrânia
O vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, e o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky, se reúnem nesta sexta-feira (14), em Munique, para discutir o fim da guerra com a Rússia, que, segundo Kiev, só será possível se houver um plano comum com a participação de Washington e dos países europeus.
A reunião na Alemanha é considerada um momento crucial para a Ucrânia, que busca manter os Estados Unidos ao seu lado após o presidente Donald Trump surpreender seus aliados ao lançar conversas com o líder russo Vladimir Putin para encerrar o conflito.
Zelensky apontou que Kiev só conversará com a Rússia se houver posições comuns com os Estados Unidos e seus outros aliados. "Então, com essa posição unificada, estaremos dispostos a falar com os russos", disse antes da reunião com Vance.
O vice-presidente americano insistiu que seu país está disposto a pressionar a Rússia para que acabe com a guerra de três anos contra a Ucrânia e assegurou aos europeus que, "claro", eles terão sua parte nas negociações.
No entanto, Vance também lembrou as potências europeias de que terão que assumir maiores responsabilidades na Otan para dividir o peso da defesa do continente.
A conversa telefônica de quarta-feira entre Trump e Putin fez Kiev e os europeus temerem uma saída do conflito que prejudique seus interesses.
O diplomata alemão Christoph Heusgen, que preside a Conferência, disse que Vance poderia anunciar a retirada da Europa de uma grande parte das tropas americanas atualmente posicionadas —são mais de 65 mil soldados destacados permanentemente —, mas ele não fez nenhuma menção a essa possibilidade em seu discurso.
Vance, no entanto, voltou a defender a ideia de Trump de que a Europa deve aumentar os gastos militares.
"Nos parece importante que os europeus façam um esforço maior enquanto os Estados Unidos se concentram em áreas do mundo que correm grandes perigos", disse Vance, que chamou seu presidente de "novo xerife".
Em Varsóvia, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, preparou o terreno afirmando que "não se pode dar por certo que a presença dos Estados Unidos durará para sempre".
O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, respondeu que os europeus não podem substituir militarmente o destacamento americano da noite para o dia, mas disse ter proposto um plano nesse sentido.
Aguardando detalhes sobre a reunião entre Zelensky e Vance na capital bávara, onde também se espera a presença do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, o jogo diplomático acelera.
- "Pressão militar" -
O vice-presidente dos EUA também procurou garantir a Kiev que os Estados Unidos levarão sua soberania a sério ao conversar com a Rússia, depois que outras autoridades do alto escalão disseram abertamente que a Ucrânia poderia ter que abrir mão de territórios ocupados pela Rússia, começando pela Crimeia, que foi anexada em 2014.
"Há ferramentas econômicas de pressão e, é claro, há ferramentas militares de pressão", disse Vance ao Wall Street Journal.
Essas declarações foram aplaudidas por Zelensky, que as descreveu como um "sinal forte".
A Ucrânia continua a exigir uma "paz justa" três anos após a invasão russa, bem como garantias de segurança da Europa e dos Estados Unidos na forma de tropas para garantir a manutenção da paz.
Washington já deixou claro que não enviará soldados para a Ucrânia e que não considera realista a entrada da Ucrânia na Otan.
A Rússia, que não estará representada na conferência de Munique, quer manter os territórios ocupados e abordar as "raízes do conflito", começando pela presença da Otan ao longo de suas fronteiras.
De acordo com Timothy Ash, professor de estudos europeus em Oxford, a mensagem da Casa Branca para a Europa "é muito clara em relação à Ucrânia: o problema é seu. Nós ajudaremos a fazer um acordo com a Rússia, mas cabe a você garantir que ele seja feito".
S.Barghouti--SF-PST