-
Com 2 de Yamal, Espanha goleia Croácia (4-1) na Liga das Nações
-
Colonos israelenses atacam aldeia na Cisjordânia e incendeiam duas casas
-
Trump defende "autorregulação" da inteligência artificial diante de líderes do setor
-
Scaloni diz que há 'predisposição de ambas as partes' para continuar na Argentina
-
Queda de braço entre Fifa e Uefa ganha novo capítulo
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater crise habitacional
-
Investigação descarta explosivos em possível plano de ataque a base britânica
-
Roubo de celulares no Brasil, um pesadelo de segurança em cada bolso
-
Mãe americana que matou os 3 filhos busca absolvição após ter julgamento anulado
-
OpenAI lança modelo de IA mais barato após descartar outro considerado inseguro
-
Malásia começa a repatriar milhares de migrantes de Mianmar
-
'O futebol não precisa de imperadores', diz presidente da Uefa sobre Infantino
-
Advogada de centro-direita é a primeira mulher chefe de Governo do Marrocos
-
Tensão social aumenta na França com greve de funcionários e protesto estudantil
-
Premier League considera Manchester City culpado de infrações financeiras 'graves'
-
Pacífico mexicano resiste à passagem do furacão Polo
-
Lula sanciona lei de incentivo ao futebol feminino a um ano da Copa do Mundo no Brasil
-
Emissário russo se reuniu com funcionários dos EUA para tratar da Ucrânia
-
Burnham vai propor 'diferentes opções' para as relações entre Reino Unido e UE
-
Com coleção folk e floral, Anderson reafirma seu estilo na Dior
-
ONU prorroga por seis meses missão da força antigangues no Haiti
-
UE espera preços da energia 'muito elevados' neste inverno
-
Às vésperas das eleições, Lula se inspira em Bad Bunny para criticar Trump
-
Aston Martin confirma Alonso e Stroll como pilotos para temporada 2027
-
Diretor da Torre Eiffel deixará cargo por afastar funcionárias durante visita
-
Desemprego no Brasil se mantém em mínimo histórico às vésperas da eleição
-
Aluno mata professora em ataque com faca na Eslováquia
-
Ancelotti testa jogadores e Brasil vence a Austrália por 4-2 em amistoso
-
Homem que passou décadas no corredor da morte nos EUA é libertado
-
Sob pressão de protestos, Espanha anuncia medidas para combater a crise habitacional
-
Deserções em queda livre na Coreia do Norte
-
Irã ameaça com mais ataques e aguarda resposta dos Estados Unidos sobre Ormuz
-
Mistério no Reino Unido após libertação de suspeitos de planejar atacar base militar
-
Executivos da IA se reúnem com Trump na Casa Branca
-
Cortes ameaçam suspender ajuda a mais de 8 milhões de refugiados, alerta ONU
-
Fifa acusa Uefa de campanha de desinformação sobre projeto frustrado de capital privado
-
Coreia do Sul denuncia 'violação do armistício' em zona desmilitarizada com o Norte
-
Senado americano aprova reforma histórica do esporte universitário
-
Furacão Polo atinge o México
-
Irã afirma que aguarda resposta dos Estados Unidos sobre plano para reabrir Ormuz
-
صندوق النقد العربي يواصل دعم الاستقرار المالي والنقدي في المنطقة
-
الإمارات تعرض في الأمم المتحدة نهجها لخفض التصعيد وبناء الجسور
-
مستوطنون يضرمون النار في منزلين وسيارة بقرية جالود
-
مباحثات لجذب مستثمرين صينيين إلى مشروعات صناعية في مصر
-
مجموعة الغندور ترصد 3 مليارات جنيه لتوسعات جديدة حتى 2030
-
مصر تستهدف زيادة حصة الصادرات السلعية إلى 30% من الناتج المحلي
-
سهم شي إن يتراجع 14% رغم إعلان أول أرباح منذ الطرح
-
شركتان تستهدفان 500 مليون جنيه من عقود التمويل العقاري التشاركي
-
اقتحامات واعتداءات إسرائيلية تسجل في عدة مناطق بالضفة الغربية
-
أزمة السيولة والوصول إلى الحسابات تضيق الخناق الاقتصادي على غزة
Partido governante da Geórgia lidera eleições legislativas, afastando país da UE
O partido governante Sonho Georgiano está à frente da oposição pró-europeia nas eleições legislativas da Geórgia, apontam os resultados oficiais parciais, o que poderia colocar em perigo as ambições desta ex-república soviética do Cáucaso de entrar na União Europeia.
Após a apuração de 70% das seções eleitorais, o Sonho Georgiano, que a oposição acusa de autoritarismo pró-russo, soma 53% dos votos contra 38,28% da coalizão de quatro partidos pró-europeus, segundo os resultados divulgados pela Comissão Eleitoral Central (CEC).
"Como mostram os resultados tornados públicos pela Comissão Eleitoral Central, o Sonho Georgiano assegurou uma sólida maioria" no novo Parlamento, declarou aos jornalistas o secretário-executivo do partido, Mamuka Mdinaradze
Anteriormente, uma pesquisa de boca de urna do instituto americano Edison Research para um canal de televisão favorável à oposição estimou que a aliança pró-Europa ficaria com 51,9% dos votos.
A presidente do país, Salome Zourabichvili, pró-europeia, afirmou, com base nessa pesquisa, que a aliança pró-Europa havia vencido "com 52% dos votos, apesar das tentativas de manipulação".
Contudo, segundo outra pesquisa de boca de urna do canal Imedi, ligado ao governo, o Sonho Georgiano obteve 56,1% dos votos.
O primeiro-ministro da Hungria, o nacionalista Viktor Orban, "felicitou" o Sonho Georgiano por sua "vitória esmagadora" nas eleições, garantindo que "os habitantes da Geórgia sabem o que é melhor para o seu país".
A União Europeia alertou que o resultado da votação teria influência nas chances de adesão da Geórgia ao bloco, um objetivo que está na Constituição da ex-república soviética do Cáucaso, que tem quase quatro milhões de habitantes.
Geralmente divididas, as forças de oposição conseguiram estabelecer uma frente inédita contra o governo, formada, entre outros, pelo Movimento Nacional Unido do ex-presidente detido Mikheil Saakashvili.
Eleitores na capital, Tiblíssi, expressaram opiniões divergentes neste sábado sobre se o país deveria se aproximar da Europa ou melhorar suas relações com Moscou.
"Quero viver na Europa, não na Rússia", disse Alexandre Guldani, um eleitor de 18 anos.
Outros pediram pragmatismo nas relações com Moscou, que está mergulhada na invasão da Ucrânia há dois anos e meio.
"Deveríamos ser amigos da Rússia e da Europa", disse Giga Abuladze, que trabalha em um jardim de infância dirigido pelo Patriarcado Ortodoxo em Tiblíssi.
Em caso de vitória, a aliança da oposição prometeu que formaria um governo de coalizão e promoveria reformas eleitorais e judiciais, e a revogação de diversas leis promulgadas recentemente. Também organizaria novas eleições em um ano para conhecer a vontade dos cidadãos.
A presidente Zourabichvili denunciou incidentes violentos em alguns locais de votação, após a divulgação nas redes sociais de imagens que mostram brigas.
- Entre Bruxelas e Moscou -
O Sonho Georgiano, no poder desde 2012, é acusado de entrar em uma espiral rumo à implementação de um regime autoritário pró-Rússia que se distancia da UE e da Otan.
Alguns dirigentes do partido são muito críticos em relação ao Ocidente. Seu líder nas sombras, Bidzina Ivanishvili, afirma que as outras nações tratam a Geórgia como "bucha de canhão".
O país às margens do Mar Negro está ainda muito marcado pela invasão russa em uma guerra rápida em 2008, depois da qual Moscou instalou bases militares em duas regiões separatistas georgianas, Abkhazia e Ossétia do Sul, que reconheceu como Estados independentes.
O partido governante fez campanha com base no lema de que é o único capaz de impedir uma suposta "ucranização" da Geórgia.
O governo declarou antes das eleições que buscava obter 75% das cadeiras do Parlamento, uma ampla maioria que permitiria mudar a Constituição e proibir os partidos opositores pró-Ocidente.
A Geórgia foi abalada em maio por grandes manifestações da oposição contra uma lei sobre "influência estrangeira" inspirada na legislação russa utilizada para reprimir a dissidência.
Bruxelas congelou o processo de adesão do país à UE e o governo dos Estados Unidos adotou sanções contra autoridades georgianas acusadas de autorizar uma "repressão brutal" contra os manifestantes.
O foco mais recente de tensão entre Bruxelas e Tiblíssi foi a promulgação, no início do mês, de uma lei que restringe severamente os direitos das pessoas LGBTQIA+.
Z.AbuSaud--SF-PST