-
FMI recomenda que Argentina fortaleça criação de empregos e atraia mais investimentos
-
Alcaraz vence Basilashvili e vai às quartas do ATP 500 de Viena
-
مقتل فلسطينيين في غزة مع تواصل غارات الاحتلال وقصفه المدفعي وإطلاق النار
-
María Corina Machado questiona transparência de acordo petrolífero com EUA
-
الإمارات تشدد على تغليب الحوار والحلول السياسية لاحتواء توترات المنطقة
-
"Temos que aguentar isso", diz ministro alemão ao defender diálogo com a Rússia no G20
-
مغادرة لاغارد المبكرة تفتح سباق خلافة البنك المركزي الأوروبي
-
UE e Canadá querem levar relação "ao mais alto nível possível" em cúpula em Montreal
-
عون ينفي إحراز تقدم وبري يحذر من إنهاء مهمة «يونيفيل»
-
Carrick acredita que pode 'melhorar as coisas' no Manchester United
-
Quatro petroleiros pegam fogo no Estreito de Ormuz após colisão com minas
-
هجوم أوكراني واسع بالمسيّرات تزامن مع وجود عشرات القادة الأفارقة في موسكو
-
Desabamento de coluna rochosa deixa três mortos na Capadócia, na Turquia
-
Irã recebe carta do vice-presidente dos EUA
-
EUA demite o principal estrategista do Exército (imprensa)
-
Rybakina vai às quartas do WTA 500 de Tóquio e terminará ano como número 1 do mundo
-
Governador do Alasca ordena investigação sobre dois candidatos ao Senado com o mesmo nome
-
Atirador francês abriu fogo intencionalmente contra muçulmanos e africanos
-
Bloco de Netanyahu ataca os partidos árabes após seu histórico resultado eleitoral
-
Catar nega acusações de interferência em eleições israelenses
-
Petrolíferas obtêm enormes lucros em um mercado impactado pela guerra
-
Líder de Hong Kong pede desculpas por incêndio mortal quase um ano depois
-
Ataque com drone russo deixa 14 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Economia americana tem crescimento expressivo no 3º trimestre; inflação segue alta
-
Oposição acende sinalizadores e bombas de fumaça no Parlamento da Albânia
-
Latinos decepcionados com Trump abrem caminho para os democratas no Texas
-
Ataque com drone russo deixa 13 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Christine Lagarde deixará a presidência do BCE em fevereiro de 2027
-
China adota medidas para reforçar disciplina no Partido Comunista
-
Após Mbappé, marca Hello Kitty pede desculpas por outra polêmica com a China
-
Poucas esperanças de mudança entre os palestinos após eleições israelenses
-
Espanha de luto após colisão de trens que deixou 69 mortos
-
انتخابات الكونغرس تحدد هامش حركة ترمب في النصف الثاني من ولايته
-
نيويورك تقيد روبوتات الدردشة الموجهة للقاصرين بقانون واسع النطاق
-
أسرة نازحة في غزة تواجه الجوع والمرض داخل خيمة تفتقر إلى الأساسيات
-
مركز حقوقي يطالب بتحقيق دولي في قصف موظفين مدنيين بمواصي خانيونس
-
مطالبة فلسطينية بكشف أسباب حجب رواتب موظفين وتجميد حسابات في غزة
-
إغلاق الخليل يعطل سلاسل الإنتاج والتجارة ويضغط على العمال والمصانع
-
بوتين يشيد بماسك وسط قيود على اتصالات أوكرانيا عبر شبكات سبايس إكس
-
إخماد حريق في مختبر سافانا ريفر النووي من دون تلوث خارجي
-
واشنطن تحظر واردات ثلاث شركات جينات صينية بسبب اتهامات بالعمل القسري
-
السيسي يشدد في موسكو على الجدول الزمني لمحطة الضبعة النووية
-
وساطة قطرية لفتح مسار نووي مع إيران وتفادي حملة عسكرية جديدة
-
أرباح الشركات ترفع الأسهم العالمية قبل قراري المركزي الأوروبي وبنك اليابان
-
الصين توسع تحركها الدبلوماسي لحماية الملاحة وخفض توترات المنطقة
-
الادعاء الكوري يطلب إعدام يون سوك يول في استئناف قضية الأحكام العرفية
-
Isaac Herzog, o discreto presidente com as chaves do próximo governo de Israel
-
Espanha de luto após colisão de trens que deixou 68 mortos
-
Governo americano demite principal estrategista do Exército, afirma imprensa
-
Cultivo de ópio aumenta no Afeganistão apesar da proibição do governo talibã
Biden e Macron aparam arestas após visita à China
Os presidentes dos Estados Unidos, Joe Biden, e da França, Emmanuel Macron, concordaram em que se deve continuar envolvendo a China para que a mesma "contribua, a médio prazo, para pôr fim ao conflito na Ucrânia", informou a Presidência francesa nesta quinta-feira (20).
O chefe de Estado francês, que conversou por telefone com o colega americano sobre a visita recente do primeiro à China, confirmou a vontade dos europeus "de se rearmarem para assumirem suas responsabilidades na divisão da carga da segurança transatlântica", informou o Palácio do Eliseu.
A França acredita que Pequim tem "um papel a desempenhar" na busca de uma solução para a guerra que a Rússia trava na Ucrânia há mais de um ano, dada a sua aliança com Moscou. Após a visita de Macron a Pequim, no começo do mês, o Eliseu afirmou que o presidente chinês, Xi Jinping, declarou-se disposto a trabalhar com a França para "criar as condições para as negociações" entre Moscou e Kiev.
Os "parâmetros" desta iniciativa devem ser definidos no âmbito do diálogo estratégico franco-chinês, liderado por Emmanuel Bonne, assessor diplomático de Emmanuel Macron, e pelo diplomata chinês Wang Yi. A próxima sessão da iniciativa está prevista para o verão local, segundo o governo francês.
"O presidente da república disse que uma negociação desse tipo deveria ser feita respeitando o direito internacional e a soberania da Ucrânia. Ele assinalou que apenas os ucranianos poderiam decidir sobre isso. Encorajou a China a desempenhar um papel construtivo, dado o seu status de membro permanente do Conselho de Segurança" da ONU, lembrou o Eliseu nesta semana.
O telefonema serviu como uma oportunidade para que Washington e Paris resolvessem a tensão causada pela visita de Macron ao presidente chinês, Xi Jinping, durante a qual o francês sugeriu que os países europeus não deveriam se envolver em uma disputa entre a China e os Estados Unidos por Taiwan.
Durante a visita, Macron afirmou que a Europa deveria evitar "crises que não são suas", e reiterou comentários que pediam "a autonomia estratégica" da União Europeia (UE) em relação aos Estados Unidos.
Segundo a Casa Branca, os dois presidentes "reafirmaram a importância de manter a paz e estabilidade no Estreito de Taiwan". "Os dois presidentes compartilham a mesma vontade de reforçar as cooperações em andamento e de apoiar o direito internacional, incluindo a liberdade de navegação, no conjunto da região Indo-Pacífico", informou o Eliseu, sem mencionar Taiwan.
Segundo o comunicado do Eliseu, Joe Biden e Emmanuel Macron "também discutiram a situação extremamente preocupante no Sudão".
Q.Jaber--SF-PST