-
Mboko se lesiona em jogo de simples em Queen's e é dúvida para torneio de duplas com Serena
-
"É a Copa dele", diz diretor técnico da seleção espanhola, sobre Yamal
-
Marrocos tem três desfalques no treino a três dias de enfrentar o Brasil na Copa
-
Seleção holandesa abre as portas ao público em seu primeiro treino em Kansas City
-
Chefe da Nasa defende tripulação da missão Artemis III, composta apenas por homens
-
Papa chega à Sagrada Família, em Barcelona, para abençoar torre de Jesus Cristo
-
Milhares marcham na Bolívia contra governo, que avalia decretar estado de exceção
-
Criança morre baleada em manifestação em defesa das mulheres no Afeganistão
-
'Nunca vitimizei ninguém', diz Bill Gates em audiência sobre caso Epstein
-
Estádio Azteca, templo de Pelé e Maradona, revive sua história em mais uma Copa do Mundo
-
Chefe do Pentágono visita Guantánamo e adverte Cuba sobre compra de armas
-
Consórcio alemão espera construir novo caça após fracasso do projeto SCAF
-
Inflação dos EUA sobe ao nível mais alto em três anos e pressiona Trump
-
Belfast se prepara para novos incidentes após protestos anti-imigração
-
Bill Gates comparece ao Congresso dos EUA para depor sobre caso Epstein
-
Além do futebol, Copa do Mundo se transforma em uma vitrine musical
-
Protestos ressurgem em uma Venezuela sem a mão de ferro de Maduro
-
Papa abençoará a Sagrada Família em Barcelona, a igreja mais alta do mundo
-
Copa do Mundo é momento de risco para dependentes de apostas esportivas
-
Pelúcias de Messi como 'GOAT' fazem sucesso entre torcedores na China
-
Julian Barnes vence o prêmio Princesa das Astúrias de Letras
-
Valeria, uma jovem ucraniana que enfrenta as cicatrizes psicológicas da guerra
-
Irã e EUA anunciam ataques e se distanciam da possibilidade de acordo de paz
-
Suspeito de ataque em Belfast comparece a tribunal após noite de violência
-
Árbitro impedido de entrar nos Estados Unidos é recebido como herói na Somália
-
Nova companhia aérea saudita inicia operações durante guerra no Oriente Médio
-
Número de mortos em terremoto nas Filipinas sobe para 46
-
Com gol de Messi, Argentina vence Islândia (3-0) em amistoso preparatório para Copa
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar helicóptero
-
Colômbia vence Paraguai (4-3) e é campeã da Liga das Nações Feminina
-
Ameaças a congressistas americanos disparam no Facebook
-
Coreia do Norte diz que visita de Xi originou 'plano abrangente'
-
Filho do cineasta Rob Reiner, acusado de matar os pais, reivindica fundos da família
-
"Espero que tenha algo italiano no menu", diz piloto da Artemis III
-
EUA bombardeia Irã após acusá-lo de derrubar um helicóptero
-
Uma mulher à frente da ONU? Candidatas acreditam que chegou a hora
-
Benfica se despede de Mourinho e anuncia acordo com Marco Silva
-
Endrick, Nico Paz, Cubarsí... Jovens, mas prontos para a Copa do Mundo
-
Atalanta demite técnico Palladino e Sarri poderá sucedê-lo
-
Papa discursa sobre saúde mental e feminicídios durante vigília na Espanha
-
Arquibancadas, gramado, logotipos: estádios da NFL se transformam para a Copa do Mundo
-
Tuchel sobre Inglaterra na Copa do Mundo: 'Não somos grandes favoritos'
-
Trump acusa Irã de derrubar helicóptero dos EUA e promete 'responder'
-
Milhares de manifestantes fecham avenida que dá acesso a estádio da Copa no México
-
Funcionários do estádio de Los Angeles chegam a acordo para evitar greve durante Copa do Mundo
-
Anthropic lança sua IA mais potente, com restrições por cibersegurança e riscos biológicos
-
Barça ameaça adotar "medidas legais" após ser alvo de acusações de Florentino Pérez
-
Aos 44 anos, Serena Williams volta às quadras com vitória em jogo de duplas em Queen's
-
Real Madrid anuncia saída de Álvaro Arbeloa
-
Resultado final do 2º turno presidencial no Peru pode demorar duas semanas ou mais
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
A rapidez das mudanças na Venezuela após a derrubada do presidente Nicolás Maduro levou Washington a improvisar um programa de controle das finanças públicas do país que suscita questionamentos, segundo o próprio chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, e especialistas.
"Conseguimos criar um mecanismo de curto prazo (...) segundo o qual as necessidades do povo venezuelano podem ser atendidas", escreveu Rubio na quarta-feira (28), em audiência no Senado.
"Eles nos entregarão um orçamento todos os meses, e nós diremos no que não podem gastar", afirmou, em referência ao governo da presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez.
"Eles têm sido muito cooperativos até agora", assegurou.
Depois de atacar a Venezuela em 3 de janeiro para capturar Maduro, o presidente Donald Trump declarou que estava "no comando" do país e da gestão de sua indústria petrolífera.
Um ensaio de "microgestão" das finanças de uma nação de 30 milhões de habitantes, maior que o Texas, é algo inédito para os Estados Unidos na região.
Como etapa preliminar, Washington utilizou sua principal arma: o bloqueio de navios petroleiros sancionados, que rapidamente dobrou a escassa resistência de Caracas.
Esse bloqueio foi decisivo para lançar esse programa "inovador", nas palavras de Rubio, a ponto de que "desde que Maduro foi derrubado, nenhum único navio ilegal se dirigiu à Venezuela", revelou.
Rodríguez declarou publicamente que a Venezuela "não aceita ordens", embora também tenha reconhecido que o país está comprando material dos Estados Unidos com o dinheiro desbloqueado.
- Ceticismo de senadores -
Os senadores que interrogaram Rubio demonstraram ceticismo quanto ao bom uso dos primeiros 300 milhões de dólares (R$ 1,56 bilhão) desbloqueados.
"Será necessário realizar uma auditoria retroativa de como esse dinheiro foi gasto. Mas provavelmente há outros 2,5 a 3 bilhões de dólares (R$ 12,98 bilhões a R$ 15,57 bilhões) a caminho, que serão submetidos a um controle prévio", explicou o secretário de Estado.
Esse esquema também enfrenta outros problemas, reconheceu Rubio.
O dinheiro da venda do petróleo venezuelano está sendo depositado no Catar porque o governo venezuelano enfrenta nos Estados Unidos numerosas ações judiciais de fundos de investimento e empresários, desde a época do falecido presidente Hugo Chávez (1999-2013).
Essa situação deverá mudar em algum momento, para que os recursos sejam depositados em contas sob controle direto do Departamento do Tesouro, assegurou.
- Cooperação "muito boa" -
O presidente Donald Trump anunciou na quinta-feira que suspendia parcialmente o embargo ao petróleo venezuelano, depois que Caracas abriu espaço para o investimento estrangeiro privado com a aprovação de uma reforma da lei de hidrocarbonetos.
Trump também anunciou a reabertura do espaço aéreo venezuelano e reiterou que a cooperação com Rodríguez é "muito boa".
"Temos as grandes companhias petrolíferas a caminho da Venezuela, inspecionando e escolhendo suas localizações, e elas vão trazer de volta uma riqueza tremenda para a Venezuela e para os Estados Unidos", explicou.
"De fato, a Venezuela vai ganhar mais dinheiro do que jamais ganhou", assegurou.
Alguns especialistas se mostram críticos em relação a essa situação.
"Eu diria que não pode haver recuperação [econômica] sem direitos", declarou no recente Fórum de Davos o ex-ministro do Planejamento venezuelano Ricardo Hausmann, atualmente professor de economia política em Harvard.
Essa é a tese defendida pela líder opositora María Corina Machado, que multiplica encontros em Washington e pede, antes de tudo, a libertação dos presos e garantias de direitos políticos.
"É importante ter em conta que o petróleo não é apenas a principal fonte de receitas e divisas do governo; também constitui a principal base de financiamento para a reconstrução do país", explicou à AFP Martín Campos, chefe de pesquisa sobre América Latina do Instituto de Finanças Internacionais.
Caracas não tem outra opção devido a "seu baixo nível de reservas internacionais, a fragilidade de suas finanças públicas e seu elevado nível de endividamento", descreve o especialista.
"Criamos o que esperamos que seja uma transição para um mecanismo que permita vender esse petróleo de maneira normal", afirmou Rubio.
Os Estados Unidos não têm vocação para administrar indefinidamente a economia venezuelana, reiterou.
O.Farraj--SF-PST