-
David Hockney, grande figura da arte contemporânea, morre aos 88 anos
-
Papa afirma que 'todos são migrantes' no último dia da viagem à Espanha
-
Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump
-
Coreia do Sul vence República Tcheca de virada (2-1) no 2º jogo do grupo A da Copa
-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
-
Seleção do Irã faz seu primeiro treino aberto à imprensa
-
EUA estreia em casa na Copa do Mundo contra um Paraguai que promete lutar
-
Seleção da RD Congo é autorizada a entrar nos EUA para Copa do Mundo, diz jogador à AFP
-
México vence África do Sul (2-0) na abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Antonelli chega a Montmeló em busca de mais uma vitória
-
Trump nomeia procurador de Nova York para chefiar inteligência
-
Prefeito francês condena banner que pede deportação de estrangeiros
-
SpaceX se prepara para abrir capital e quebrar todos os recordes
-
Alisson considera positivo Seleção gerar dúvidas antes da Copa
-
Ministro britânico da Defesa renuncia por desacordo com Starmer sobre investimento militar
-
Pirelli renova como fornecedora de pneus da F1 até 2028
-
Candidato de esquerda da Colômbia diz estar disposto a revisar política de paz de Petro
-
Argentina convoca Marcos Senesi para Copa do Mundo após corte de Balerdi por lesão
-
Italianos torcerão para o Brasil de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Mourinho é nomeado técnico do Real Madrid com contrato até junho de 2029
-
Keiko mantém vantagem mínima na apuração dos votos das presidenciais no Peru
-
Shakira encabeça cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Curaçao faz escala no beisebol antes de sua primeira Copa do Mundo
-
Irankunda e Touré, de refugiados a representantes da Austrália na Copa do Mundo
-
Últimos acontecimentos da Copa do Mundo de 2026
-
Costa do Marfim e Senegal não terão seus torcedores na Copa do Mundo
-
Yamal e Williams treinam normalmente e se preparam para estreia da Espanha na Copa
-
Casa Branca apresenta ringue de luta do UFC para 80º aniversário de Trump
-
Airbus impulsiona aliança com Alemanha para fabricar caça de 6º geração
-
Adversário do Brasil na estreia da Copa, Marrocos tem dois jogadores cortados por lesão
-
Seis pessoas são detidas em Hong Kong em caso de falsificação de produtos da Copa do Mundo
-
BCE eleva suas taxas de juros a 2,25% devido à inflação pela guerra no Irã
-
Nova York renomeia temporariamente duas ruas em homenagem a Thierry Henry e Pelé
-
Alonso diz que GP da Catalunha 'provavelmente' será sua última corrida em Barcelona
-
Fenômeno El Niño já começou, anuncia agência climática dos EUA
-
BM reduz projeção de crescimento da América Latina por incerteza energética
-
Árbitro somali barrado pelos EUA apitará na Supercopa da Uefa
-
Trump ameaça Irã com novos ataques e tomada de seus terminais de petróleo
-
Bonecas com IA cuidam de idosos na Coreia do Sul
-
Retorno de Serena Williams em Queen's chega ao fim após lesão de Mboko
Presidente do Fed sinaliza para corte de juros nos EUA
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Jerome Powell, deixou a porta aberta, nesta sexta-feira (22), à possibilidade de uma redução das taxas de juros, em um momento em que o banco central enfrenta crescente pressão do presidente Donald Trump.
No ano passado, o presidente do Fed utilizou seu discurso de abertura no Simpósio de Política Econômica de Jackson Hole para indicar que havia chegado o momento de reduzir as taxas de juros.
Desta vez, no entanto, o cenário é mais nebuloso.
Powell, que deixará seu cargo em maio de 2026, enfrenta constantes ataques de Trump para que o Fed reduza as taxas, enquanto os dados econômicos o levam a adotar uma abordagem mais cautelosa.
O chefe do Fed advertiu nesta sexta-feira que os riscos de uma maior inflação e do enfraquecimento do mercado de trabalho criam uma "situação desafiadora".
"Os riscos de queda para o emprego estão aumentando", declarou Powell em seu aguardado discurso, no qual alertou que esses desafios poderiam se materializar rapidamente na forma de demissões.
"Embora o mercado de trabalho pareça estar em equilíbrio, trata-se de um equilíbrio curioso que resulta de uma desaceleração acentuada tanto na oferta quanto na demanda de trabalhadores", observou.
Acrescentou que "os efeitos das tarifas sobre os preços ao consumidor agora são claramente visíveis" e podem se agravar nos próximos meses.
Há uma grande incerteza, segundo ele, sobre o momento e a magnitude do efeito que as tarifas terão.
Mas advertiu: "Não permitiremos que um aumento pontual no nível de preços se transforme em um problema de inflação persistente".
Diante desses desafios, Powell disse que as perspectivas econômicas e os riscos em mudança enfrentados pelo Fed "poderiam justificar um ajuste em sua postura política", ou seja, um corte nas taxas de juros.
- "Posição difícil" -
"O Fed está em uma posição difícil, já que a inflação permanece acima da meta e os riscos de queda para o mercado de trabalho estão se intensificando", declarou Ryan Sweet, economista-chefe para os Estados Unidos da Oxford Economics.
"Se as taxas serão ou não reduzidas em setembro provavelmente dependerá de dados que Powell não terá em mãos" no simpósio, declarou Sweet à AFP antes do discurso do chefe do Fed.
O presidente Trump não tem escondido seu desdém por Powell, a quem chamou de "idiota" e criticou não apenas por sua política monetária, mas também por supostos custos excessivos na renovação da sede do Fed em Washington.
Embora tenha desistido de destituí-lo, nesta semana pediu a renúncia da governadora do Fed Lisa Cook, por acusações de fraude hipotecária. Na sexta-feira, continuou a pressão, advertindo que, se não renunciasse, a demitiria.
- Empregos, riscos de inflação -
O Fed, que realizará sua próxima reunião de política monetária em meados de setembro, manteve as taxas de juros estáveis em uma faixa entre 4,25% e 4,50% desde sua última redução em dezembro.
O Federal Reserve costuma manter as taxas de juros em um nível alto para controlar de forma sustentável a inflação.
O indicador de inflação preferido pelo Federal Reserve subiu 2,6% em junho em relação ao ano anterior, e 2,8% excluindo os voláteis segmentos de alimentos e energia.
Ambos os números estão acima da meta de longo prazo do Federal Reserve, de 2%.
No entanto, surgiram fragilidades no mercado de trabalho, o que poderia exigir taxas mais baixas para estimular a economia.
Dados oficiais publicados neste mês mostraram que a contratação de mão de obra em maio e junho foi muito menor do que inicialmente estimado.
A diminuição do emprego levou dois governadores do Fed, Christopher Waller e Michelle Bowman, a votarem contra a decisão geral de julho de manter as taxas de juros estáveis pela quinta reunião consecutiva.
Ambos preferiam reduzir as taxas em 25 pontos base. Foi a primeira vez desde 1993 que dois governadores do Fed discordaram.
Por enquanto, a ferramenta FedWatch do CME Group mostra que o mercado vê uma probabilidade de 75,6% de que o Fed reduza as taxas em setembro.
N.Shalabi--SF-PST