-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Musk se torna o primeiro trilionário do mundo após disparada das ações da SpaceX
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
-
Aos 91 anos, jornalista argentino vai para sua 18ª Copa do Mundo
-
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
-
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
-
Russell lidera primeiros treinos livres no GP de Barcelona de F1
-
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
-
Trump celebrará 80 anos com luta do UFC
-
Cristiano Ronaldo se diz 'muito otimista' em relação à Copa do Mundo
-
Inflação subiu em maio, apesar das medidas de Lula para conter os preços dos combustíveis
-
Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa
-
David Hockney em seis obras emblemáticas
-
Pierre Gasly recupera pódio no GP de Mônaco de F1
-
Ancelotti estreia na Copa do Mundo no comando de um Brasil que sonha com o hexa
-
Papa defende novamente os migrantes nas Ilhas Canárias e apela à sua integração
-
Queda da ajuda internacional coloca luta contra HIV em risco, diz ONU
-
David Hockney, grande figura da arte contemporânea, morre aos 88 anos
-
Papa afirma que 'todos são migrantes' no último dia da viagem à Espanha
-
Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump
-
Coreia do Sul vence República Tcheca de virada (2-1) no 2º jogo do grupo A da Copa
-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
-
Seleção do Irã faz seu primeiro treino aberto à imprensa
-
EUA estreia em casa na Copa do Mundo contra um Paraguai que promete lutar
-
Seleção da RD Congo é autorizada a entrar nos EUA para Copa do Mundo, diz jogador à AFP
-
México vence África do Sul (2-0) na abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Antonelli chega a Montmeló em busca de mais uma vitória
-
Trump nomeia procurador de Nova York para chefiar inteligência
-
Prefeito francês condena banner que pede deportação de estrangeiros
-
SpaceX se prepara para abrir capital e quebrar todos os recordes
-
Alisson considera positivo Seleção gerar dúvidas antes da Copa
-
Ministro britânico da Defesa renuncia por desacordo com Starmer sobre investimento militar
-
Pirelli renova como fornecedora de pneus da F1 até 2028
-
Candidato de esquerda da Colômbia diz estar disposto a revisar política de paz de Petro
Na Síria, cidade atingida de Sweida conta seus mortos
Os moradores de Sweida encontraram, atordoados, nesta quinta-feira (17), cadáveres nas ruas, lojas saqueadas e casas incendiadas após a retirada das tropas governamentais e aliados desta cidade de maioria drusa e cenário de violentos combates.
"É como se a cidade tivesse acabado de passar por um desastre natural ou uma inundação", disse à AFP Hanadi Obeid, uma médica de 39 anos, enquanto tentava chegar ao hospital que trabalha.
"Vi três corpos nas ruas, um deles era de uma idosa. Tem carros queimados por toda a parte, outros capotados, e vi um tanque em chamas", acrescentou.
De acordo com a mulher, um odor desagradável impregna as calçadas, que ainda estão desertas, exceto pela presença de cães de rua, enquanto os combatentes varrem as estradas, que ainda estão fechadas ao tráfego.
A violência causou ao menos 516 mortes desde domingo passado, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos.
As tropas do governo sírio entraram em Sweida na terça-feira com o objetivo declarado de neutralizar os confrontos que começaram no domingo entre combatentes drusos e tribos beduínas locais. Até então, a cidade estava sob o controle das forças drusas.
ONGs, testemunhas e grupos drusos acusaram as tropas do governo e os grupos aliados - incluindo tribos beduínas que estão em conflito com os drusos há décadas - de inúmeros abusos, incluindo execuções arbitrárias.
Nesse contexto, o presidente interino sírio, Ahmed al Sharaa, ordenou nesta quinta-feira a retirada de suas tropas de Sweida e cedeu a segurança aos drusos.
O feito foi para evitar "uma guerra aberta" com Israel, depois que o país vizinho bombardeou locais do governo e ameaçou intensificar seus ataques se eles não deixassem a região sul.
- Caos -
Um total de 150 corpos, recolhidos das ruas e das casas, foi contabilizado no hospital principal da cidade, que já não tem capacidade para receber mais mortos, indicou Rayan Maaruf, chefe de redação do site local, Suwayda 24.
Um vídeo publicado nas redes sociais na quarta-feira mostrou corpos empilhados no necrotério e pessoas feridas enfileiradas nos corredores, algumas no chão.
"As máquinas de diálise não funcionam e os pacientes não recebem tratamento", declarou Maaruf. "Há um desastre humanitário em Sweida", disse.
Na cidade de cerca de 150.000 habitantes, a maioria das lojas está fechada e não há eletricidade ou internet. Além disso, várias lojas foram saqueadas.
Nos arredores de Sweida, um correspondente da AFP viu membros de tribos beduínas deixando a área depois de desmontar suas barracas e indo para a região vizinha de Daraa, temendo atos de vingança.
"Queremos ir embora com nossos filhos e salvar nossas vidas (...)", disse Wadha al Awad, uma mulher de 58 anos.
Antes da guerra civil, a comunidade drusa na Síria contava com cerca de 700.000 membros, principalmente em Sweida. Essa minoria esotérica, um ramo do islã, também está presente no Líbano e em Israel.
P.AbuBaker--SF-PST