-
Copa do Mundo de 2026 luta para despertar entusiasmo nos EUA
-
Norris é o mais rápido nos treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Pouco aproveitado no Atlético de Madrid, Almada é cotado para ser titular da Argentina
-
'Talvez a Itália se classifique' com 64 seleções na Copa do Mundo, brinca Infantino
-
Canadá nega visto ao jogador ganês Thomas Partey, acusado de estupro na Inglaterra
-
Norris é o mais rápido na segunda sessão de treinos livres do GP de Barcelona-Catalunha
-
Barcelona abre ação judicial contra Florentino Pérez por 'calúnia'
-
Irã e Paquistão veem acordo com EUA "próximo", apesar das divergências com Trump
-
Caótico fim da visita do papa, que volta a Roma no avião do rei da Espanha
-
UE proibirá companhias aéreas de cobrar de pais para sentarem ao lado dos filhos
-
Medalha de Pelé da Copa de 1958 será leiloada na Inglaterra
-
Seleção da Inglaterra deve se sentir 'amada' na Copa do Mundo, diz Bellingham
-
Tenistas comemoram aumento da premiação de Wimbledon
-
Musk se torna o primeiro trilionário do mundo após disparada das ações da SpaceX
-
Cidades e minas fantasmas na Venezuela após operação militar contra máfias
-
Jogadores com dupla nacionalidade: um trunfo para o Marrocos
-
Programa-chave de espionagem dos EUA expira em meio à Copa do Mundo
-
Superfã de Messi e da Argentina vira atração na Indonésia
-
Aos 91 anos, jornalista argentino vai para sua 18ª Copa do Mundo
-
Rivalidade com a China estará em pauta na cúpula do G7 na França
-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
-
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
-
Russell lidera primeiros treinos livres no GP de Barcelona de F1
-
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
-
Trump celebrará 80 anos com luta do UFC
-
Cristiano Ronaldo se diz 'muito otimista' em relação à Copa do Mundo
-
Inflação subiu em maio, apesar das medidas de Lula para conter os preços dos combustíveis
-
Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa
-
David Hockney em seis obras emblemáticas
-
Pierre Gasly recupera pódio no GP de Mônaco de F1
-
Ancelotti estreia na Copa do Mundo no comando de um Brasil que sonha com o hexa
-
Papa defende novamente os migrantes nas Ilhas Canárias e apela à sua integração
-
Queda da ajuda internacional coloca luta contra HIV em risco, diz ONU
-
David Hockney, grande figura da arte contemporânea, morre aos 88 anos
-
Papa afirma que 'todos são migrantes' no último dia da viagem à Espanha
-
Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump
-
Coreia do Sul vence República Tcheca de virada (2-1) no 2º jogo do grupo A da Copa
-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
Brics sob pressão após ameaças tarifárias de Trump
Embora tivessem apostado na cautela, os países do Brics reunidos em uma cúpula no Rio de Janeiro não conseguiram evitar novas ameaças tarifárias de Donald Trump, que afirmou que imporá um adicional de 10% a países alinhados com esse grupo "antiamericano".
Nas últimas horas, em meio à expectativa pela iminente imposição de tarifas dos Estados Unidos a vários países, aumentou a tensão entre a principal potência mundial e esse bloco formado por economias emergentes como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Os membros do Brics expressaram no domingo, em uma declaração conjunta no Rio de Janeiro, sua "séria preocupação" com as medidas tarifárias unilaterais que "distorcem o comércio" mundial.
Embora tenham evitado mencionar expressamente Trump ou os Estados Unidos, o ex-presidente republicano pareceu se sentir diretamente atingido.
"A qualquer país que se alinhe com as políticas antiamericanas do Brics será cobrada uma TARIFA ADICIONAL de 10%. Não haverá exceções a essa política", escreveu Trump em sua plataforma Truth Social na noite de domingo.
Os Estados Unidos haviam anunciado previamente que aplicarão tarifas a partir de 1º de agosto a parceiros comerciais com os quais não tenham alcançado acordos, segundo o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent.
A nova ameaça de Trump provocou reações divergentes entre os membros do Brics: China e Rússia buscaram acalmar os ânimos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a desafiar Trump.
"Não queremos imperador. Nós somos um país soberano", afirmou Lula em uma coletiva de imprensa após o encerramento da cúpula de dois dias.
"Se [Trump] achar que ele pode taxar, os países têm o direito de taxar também. Existe a lei da reciprocidade", advertiu Lula, que considerou "muito equivocado e muito irresponsável um presidente ficar ameaçando os outros em redes digitais".
A China, que também chegou a um acordo temporário para reduzir as tarifas de três dígitos que ambos os países adotaram de modo recíproco, havia sido a primeira a reagir às palavras de Trump.
"A respeito da imposição de tarifas, a China tem declarado repetidamente sua posição de que as guerras comerciais e tarifárias não têm vencedores e que o protecionismo não é o caminho a seguir", disse a porta-voz, Mao Ning.
No entanto, o grupo "não busca confronto entre as partes e não se refere a nenhum país", acrescentou em um tom mais conciliador.
Moscou também garantiu que a posição do bloco não está dirigida contra ninguém.
"A interação dentro do Brics nunca foi e nunca será direcionada contra terceiros países", disse o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, segundo agências de notícias russas.
- Ausências no Rio -
O grupo, visto como um contrapeso ao poder dos Estados Unidos e da Europa Ocidental, foi ampliado recentemente para 11 países e representa quase metade da população mundial e quase 40% do PIB.
Além do mandatário chinês, Xi Jinping, as ausências notáveis na cúpula do Rio foram as de seus contrapartes iraniano, Massoud Pezeshkian, e russo, Vladimir Putin, alvo de um mandado de prisão internacional por supostos crimes de guerra na Ucrânia.
No domingo, o Brics pediu um "cessar-fogo imediato, permanente e incondicional" e uma "retirada completa das forças israelenses da Faixa de Gaza".
Também condenou os "ataques militares" de junho por Israel e Estados Unidos contra o Irã, membro do bloco, sem citar os nomes dos dois países.
O grupo emitiu uma declaração específica sobre a inteligência artificial (IA), na qual apoia "firmemente o direito de todos os países de usufruir" dos seus benefícios e "estabelecer suas próprias estruturas regulatórias" para esta tecnologia.
Desde 2023, o Brics se expandiu para incluir Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã, que se juntaram ao grupo fundado em 2009 para fortalecer o Sul global.
B.AbuZeid--SF-PST