-
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
-
Nicole Silveira e Kim Meylemans: recém-casadas e rivais olímpicas
-
Diretor de comunicação de Starmer renuncia por vínculos de seu ex-embaixador com Epstein
-
UE exige que Meta permita acesso de chatbots concorrentes ao WhatsApp
-
Primeira-ministra do Japão promete 'mudança importante de política' após vitória esmagadora nas urnas
-
Ex-príncipe Andrew pode ter transmitido informações confidenciais a Epstein
-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
-
Aliado de María Corina Machado é detido poucas horas após sua libertação
-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
-
Trump chama de 'perdedor' esquiador olímpico por suas dúvidas de representar os EUA
-
Aliados de María Corina Machado são soltos dias antes de anistia na Venezuela
-
Real Madrid vence Valencia (2-0) e continua na cola do Barça
-
Socialista moderado vence extrema direita e se elege presidente em Portugal
-
Gramado natural ou sintético: estrelas do Super Bowl dão suas opiniões
-
Os números mais curiosos e exorbitantes do Super Bowl 2026
-
Betis vence na visita ao Atlético de Madrid (1-0) com golaço de Antony
-
Israel anuncia medidas para aumentar controle sobre a Cisjordânia ocupada
-
Inter de Milão goleia Sassuolo (5-0) e dispara na liderança da Serie A
-
City vence Liverpool de virada (2-1) e segue na briga pelo título da Premier com Arsenal
-
Bayern goleia Hoffenheim (5-1) com 3 gols de Luis Díaz e mantém distância na liderança
-
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
-
Cerca de 180 palestinos saíram de Gaza após reabertura da passagem de Rafah
-
Lindsey Vonn passa por cirurgia após sofrer fratura na perna esquerda em queda
-
Irã condena ganhadora do Nobel a seis anos de prisão
-
Irã desafia ameaças dos EUA e insiste em direito de enriquecer urânio
-
Gabinete nega reunião do Dalai Lama com Epstein
-
Chefe de gabinete do premier britânico renuncia por vínculo de ex-embaixador com Epstein
-
Primeira-ministra do Japão caminha para vitória contundente nas eleições legislativas
-
'Uma Batalha após a Outra' vencê prêmio do sindicato de diretores nos EUA
-
Lindsey Vonn sofre forte queda no downhill dos Jogos de Inverno
-
Familias denunciam condições insalubres onde aguardam asilo nos EUA
-
Irã descarta renunciar ao enriquecimento de urânio, mesmo em caso de 'guerra'
-
Portugal elege presidente com moderado como favorito frente à extrema direita
-
Messi marca seu primeiro gol do ano mas Inter Miami empata em amistoso no Equador
-
O novo Ioniq 3 chega já em 2026
-
O novo Twingo e-tech está na linha de partida
-
Novo Ypsilon e Ypsilon hf
-
O Cupra Raval será lançado em 2026
-
O novo id.Polo chega com motor elétrico
-
Patriots buscam recuperar a glória perdida no Super Bowl de Bad Bunny
Diretora-geral do FMI pede unidade em 'tempos profundamente agitados'
A comunidade internacional deve se unir, apesar do "difícil cenário geopolítico", para enfrentar desafios comuns como um crescimento medíocre e a ameaça das mudanças climáticas, declarou, nesta quinta-feira (17), a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva.
Georgieva, no início de seu segundo mandato de cinco anos como chefe do FMI, discursou antes da reunião semestral desta organização financeira e do Banco Mundial, que ocorrerá na próxima semana em Washington.
A dirigente celebrou os progressos feitos na luta contra a inflação, mas advertiu sobre os perigos que ameaçam a economia global.
"A grande onda inflacionária mundial está em retirada", disse ela, acrescentando que as medidas de política monetária, a melhoria nas cadeias de suprimento e a moderação nos preços de alimentos e energia estão levando a economia de volta à direção correta: "A estabilidade de preços".
"E isso foi feito sem que a economia global entrasse em recessão ou se perdessem empregos em larga escala", completou.
Embora a taxa de inflação esteja caindo, "o nível de preços mais alto que sentimos em nossas carteiras está aqui para ficar", e os mais afetados são os países mais pobres e os consumidores em geral, afirmou.
As reuniões anuais do FMI e do Banco Mundial ocorrerão com o conflito no Oriente Médio e as próximas eleições presidenciais americanas como pano de fundo.
Vão disputar as eleições, em novembro, o ex-presidente republicano Donald Trump e a vice-presidente democrata Kamala Harris.
Trump ameaçou aumentar os impostos de importação e sugeriu que o presidente dos Estados Unidos deveria ter mais peso na política monetária, uma tarefa atualmente reservada ao Federal Reserve, o banco central americano, que é independente.
Em seu discurso, Georgieva elogiou a independência dos bancos centrais em todo o mundo, juntamente com instituições financeiras internacionais como o FMI, mas advertiu que o mundo enfrenta um "cenário geopolítico difícil".
De um lado está o conflito no Oriente Médio e, do outro, o desafio de enfrentar uma "combinação implacável" de crescimento mundial medíocre e altos níveis de dívida pública.
"Vivemos tempos profundamente agitados", disse, alertando que os dividendos da paz após o fim da Guerra Fria "estão cada vez mais em perigo".
"Em um mundo com mais guerras e mais insegurança, os gastos com defesa podem continuar aumentando, enquanto os orçamentos de ajuda ficam ainda mais defasados em relação às crescentes necessidades dos países em desenvolvimento", acrescentou.
"Não devemos permitir que essa realidade se torne uma desculpa para não fazermos nada para prevenir uma maior fragmentação da economia mundial", concluiu.
D.Qudsi--SF-PST