-
EUA processa duas empresas por colisão de navio com ponte em Baltimore
-
Starmer decide 'continuar', apesar de pressão crescente e divisão no Partido Trabalhista
-
Flick critica Lamine Yamal por exibir bandeira palestina
-
Starmer decide 'continuar', apesar de pressão e renúncias em seu gabinete
-
Sinner iguala recorde de Djokovic de vitórias consecutivas em Masters 1000
-
Lutar contra IA é 'batalha perdida', diz atriz Demi Moore em Cannes
-
'Mudança climática é machista', alertam ONGs
-
LeBron James mantém mistério sobre futuro na NBA
-
Hansi Flick confirma renovação com o Barcelona
-
Rússia diz que é cedo para falar de 'detalhes' sobre fim da guerra na Ucrânia
-
Inflação nos EUA atingiu em abril seu nível mais alto em três anos pela guerra no Irã
-
Frida Kahlo e Diego Rivera chegam à Ópera de Nova York com direção de Deborah Colker
-
Ushuaia, cidade argentina do 'fim do mundo', tenta dissociar sua imagem do hantavírus
-
Irã afirma que EUA devem aceitar proposta de paz ou enfrentar 'fracasso'
-
Hollywood tem medo do Festival de Cannes?
-
Guerra com o Irã deixa sem cor os pacotes de batatas chips no Japão
-
OMS pede que países sigam suas 'diretrizes' para conter hantavírus
-
A humanidade deveria erradicar os mosquitos?
-
Starmer quer 'continuar', enquanto aumenta a pressão para que renuncie
-
Cannes estende seu tapete vermelho para o maior festival de cinema do mundo
-
Dua Lipa processa a Samsung nos Estados Unidos por uso indevido da imagem
-
Naufrágio de embarcação de migrantes deixa 14 desaparecidos na Malásia
-
Trump considera trégua no Oriente Médio em estado crítico e Irã mantém o tom de desafio
-
ONG expõe ao público 3,5 milhões de páginas do caso Epstein nos EUA
-
México anula decisão de antecipar férias escolares por Copa do Mundo
-
Diretor da Microsoft diz em julgamento contra OpenAI estar 'orgulhoso' de investimento precoce
-
Aumenta a pressão sobre premiê britânico para que renuncie
-
Venezuela diz à CIJ que é 'indispensável' negociar Essequibo com Guiana
-
Evacuações do Hondius são concluídas e navio deixa Canárias rumo aos Países Baixos
-
Ousmane Dembélé é eleito o melhor jogador do Campeonato Francês
-
UE acorda novas sanções contra colonos israelenses após mudança de governo na Hungria
-
Trégua no Oriente Médio em estado crítico, após Trump rejeitar resposta do Irã
-
Napoli perde em casa para Bologna e embola disputa por vagas na Champions
-
Técnico de Curaçao pede demissão a um mês da Copa do Mundo
-
Dzeko lidera lista de convocados da Bósnia para Copa do Mundo
-
Elon Musk e Tim Cook viajarão com Trump à China, anuncia Casa Branca
-
Julgamento contra Morales na Bolívia é suspenso e mandado de prisão é renovado
-
Wawrinka e Monfils recebem convite para disputar Roland Garros
-
Filadélfia: a escolha acessível para aproveitar a Copa do Mundo de 2026
-
Irã, ingressos, transporte... A Copa do Mundo de 2026 e sua série de polêmicas
-
Trégua no Oriente Médio em estado crítico, após Trump rejeitar plano do Irã
-
Fundação apresenta ação contra reforma de Trump no Monumento a Lincoln
-
Venezuela diz a tribunal da ONU que é 'indispensável' negociar Essequibo com Guiana
-
SNC Scandic Coin: Ativos reais combinados com a usabilidade digital
-
Últimas evacuações do Hondius atrasam por razões meteorológicas
-
SNC Scandic Coin: реальные активы и цифровые возможности
-
As recomendações da OMS para combater o hantavírus
-
Suspeito de tentar assassinar Trump durante jantar de imprensa se declara inocente
-
Meta anuncia colaboração de vários anos com o Festival de Cannes
-
Sinner atropela Popyrin e vai às oitavas do Masters 1000 de Roma
Bienal de Veneza inicia com polêmica por presença da Rússia
Com demissões, boicotes, um protesto e ameaças de corte de verbas, a Bienal de Veneza abriu para a imprensa nesta quarta-feira (6) em meio a grande alvoroço pelo retorno da Rússia, pela primeira vez desde o início da invasão da Ucrânia.
A maior exposição de arte contemporânea do mundo, que acontece a cada dois anos na cidade dos canais, reúne artistas de vários países em conflito, entre eles Ucrânia, Israel e Estados Unidos. O Irã cancelou seus planos de participar.
A Rússia foi incluída nesta edição da Bienal pela primeira vez desde a invasão da Ucrânia em 2022. A decisão despertou a indignação do governo italiano e da União Europeia, que ameaçou cortar dois milhões de euros (11,32 milhões de reais) em financiamento para o evento.
Um primeiro protesto ocorreu nesta quarta-feira em frente ao pavilhão russo, no início das visitas reservadas à imprensa. Foi protagonizado pelo coletivo feminista ucraniano Femen e pelo grupo russo Pussy Riot, com o rostos cobertos, sinalizadores e peitos nus.
"Estamos aqui para lembrar que a única cultura russa, a única arte russa hoje em dia é o sangue", declarou Inna Shevchenko, militante do Femen.
O júri da Bienal renunciou na semana passada após afirmar que não concederia prêmios a países governados por figuras alvo de ordens de prisão emitidas pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), ou seja, Rússia e Israel.
Por fim, o pavilhão russo não ficará aberto ao público durante a Bienal, que acontece de 9 de maio a 22 de novembro. Em seu lugar, interpretações musicais gravadas durante os dias de apresentação à imprensa — "As árvores têm suas raízes no céu" (em tradução livre)— serão projetadas em telões ao ar livre pelos próximos seis meses.
Participarão cerca de 30 "jovens músicos, filósofos e poetas", em sua maioria russos, mas também do México, do Mali e do Brasil, segundo as notas do projeto.
"Gostaria de agradecer à Bienal por apoiar a ideia de que todos os países estejam representados aqui", declarou a curadora da exposição, Anastasia Karneeva, em um vídeo no Instagram.
- Oposição da UE -
Em 2022, pouco depois de a Rússia invadir a Ucrânia, artistas e curadores do pavilhão russo retiraram-se da Bienal em sinal de protesto.
Em 2024, a Rússia não foi convidada, mas este ano os organizadores anunciaram em março sua participação, o que provocou uma onda imediata de indignação.
Em carta ao presidente da Bienal, Pietrangelo Buttafuoco, 22 ministros europeus da Cultura e das Relações Exteriores pediram que reconsiderasse a decisão, afirmando que a presença da Rússia era "inaceitável", dada a "brutal guerra de agressão contra a Ucrânia".
A Comissão Europeia advertiu então sobre a intenção de "suspender ou rescindir" o seu subsídio de dois milhões de euros por três anos.
"Os eventos culturais financiados com o dinheiro dos contribuintes europeus devem salvaguardar os valores democráticos, fomentar o diálogo aberto, a diversidade e a liberdade de expressão, valores que não são respeitados na Rússia atual", declarou um porta-voz.
Na segunda-feira, a UE voltou a escrever ao governo italiano para pedir esclarecimentos sobre as condições em que a delegação russa é acolhida, devido a uma possível violação das sanções europeias contra Moscou.
Segundo documentos divulgados de uma inspeção realizada na semana passada pelo Ministério da Cultura italiano, os organizadores da Bienal argumentaram que a Rússia é proprietária do pavilhão de Veneza desde 1914 e não pode ser impedida de o utilizar.
O ministro da Cultura, Alessandro Giuli, que desde o início se opôs à inclusão da Rússia, disse que não irá a Veneza.
Em consequência da renúncia do júri e da "natureza excepcional da situação geopolítica internacional em curso", os organizadores adiaram a cerimônia de entrega de prêmios de 9 de maio para 22 de novembro, último dia da exposição.
P.Tamimi--SF-PST