-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec, segundo resultados preliminares
-
Separatistas vencem na província canadense de Quebec (estimativas)
-
NFL suspende dois árbitros por incidentes com jogadores
-
Huthis anunciam ataque a aeroporto saudita
-
Trump faz aceno a Flávio Bolsonaro, que sai na frente contra Lula
-
Caras novas e velhos problemas para o Brasil de Ancelotti
-
Bolsa bate recorde após vitória de Flávio no primeiro turno
-
França de Zidane volta a vencer a Bélgica (4-1) na Liga das Nações
-
Itália de Mancini vence Turquia (3-1) na Liga das Nações e continua evoluindo
-
Argentina se despede de Messi em amistoso com ares de mudança de era
-
Milan perde Alexis Saelemaekers por lesão até 2027
-
Por que as pesquisas subestimaram mais uma vez a direita no Brasil
-
Iêmen lança represália contra houthis; Paquistão e Turquia apoiam sauditas
-
Rússia descarta caso de peste pneumônica após morte de técnica de laboratório
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após "ameaças"
-
Trump celebra vitória de Flávio mas prevê eleição disputada
-
Rubio chega à Islândia para reforçar controle americano sobre o Ártico
-
Modric espera apoio da torcida contra Espanha após humilhação diante da Inglaterra
-
TPI ordena a prisão de dois ministros talibãs por perseguição de gênero
-
Empresas de IA são incapazes de controlar seus modelos, alerta ex-pesquisador da OpenAI
-
Svitolina e Swiatek avançam às oitavas do WTA 1000 de Pequim
-
Alcaraz vence Munar de virada e vai enfrentar Leheck na final do ATP 500 de Tóquio
-
Medvedev é desclassificado em Pequim por acertar bolada em espectador e Djokovic vai à final
-
Esposa de Maduro tem 'problema muito delicado no coração'
-
Província canadense de Quebec vota com separatistas à frente nas pesquisas
-
Cinco mortos em ataques russos na Ucrânia
-
Adolescente perde uma mão durante protestos estudantis na França
-
Ex-porta-voz de Trump Karoline Leavitt entra para a Fox News
-
Cifras sobre as eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Estado da Geórgia, campo de batalha pelo acesso ao voto no EUA
-
Os principais temas que agitam as eleições de meio de mandato nos EUA
-
Trump e republicanos enfrentam desafio de pesquisas desfavoráveis a um mês das eleições
-
Ataque russo contra navio no Mar Negro deixa dois mortos, segundo Ucrânia
-
Flávio Bolsonaro se impõe contra Lula, impulsionado por onda conservadora
-
Trump aproveita eleições no Brasil para criticar a contagem de votos nos EUA
-
ONU alerta que o calor extremo coloca em risco as gestações e os partos
-
Protestos estudantis bloqueiam centenas de escolas na França
-
EUA retira todos os seus bombardeiros de base aérea britânica após incidente
-
Arábia Saudita bombardeia houthis com 100 aviões
-
Nobel de Medicina de 2026 premia os avanços da optogenética
-
Pedro Sánchez antecipa eleições na Espanha para 29 de novembro
-
Apesar da dificuldade, 'lulistas' confiam em virada contra Flávio Bolsonaro
-
Brasil elegeu Congresso que pode conceder anistia a Jair Bolsonaro
-
Família Bolsonaro se impõe no 1º turno e conquista quatro cadeiras no Congresso
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da extrema direita que desafia Lula
-
Flávio Bolsonaro e Lula disputarão 2º turno presidencial
-
Jogadores israelenses usam braçadeira preta em empate contra a Irlanda
-
Líder sérvio da Bósnia Dodik reivindica vitória eleitoral de seu partido e agradece a Trump e Putin
-
Sem CR7, Portugal vence Noruega (2-1) e garante vaga nas quartas da Liga das Nações
-
Flávio Bolsonaro à frente de Lula na apuração do 1º turno presidencial
Juiz de Nova York anuncia sentença para ex-czar antidrogas mexicano
O ex-czar antidrogas do México, Genaro García Luna, ouvirá sua sentença nesta quarta-feira (16) depois de ser considerado culpado, entre outros crimes ligados ao tráfico de drogas, de proteger o Cartel de Sinaloa em troca de dinheiro.
Na audiência convocada para as 16h30 (17h30 no horário de Brasília) no Tribunal Federal Leste, no Brooklyn, espera-se que, além da acusação e da defesa, o próprio García Luna fale para se defender e pedir clemência ao juiz Brian Cogan, a quem escreveu uma carta para pedir que lhe permita "retornar o mais rápido possível" com a sua família.
A Promotoria pede prisão perpétua para o alto funcionário mexicano julgado pelo sistema judiciário de Nova York, enquanto a defesa pede 20 anos de prisão.
Este engenheiro mecânico de 56 anos protegeu o cartel de Sinaloa de Joaquín "Chapo" Guzmán – condenado à prisão perpétua pela Justiça dos EUA – em troca de subornos milionários para enviar drogas aos Estados Unidos de 2001 a 2012, segundo a Promotoria.
Em uma carta manuscrita dirigida ao juiz, García Luna recorda que é o "mexicano com mais reconhecimentos e condecorações" nos Estados Unidos e na Europa pelo "combate ao terrorismo e ao tráfico de drogas".
Além disso, explica, teve acesso a material de inteligência e segurança do Governo de Washington. É "impensável ter esse nível de responsabilidade, informação do Estado e segurança regional hemisférica, sujeita ao mais alto nível de controle e vigilância e ao mesmo tempo ter contatos ou ligações com criminosos para obter lucro", afirma na carta.
Um júri popular considerou culpado o homem que foi o arquiteto da guerra às drogas durante o mandato de seis anos de Felipe Calderón (2006-2012) por participação em uma empresa criminosa continuada, conspiração para distribuir, possuir e importar cocaína, e falsidade ideológica.
García Luna, que sempre se declarou inocente, tentou em vão a realização de um novo julgamento, por considerar que o sistema de justiça americano usou "informações falsas fornecidas pelo governo do México" e testemunhas com "antecedentes criminais" que ele perseguiu quando era o czar antidrogas.
Várias testemunhas do julgamento, ex-membros proeminentes do cartel de Sinaloa, como Jesús "Rey" Zambada, Sergio Villarreal "El Grande" e Óscar "Lobo" Valencia, alegaram que pagaram milhões de dólares ao réu em troca de proteção.
Segundo o ex-funcionário, a Promotoria nova-iorquina "não apresentou um único elemento de prova ou evidência que comprovasse os crimes" pelos quais foi condenado.
No entanto, os promotores alegam que García Luna "explorou seu poder e autoridade ao aceitar milhões de dólares em subornos de uma organização de tráfico de drogas que ele jurava perseguir".
Entre as acusações que enfrenta, está a de ter protegido seis remessas de drogas que totalizaram 53 toneladas, entre 2002 e 2008.
Na carta, García Luna destaca que "nunca representou uma ameaça ou risco para a comunidade", diz ao juiz, lembrando-lhe que durante os quase cinco anos em que está detido tentou ajudar os presos a se formar e mantê-los longe das drogas.
Por isso, ele solicita permissão para "retornar o mais rápido possível com a minha família e reingressar na querida sociedade a qual respeito e pertenço".
Ele advertiu que recorrerá da sentença e esgotará todos os recursos legais "até conseguir" a sua liberdade.
Residente nos Estados Unidos desde que deixou o governo mexicano em 2012, García Luna foi preso em dezembro de 2019 em Dallas (Texas).
O governo mexicano também solicitou aos Estados Unidos a extradição de García Luna por malversação de fundos públicos.
H.Darwish--SF-PST