-
Ameaças comerciais dos Estados Unidos não terminaram, diz Macron
-
Avanço da capacidade solar e eólica desacelera no mundo
-
Partido da premiê obtém supermaioria nas eleições legislativas japonesas
-
Transparência Internacional faz alerta sobre agravamento da corrupção no mundo
-
Premiê australiano 'devastado' com violência em protesto contra presidente israelense
-
Zelensky defende uso de capacete nos Jogos de Inverno com fotos de atletas ucranianos mortos pela Rússia
-
Cúmplice de Epstein exige indulto de Trump para depor no Congresso
-
Irã intensifica repressão interna em paralelo a negociações com EUA
-
Youtuber MrBeast compra plataforma de serviços financeiros Step
-
Rubio visitará Hungria após apoio de Trump à reeleição de Orbán
-
Procuradoria confirma morte de 5 mineradores sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, exige indulto de Trump para depor no Congresso
-
Medvedev perde para Humbert e é eliminado na 1ª rodada do ATP 500 de Roterdã
-
City tenta se manter na cola do líder Arsenal; Tottenham e Newcastle fazem duelo tenso
-
Vonn diz que sofreu 'fratura complexa' na tíbia, mas não se arrepende de nada
-
Apresentadora de TV dos EUA admite 'desespero' por mãe desaparecida
-
Sporting arranca empate nos acréscimos contra o Porto (1-1) e segue vivo na luta pelo título
-
Roma vence Cagliari (2-0) com 2 gols de Malen e segue firme na luta por vaga na Champions
-
Israel anuncia que matou quatro supostos combatentes palestinos em um túnel de Rafah
-
Catherine O'Hara, de Esqueceram de mim', faleceu devido a um coágulo sanguíneo
-
Premiê britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Crise de combustível complica a rotina de Cuba
-
Tenista colombiano diz ter sido ameaçado de morte no Marrocos durante a Copa Davis
-
Câmara de Mineração confirma morte de 3 operários sequestrados no México
-
Maxwell, cúmplice de Epstein, pede indulto de Trump antes de responder a perguntas do Congresso
-
Jogador do Alianza Lima acusado de abuso sexual denuncia suposta vítima por extorsão
-
Opositora Machado denuncia 'sequestro' de aliado na Venezuela após breve libertação
-
Discord introduzirá reconhecimento facial para reforçar segurança de menores
-
Macron defende eliminação de vinhedos para enfrentar crise do vinho na França
-
Crise de combustível desacelera rotina em Cuba
-
Queda de Lindsey Vonn: um desafio que foi longe demais?
-
Cúmplice de Epstein se nega a responder perguntas no Congresso dos EUA
-
Dirigente opositor Guanipa está em paradeiro desconhecido após nova prisão na Venezuela
-
Espanha anuncia melhorias na segurança ferroviária após dois acidentes e uma greve
-
Regina Martínez, a médica mexicana que passeava com cachorros para se tornar atleta olímpica
-
Apesar da discrição, antitrumpismo marca presença nos Jogos Olímpicos de Inverno
-
Anatel trabalha para restabelecer bloqueio da plataforma de vídeos Rumble
-
Suíça Mathilde Grémaud supera estrela chinesa Eileen Gu e é ouro no esqui estilo livre em Milão-Cortina
-
Cuba fica sem combustível para aviões em meio à pressão dos EUA
-
Primeiro-ministro britânico descarta renunciar apesar de escândalo ligado a Epstein
-
Polícia australiana reprimiu protesto contra presença do presidente israelense em Sydney
-
Nicole Silveira e Kim Meylemans: recém-casadas e rivais olímpicas
-
Diretor de comunicação de Starmer renuncia por vínculos de seu ex-embaixador com Epstein
-
UE exige que Meta permita acesso de chatbots concorrentes ao WhatsApp
-
Primeira-ministra do Japão promete 'mudança importante de política' após vitória esmagadora nas urnas
-
Ex-príncipe Andrew pode ter transmitido informações confidenciais a Epstein
-
Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, depõe a portas fechadas em comissão do Congresso dos EUA
-
Desabamento de prédio no norte do Líbano deixa 14 mortos
-
Justiça de Hong Kong condena magnata da imprensa e ativista pró-democracia Jimmy Lai a 20 anos de prisão
-
Astronauta levará coelho de pelúcia da filha de três anos para o espaço
González Urrutia pede que procurador evite 'perseguição' política na Venezuela
Edmundo González Urrutia, adversário de Nicolás Maduro em sua questionada reeleição, pediu, nesta quarta-feira (4), ao procurador-geral, que evite uma "perseguição" política, enquanto é alvo de uma ordem de prisão de uma Justiça acusada de servir ao chavismo.
A solicitação do opositor de 75 anos, na clandestinidade há um mês, foi feita através de um advogado. González afirma ter vencido as eleições nas quais Maduro foi proclamado reeleito para um terceiro mandato consecutivo, o que gerou uma grave crise, na qual Colômbia e Brasil lideram os esforços por uma solução pacífica.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, devem se reunir com Maduro "provavelmente" nesta quarta-feira, após manifestarem "profunda preocupação" com a ordem de prisão contra González.
O Ministério Público o investiga por suposta "desobediência às leis”, "conspiração", "usurpação de funções" e "sabotagem", com foco em um site no qual a oposição liderada por María Corina Machado divulgou cópias de mais de 80% das atas de votação, que afirma comprovarem a vitória esmagadora de seu candidato.
Não está claro se ele já foi indiciado. Seu advogado, José Vicente Haro, não conseguiu acessar os autos, mas foi ao Ministério Público na tentativa de impedir o processo contra seu cliente. Ele entregou uma carta justificando a ausência de González nas três citações expedidas pelo órgão, antes da ordem de prisão.
O documento "faz um apelo ao procurador-geral da República para não criminalizar, não judicializar fatos que não revestem caráter penal, e não iniciar uma perseguição política", explicou Haro, esclarecendo que o papel foi "confiscado" sem apresentação de recibo.
"Este é o tipo de situação pela qual o senhor Edmundo González Urrutia não compareceu à citação feita a ele", acrescentou Haro, "porque há uma situação de indefensibilidade, de impossibilidade de garantir seu direito à defesa, ao devido processo".
"O que teria acontecido se o senhor Edmundo González Urrutia tivesse se apresentado?", interrogou.
González Urrutia, que se comunica agora pelas redes sociais, não reagiu diretamente à ordem de prisão emitida contra ele.
Opositores e juristas concordam que a Justiça venezuelana trabalha a serviço do chavismo no poder.
- Esforço diplomático -
Os Estados Unidos, o chefe da União Europeia, Josep Borrel, e nove países latino-americanos repudiaram a ordem de prisão contra González Urrutia, enquanto Brasil e Colômbia consideraram que a ação dificulta a busca por uma solução pacífica para a crise na Venezuela.
A reunião de Maduro com Petro e Lula ainda não está na agenda oficial. Também estaria prevista a participação do mexicano Andrés Manuel López Obrador, muito ativo no início desses esforços, embora mais tarde tenha se distanciado.
O chanceler colombiano, Luis Gilberto Murillo, disse na terça-feira que "provavelmente amanhã (quarta-feira) seria realizada uma reunião dos três presidentes com Maduro para expressar suas posições".
"O que não quiseram obviamente (é) limitar a possibilidade de mediação de pacificação porque (...) o que acontecer na Venezuela tem implicações para a Colômbia e para a região, mas sempre garantindo a soberania", acrescentou.
O analista político Mariano de Alba avaliou que a reunião ocorreria "em um momento em que as expectativas de mediação são muito baixas", escreveu na rede X. "Duvido que no curto prazo Maduro vá mostrar disposição a uma mediação com envolvimento internacional", assinalou o especialista.
- Militar dos EUA detido na Venezuela -
Os Estados Unidos - convencidos da vitória de González Urrutia - disseram avaliar "opções" contra Maduro. No passado, Washington impôs sanções contra a Venezuela, embora tenham sido flexibilizadas no último ano.
As autoridades americanas informaram, nesta quarta-feira, que um militar de seu país foi detido em 30 de agosto "enquanto estava em viagem pessoal na Venezuela". Não há mais detalhes e o governo venezuelano ainda não se pronunciou a respeito.
A proclamação de Maduro como vencedor das eleições de julho desencadeou protestos em todo o país, que deixaram 27 mortos, 192 feridos e 2.400 detidos, entre eles mais de cem menores de idade, embora 86 adolescentes tenham sido libertados sob medidas cautelares.
A ONG Human Rights Watch (HRW) denunciou, nesta quarta-feira, em um relatório, que as autoridades venezuelanas estão cometendo "violações generalizadas dos direitos humanos" contra manifestantes, pedestres, opositores e críticos, após a contestada reeleição de Maduro.
Enquanto isso, Maduro responsabiliza Machado e González Urrutia pelos atos de violência nos protestos e pede a prisão dos dois.
H.Nasr--SF-PST