-
Com gols brasileiros, Forest vence em visita ao Fenerbahçe (3-0) e fica perto das oitavas da Liga Europa
-
Trump lança ultimato de '10, 15 dias no máximo' para que Irã conclua acordo
-
Alcaraz vence Khachanov e vai às semis do ATP 500 de Doha; Sinner é eliminado por Mensik
-
Ex-príncipe Andrew deixa delegacia no Reino Unido após detenção por vínculo com caso Epstein
-
Antonelli é o mais rápido no 2º dia de testes da F1 no Bahrein
-
Clima extremo atrasa recuperação de corpos de vítimas de avalanche na Califórnia
-
Acusado de irregularidades, diretor da Mercedes ironiza citando caso Epstein
-
Alcaraz vence Khachanov de virada e avança às semifinais do ATP 500 de Doha
-
Justiça proíbe presidente da AFA de deixar Argentina por suposta sonegação fiscal
-
BCE impõe multa de mais de 12 milhões de euros ao banco JP Morgan
-
Apresentação do 'Conselho da Paz' de Trump tem promessas de bilhões de dólares e tropas para Gaza
-
Donald Trump lança ultimato de 'dez dias' ao Irã para buscar acordo
-
Fifa proíbe Santos de fazer novas contratações
-
Presidente interino do Peru é criticado por declarações sexuais sobre menores
-
Arsenal anuncia 'novo contrato de longa duração' para Saka
-
Brasil disputará amistoso contra Egito antes da Copa do Mundo
-
Estados Unidos e Israel sobem o tom contra Irã
-
Ex-príncipe Andrew é preso por acusação relacionada ao caso Epstein
-
Trump apresenta seu Conselho da Paz com contribuição de US$ 10 bilhões dos EUA
-
O que se sabe sobre a relação do ex-príncipe Andrew com Epstein
-
Britânicos comemoram prisão do ex-príncipe Andrew
-
O que se sabe sobre a lei de anistia na Venezuela
-
Opositor José Daniel Ferrer, a favor de operação em Cuba semelhante à que derrubou Maduro
-
A queda do ex-príncipe Andrew em datas marcantes
-
Argentina em greve geral contra a reforma trabalhista de Milei
-
Eleições sob fogo: campanha na Colômbia é ameaçada pela violência
-
Empresas privadas buscam importar combustível ante crise energética em Cuba
-
Trump apresenta seu 'Conselho da Paz' para Gaza, com outras ambições à vista
-
Real Madrid apresenta à Uefa 'todas as provas' do incidente racista contra Vini Jr.
-
Irã defende enriquecimento nuclear apesar das ameaças de ataque dos EUA
-
Do exílio, Leopoldo López pede unidade da oposição venezuelana
-
Polícia britânica prende o ex-príncipe Andrew por acusação relacionada ao caso Epstein
-
Rivais da tecnologia dos EUA se recusam a dar as mãos em foto de cúpula de IA
-
Começa greve geral na Argentina contra a reforma trabalhista de Milei
-
CEO da OpenAI defende regulamentação da IA; líderes mundiais pedem democratização da tecnologia
-
ONU alerta que ações israelenses provocam temor de 'limpeza étnica' no território palestino
-
Modi, Lula, Macron e magnatas da tecnologia debatem riscos da IA em cúpula na Índia
-
Ex-presidente sul-coreano Yoon condenado à prisão perpétua por insurreição
-
José María Balcázar é eleito presidente interino do Peru
-
Botafogo perde em sua visita ao Nacional Potosí (1-0) na ida da 2ª rodada da Pré-Libertadores
-
Venezuela recebe comandante militar dos EUA
-
Greve de fome de familiares de presos políticos avança antes de debate sobre anistia na Venezuela
-
Flamengo enfrenta Lanús na Argentina pelo jogo de ida da Recopa Sul-Americana
-
Modi, Lula, Marcon e magnatas da tecnologia participam de cúpula mundial sobre IA na Índia
-
Olympique de Marselha anuncia Habib Beye como seu novo técnico
-
EUA aumenta presença militar no Oriente Médio e pressiona Irã a fechar acordo
-
Alcaraz e Sinner já estão nas quartas de final do Aberto do Catar
-
Jerí, recém-destituído no Peru, se despede com mensagem de gratidão
-
Bad Bunny protagonizará drama épico 'Porto Rico', dirigido por rapper Residente
-
Leverkusen vence na visita ao Olympiacos (2-0) e fica mais perto das oitavas da Champions
Ex-príncipe Andrew deixa delegacia no Reino Unido após detenção por vínculo com caso Epstein
O ex-príncipe Andrew deixou a delegacia, após ser detido nesta quinta-feira (19) por suspeita de conduta indevida no exercício de um cargo público, por seus vínculos com o financista Jeffrey Epstein quando era representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional.
A prisão, sem precedentes na história da família real, coincidiu com o 66º aniversário de Andrew. A polícia de Thames Valley informou que "o homem detido foi liberado sob investigação", sem citar o nome do suspeito. Mais cedo, essa autoridade havia anunciado a prisão de "um homem de cerca de 60 anos de Norfolk, sob suspeita de má conduta no exercício de um cargo público".
A rede britânica BBC mostrou o ex-príncipe deixando uma delegacia do condado de Norfolk no banco traseiro de um veículo, com o olhar perdido. Segundo a legislação do Reino Unido, Andrew poderia permanecer detido por 24 horas sem acusação. Após este prazo, a polícia teria que solicitar aos tribunais uma prorrogação.
O rei Charles III declarou que, no caso de Andrew, seu irmão, haverá "um processo completo, justo e adequado". Como previsto, o rei compareceu à abertura da Semana de Moda da capital britânica, onde não deu declarações.
Já o príncipe William, herdeiro do trono britânico, e sua mulher, Kate, disseram apenas que "apoiam" a posição do rei.
Segundo a polícia, operações de busca relacionadas com a prisão foram realizadas em dois endereços na Inglaterra. A BBC informou que um dos locais era a antiga casa de Andrew, Royal Lodge, em Windsor, a oeste de Londres. O outro seria a sua residência atual, em uma propriedade do rei em Norfolk, onde ocorreu a prisão, segundo a imprensa britânica.
"Podemos confirmar que nossas buscas em Norfolk terminaram", anunciou na noite de hoje a polícia local
A má conduta no exercício de um cargo público pode resultar em uma pena máxima de prisão perpétua, segundo o Crown Prosecution Service (Ministério Público da Coroa).
- 'Vergonha' -
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, considerou a prisão de Andrew "muito triste". "Acho uma vergonha. Acho muito triste, muito ruim para a família real", declarou, no avião presidencial.
No ano passado, Charles III retirou os títulos de seu irmão e ordenou que ele deixasse sua mansão em Windsor.
Novos documentos vieram à tona neste mês e parecem indicar que o irmão do rei, agora identificado como Andrew Mountbatten-Windsor, repassou informações confidenciais ao financista americano Jeffrey Epstein. O Ministério Público informou que está "em contato" com a polícia sobre as suspeitas.
O ex-príncipe atuava, então, como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, cargo que ocupou entre 2001 e 2011. Segundo um e-mail enviado a Epstein em 24 de dezembro de 2010, o ex-príncipe encaminhou "um relatório confidencial" sobre oportunidades de investimento no Afeganistão.
O e-mail se somava a outros documentos, também incluídos nos arquivos Epstein, que sugerem que, em 2010, Andrew enviou ao financista relatórios sobre viagens de trabalho a China, Singapura e Vietnã.
- 'Intocáveis' -
Os documentos se somam às acusações de agressão sexual apresentadas contra o ex-príncipe por Virginia Giuffre, vítima de Epstein que cometeu suicídio em 2025.
A família Giuffre recebeu com satisfação a prisão de Andrew. "Nossos corações partidos ficaram aliviados com a notícia. Ele nunca foi um príncipe", afirmaram seus irmãos em um comunicado.
Uma segunda mulher afirmou há cerca de duas semanas, por meio de seu advogado, que Epstein a enviou à Inglaterra em 2010 para manter relações sexuais com o filho da rainha Elizabeth II.
Outro advogado americano revelou que uma de suas clientes relatou que Epstein e o ex-príncipe a obrigaram a manter relações sexuais durante uma festa na Flórida em 2006.
A notícia da prisão de Andrew foi recebida com alegria por muitos cidadãos britânicos. "Estou satisfeita, é uma mensagem forte", declarou à AFP Emma Carter, advogada de 55 anos. "Ele merece, se escondeu atrás dos privilégios e da popularidade da rainha durante muito tempo", acrescentou.
"Pensavam que eram intocáveis, é bom saber que não estão acima da lei, isso mostra que a justiça funciona", ressaltou Maggie Yeo, uma aposentada de 59 anos.
O Ministério Público também está em contato com a polícia de Londres na investigação aberta sobre Peter Mandelson, ex-embaixador britânico em Washington, suspeito de ter repassado documentos confidenciais a Epstein.
O.Farraj--SF-PST