-
Desabamento de coluna rochosa deixa três mortos na Capadócia, na Turquia
-
Irã recebe carta do vice-presidente dos EUA
-
EUA demite o principal estrategista do Exército (imprensa)
-
Rybakina vai às quartas do WTA 500 de Tóquio e terminará ano como número 1 do mundo
-
Governador do Alasca ordena investigação sobre dois candidatos ao Senado com o mesmo nome
-
Atirador francês abriu fogo intencionalmente contra muçulmanos e africanos
-
Bloco de Netanyahu ataca os partidos árabes após seu histórico resultado eleitoral
-
Catar nega acusações de interferência em eleições israelenses
-
Petrolíferas obtêm enormes lucros em um mercado impactado pela guerra
-
Líder de Hong Kong pede desculpas por incêndio mortal quase um ano depois
-
Ataque com drone russo deixa 14 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Economia americana tem crescimento expressivo no 3º trimestre; inflação segue alta
-
Oposição acende sinalizadores e bombas de fumaça no Parlamento da Albânia
-
Latinos decepcionados com Trump abrem caminho para os democratas no Texas
-
Ataque com drone russo deixa 13 mortos em estação de trem na Ucrânia
-
Christine Lagarde deixará a presidência do BCE em fevereiro de 2027
-
China adota medidas para reforçar disciplina no Partido Comunista
-
Após Mbappé, marca Hello Kitty pede desculpas por outra polêmica com a China
-
Poucas esperanças de mudança entre os palestinos após eleições israelenses
-
Espanha de luto após colisão de trens que deixou 69 mortos
-
مطالبة فلسطينية بكشف أسباب حجب رواتب موظفين وتجميد حسابات في غزة
-
أرباح الشركات ترفع الأسهم العالمية قبل قراري المركزي الأوروبي وبنك اليابان
-
أسرة نازحة في غزة تواجه الجوع والمرض داخل خيمة تفتقر إلى الأساسيات
-
نيويورك تقيد روبوتات الدردشة الموجهة للقاصرين بقانون واسع النطاق
-
انتخابات الكونغرس تحدد هامش حركة ترمب في النصف الثاني من ولايته
-
بوتين يشيد بماسك وسط قيود على اتصالات أوكرانيا عبر شبكات سبايس إكس
-
إخماد حريق في مختبر سافانا ريفر النووي من دون تلوث خارجي
-
واشنطن تحظر واردات ثلاث شركات جينات صينية بسبب اتهامات بالعمل القسري
-
السيسي يشدد في موسكو على الجدول الزمني لمحطة الضبعة النووية
-
وساطة قطرية لفتح مسار نووي مع إيران وتفادي حملة عسكرية جديدة
-
الصين توسع تحركها الدبلوماسي لحماية الملاحة وخفض توترات المنطقة
-
الادعاء الكوري يطلب إعدام يون سوك يول في استئناف قضية الأحكام العرفية
-
مركز حقوقي يطالب بتحقيق دولي في قصف موظفين مدنيين بمواصي خانيونس
-
إغلاق الخليل يعطل سلاسل الإنتاج والتجارة ويضغط على العمال والمصانع
-
Isaac Herzog, o discreto presidente com as chaves do próximo governo de Israel
-
Espanha de luto após colisão de trens que deixou 68 mortos
-
Governo americano demite principal estrategista do Exército, afirma imprensa
-
Cultivo de ópio aumenta no Afeganistão apesar da proibição do governo talibã
-
Bukele envia mais de 2.000 militares ao Haiti para procurar salvadorenhos vítimas de emboscada
-
Corinthians e Cruzeiro farão final brasileira da Libertadores feminina
-
Vazam dados de 41 mil funcionários do governo dos EUA após ciberataque, diz coletivo
-
Estado de Nova York restringe uso de chatbots por menores
-
Uruguai de Diego Forlán jogará contra República Dominicana após visitar Argentina em novembro
-
U.S. Polo Assn. antecipa-se às exigências da União Europeia sobre o Passaporte Digital de Produto
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "líder do Brasil"
-
Putin diz que Elon Musk é "realmente um gênio"
-
City vence Brighton e vai às quartas da Copa da Liga Inglesa; Liverpool elimina Chelsea
-
Irã adverte sobre risco de escalada militar após ameaças de Israel
-
Com Kane no banco, Bayern goleia Magdeburg (6-1) e avança na Copa da Alemanha
-
Fed mantém suas taxas inalteradas antes das legislativas nos EUA
Bloco de Netanyahu ataca os partidos árabes após seu histórico resultado eleitoral
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seus aliados reforçaram nesta quinta-feira (29) seus ataques contra os partidos árabes israelenses que poderiam ajudar a oposição a obter maioria após as legislativas, acusando-os de terem recebido fundos do Catar.
Um dos principais candidatos árabes rejeitou essas acusações, assim como Doha.
Após a contagem de mais de 90% dos votos, o bloco de Netanyahu está à frente do liderado pelo centrista Gadi Eisenkot, seu principal rival na oposição, mas sem conseguir maioria.
As duas listas árabes, Raam e a Lista Unificada, obtiveram o melhor resultado de sua história e podem ser decisivas para a formação do novo governo.
As acusações contra os partidos árabes aumentam a incerteza sobre o resultado das eleições, com a oposição acusando Netanyahu de tentar deslegitimar o pleito para retardar a posse do próximo Parlamento, no qual a coalizão em fim de mandato provavelmente não terá maioria.
Elas também ameaçam mergulhar Israel em uma crise política em um momento em que a região é sacudida por um conflito regional e Netanyahu considera uma campanha militar contra o Irã.
- Acusações "ridículas" -
O presidente israelense, Isaac Herzog, pediu que fossem investigados os "elementos suspeitos", mas advertiu que não se deveria estigmatizar toda a comunidade árabe israelense, que votou em massa para tirar do poder o governo mais conservador da história do país.
O líder da Raam, Mansour Abbas, negou categoricamente: "Não vão encontrar nada porque não há nada".
A Lista Unificada considerou que as acusações de Netanyahu e de sua coalizão "revelam o medo" do primeiro-ministro diante do avanço das forças árabes.
Na noite de quarta-feira, o chefe da Comissão Eleitoral, Noam Sohlberg, havia pedido aos serviços de inteligência interna, o Shin Bet, que investigassem as acusações do Likud sobre financiamento estrangeiro da campanha.
Ele não especificou quais partidos são suspeitos nem em que elementos se baseiam essas acusações, tampouco mencionou os países estrangeiros supostamente envolvidos, mas vários responsáveis e meios de comunicação citaram o Catar, ou até mesmo a Turquia, dois países que o governo israelense percebe como redutos de um islamismo político hostil.
O Catar rejeitou qualquer ingerência nas eleições. "Acusam o Catar de comprar Benjamin Netanyahu, a esquerda política israelense e agora, nesta última campanha, o voto árabe (...) Essas acusações são tão ridículas quanto perigosas", declarou o porta-voz da Chancelaria catariana, Majed al-Ansari.
O próprio Netanyahu esteve sob suspeita por acusações relacionadas ao emirado, depois que, no ano passado, dois de seus assessores foram detidos por, supostamente, receber pagamentos desse país, onde o Hamas mantém seu escritório político.
- "Islamizar Israel" -
"As eleições no Estado de Israel foram roubadas por partidos árabes que apoiam o terrorismo e a aniquilação do Estado judeu", afirmou o partido de Netanyahu, o Likud, no X, em uma publicação que o primeiro-ministro também compartilhou.
Durante a campanha, Netanyahu atacou sem cessar essas formações, que apresentava como uma ameaça à sobrevivência de Israel.
Para o Likud, esse caso representa um "atentado contra a democracia" destinado a "islamizar Israel e derrubar o governo de direita, além de provocar uma retirada e uma derrota de Tsahal [o exército israelense] em todas as frentes, começando por Irã".
O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, uma figura-chave da extrema direita do governo em final de mandato, instou a prender sem demora os líderes dos partidos árabes "suspeitos de terem recebido dinheiro do Catar".
- Esperança no "diálogo" -
No dia das eleições, Netanyahu já havia acusado o Raam de tentar "roubar as eleições" após a detenção de três homens com envelopes cheios de dinheiro perto de uma seção eleitoral. No entanto, as autoridades eleitorais descartaram que tivesse ocorrido qualquer fraude em larga escala.
Nesta quinta-feira, o Likud considerou que agora está "claro que nenhum partido sionista pode ser autorizado a cooperar com o Raam ou com a Lista Unificada", pois isso colocaria "Israel em perigo".
Com a apuração prestes a terminar, a coalizão de Netanyahu fica em primeiro lugar com 53 cadeiras projetadas, frente às 48 que teriam sido obtidas pelo bloco de Eisenkot, mas nenhum dos dois alcança a maioria no Parlamento, de 120 assentos.
Com 19 cadeiras, os partidos árabes podem ser decisivos para que a atual oposição chegue ao poder, embora esse bloco tenha se mostrado até agora reticente em firmar uma aliança com eles.
Eisenkot declarou que as autoridades têm o dever de investigar "toda denúncia", mas advertiu que não se deveria "instrumentalizar" a situação para atrasar a entrada em funcionamento do novo Parlamento.
O presidente palestino, Mahmoud Abbas, expressou sua esperança de que a formação de um novo Executivo favoreça a retomada de "um diálogo" para que "Israel e Palestina possam viver com segurança, estabilidade e paz".
bur-ha-gkg-mdh/anb/jvb/erl/jc/yr
X.AbuJaber--SF-PST