-
Turistas são evacuados no norte da Grécia por incêndio perto de Tessalônica
-
Rebeldes houthis reivindicam ataque contra refinaria saudita
-
México diz que Colômbia vetou envio de socorristas por falta de certificação
-
EUA afirma que 40 países servem de base para reenvio de produtos chineses
-
Porsche prevê parar de produzir o Taycan, seu único modelo 100% elétrico, até 2030
-
Raúl Castro reaparece em público em homenagem ao irmão, Fidel, em Havana
-
Futuro de Infantino deve ser decidido nas eleições, diz dirigente do futebol africano
-
Sindicato sueco encerra greve na Tesla após quase três anos
-
Manchester City renova com Jérémy Doku por mais cinco anos
-
Irã exige compensações por maré negra no Estreito de Ormuz
-
Bomba soviética de 500 kg é encontrada em jardim no Afeganistão
-
Irã afirma que controla o Estreito de Ormuz e contradiz Trump
-
Após 72 horas, Colômbia corre para encontrar sobreviventes após terremoto
-
Matthew McConaughey e seu doce retorno ao cinema com 'The Rivals of Amziah King'
-
IA tira trabalho de videntes cegos na Coreia do Sul
-
Fluminense demite técnico Zubeldía após oito partidas sem vitórias
-
Embaixador americano em Israel denuncia cerco de colonos a famílias palestinas na Cisjordânia
-
Vítimas de sequestro na Nigéria escapam de cativeiro infernal, espancadas e desnutridas
-
Parisienses ricos encontram sua Riviera às margens do Sena para escapar do calor
-
Número de civis mortos em julho na Ucrânia foi o mais elevado desde maio de 2022, informa ONU
-
Farage, líder do partido anti-imigração britânico, enfrenta teste eleitoral
-
Putin visita ilhas disputadas com o Japão pela primeira vez; Tóquio protesta
-
Governo e oposição da Venezuela anunciam esforços para reforma judicial e para recuperar ouro bloqueado
-
Swiatek vence Svitolina e enfrentará Rybakina na final do WTA 1000 de Toronto
-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
Trump freia confirmação no Congresso de seu chefe de inteligência
O presidente americano, Donald Trump, cancelou, nesta quarta-feira (17), uma audiência no Senado para a confirmação de seu candidato a chefe de inteligência, em uma nova tentativa de pressionar republicanos e democratas a apoiarem sua agenda legislativa.
Na semana passada, Trump nomeou Jay Clayton, um promotor de carreira de Nova York, que antes chefiou a comissão que controla os mercados de valores nos Estados Unidos, para comandar a Direção de Inteligência Nacional (DNI, na sigla em inglês).
Atualmente, ocupa o cargo interinamente Bill Pulte, considerado leal ao presidente, mas sem experiência em temas de inteligência, o que gerou críticas de democratas e também de alguns republicanos.
A poucas horas da audiência, Trump anunciou em sua plataforma Truth Social sua suspensão, e destacou ter acordado retirar Pulte do cargo sem que a oposição aceitasse, por sua vez, renovar os poderes de espionagem do governo na Lei de Vigilância da Inteligência Estrangeira (FISA, na sigla em inglês).
"Os republicanos se mexeram tão rápido com as audiências do grande Jay Clayton, atual promotor federal do Distrito Sul de Nova York, que Pulte sairia antes" de os democratas votarem sobre a FISA, assegurou Trump.
"Agora, os Idiocratas dizem que vão votar contra a FISA. Assim, os republicanos acabaram cumprindo seu compromisso, mas os Idiocratas romperam o acordo", acrescentou o presidente republicano, usando uma forma depreciativa para se referir aos democratas.
A FISA contém a Seção 702, que permite a vigilância sem ordem judicial de estrangeiros fora dos Estados Unidos.
A controversa seção desta lei expirou pela primeira vez na semana passada, depois que o Congresso rejeitou uma prorrogação no curto prazo, em grande medida devido à nomeação de Pulte.
Trump anunciou agora que pensa manter Pulte no cargo e, além disso, "para adicionar um pouco de intriga (...) não vou aprovar a FISA sem o SAVE AMERICA ACT".
Se for aprovado, o projeto de lei 'SAVE America Act' exigiria uma identificação com foto para votar em todo o país, uma prova de cidadania para se inscrever no censo eleitoral e outras restrições.
A iniciativa tem poucas chances de ser aprovada em seu formato atual.
O tempo urge para todas as partes, enquanto os republicanos enfrentam o risco de perder o controle do Congresso nas eleições de meio de mandato, em novembro.
O presidente exerce pressão tanto sobre os democratas quanto sobre seus correligionários republicanos, que dão sinais de estar em desacordo sobre várias prioridades de Trump, da guerra no Irã a suas nomeações para cargos do governo.
J.AbuHassan--SF-PST