-
Dois quadros de Renoir roubados de museu na França são encontrados
-
França prende mais de 5 mil menores em protestos estudantis
-
Irã descarta negociar com os EUA sob pressões e ameaças
-
Navi Pillay, a ativista sul-africana de direitos humanos que conquistou o Prêmio Nobel da Paz
-
Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel
-
ONU denuncia como 'tortura' a execução ao vivo anunciada nos EUA
-
Polícia de imigração fere a tiros dominicano em Nova York
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Nobel da Paz
-
Trump descarta ataques contra o Irã antes das eleições nos EUA
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Prêmio Nobel da Paz
-
Partido pede levantamento imediato da inabilitação de María Corina na Venezuela
-
EUA vai transmitir ao vivo fuzilamento de condenado por ataque a base militar
-
Montagliani pretende permanecer na Concacaf e abre caminho para reeleição de Infantino
-
Equador vai contar com drones dos EUA em guerra contra o narcotráfico
-
Trump chama Musk de 'tesouro nacional' após entrega de medalha
-
Milhares de pessoas homageiam Maricarmen Abascal em marcha em Madri
-
Liverpool-Manchester City é destaque na volta das ligas europeias
-
Fuzilamento de condenado por ataque a base militar nos EUA será transmitido ao vivo
-
EUA suspende Microsoft de programa de vistos, diz vice-presidente
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa 30 mortos na Ucrânia
-
'Ressurreição' de Verstappen é posta à prova no GP de Singapura
-
Xhaka, da seleção suíça, é multado por certificados falsos de vacinação contra Covid
-
Veículos expulsos da Casa Branca pedem a juiz que garanta seu acesso
-
Protestos estudantis, símbolo do mal-estar em uma França endividada
-
Alcaraz chega "mentalmente descansado" ao final da temporada de tênis
-
TPI declara ex-presidente filipino Duterte em condições de ser julgado
-
EUA apresenta nova acusação contra presidente deposto da Venezuela Maduro e esposa por tortura
-
NBA mantém seu plano de campeonato na Europa, apesar da rejeição da Euroliga
-
Confederação Africana reafirma apoio a Infantino para reeleição na Fifa
-
Andreeva vai enfrentar Bartunkova nas semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Ceferin será candidato à reeleição para presidente da Uefa em 2027
-
Exclusão de mulheres em algumas universidades gera critícas na Síria
-
Quatro astronautas da Crew-12 retornam à Terra
-
Estados Unidos desejam uma 'Europa forte', afirma Marco Rubio
-
'Lutando por nosso futuro': estudantes convocam novos protestos na França
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio de mercadorias impulsionado pela IA
-
Socialistas, a aposta arriscada do Partido Democrata para recuperar o Congresso nos EUA
-
Promotoria argentina denuncia caos entre equipe médica que abandonou Maradona 'à própria sorte'
-
Creche e complexo médico sofrem danos após interceptação de míssil em Riade
-
Polícia britânica reconhece que buscas nas casas do ex-príncipe Andrew foram ilegais
-
Sobrevivente de execução malsucedida nos EUA consegue andar, mas está mentalmente 'confusa'
-
Custo de vida preocupa americanos antes das eleições de meio de mandato
-
Adolescente mata uma pessoa e fere outras duas em escola na Polônia
-
Alex Bodi mizează, alături de CRIF, pe investiții transparente și pe prevenirea riguroasă a spălării banilor
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio mundial de mercadorias
-
Racionamento de energia gera protestos na Venezuela
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa ao menos 30 mortos na Ucrânia
-
Crise habitacional, um tema central nas eleições gerais antecipadas na Espanha
-
Meloni supera teste crucial na Itália ao aprovar reforma eleitoral
-
Anne Carson, a poetisa canadense que moderniza a Antiguidade
Irã desafia EUA a escolher entre um 'acordo ruim' e uma operação militar impossível
A Guarda Revolucionária iraniana desafiou os Estados Unidos, neste domingo (3), a escolher entre uma operação militar "impossível" e um "acordo ruim" com Teerã, depois que o presidente americano, Donald Trump, menosprezou a proposta mais recente do Irã para pôr fim à guerra.
A situação entre os dois países segue estagnada desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em 8 de abril, após quase 40 dias de ataques israelenses-americanos contra o Irã e de represálias de Teerã na região.
Os esforços diplomáticos não conseguiram reativar as infrutíferas negociações realizadas em 11 de abril, em Islamabad, devido às profundas divergências em temas como o bloqueio do Estreito de Ormuz e o programa nuclear da República Islâmica.
"A margem de manobra dos Estados Unidos no tema da tomada de decisões diminuiu", afirmou o serviço de inteligência da Guarda Revolucionária, em nota difundida pela televisão pública.
"Trump deve escolher entre uma operação impossível ou um acordo ruim com a República Islâmica do Irã", insistiu.
Este órgão mencionou um "ultimato" iraniano sobre o bloqueio americano dos portos iranianos e uma "mudança de tom" de China, Rússia e Europa em relação aos Estados Unidos.
- "Vou revisar o plano" -
No sábado, o presidente americano pôs em dúvida a possibilidade de aceitar a proposta iraniana.
"Em breve vou revisar o plano que o Irã acaba de nos enviar, mas não posso imaginar que seja aceitável, pois ainda não pagaram um preço alto o suficiente pelo que fizeram com a Humanidade e com o mundo nos últimos 47 anos", declarou em sua plataforma, Truth Social.
Segundo as agências de notícias iranianas, Teerã transmitiu a Washington, através do Paquistão, um plano com 14 pontos para pôr fim ao conflito bélico no prazo de 30 dias.
A agência Tasnim afirma que Teerã exige a retirada das forças americanas de áreas próximas ao Irã, a suspensão do bloqueio dos portos e do congelamento de ativos iranianos, o pagamento de indenizações, a suspensão das sanções, um "mecanismo" para o Estreito de Ormuz e "o fim da guerra em todas as frentes, incluído o Líbano".
Este país foi arrastado para a guerra quando o grupo pró-iraniano Hezbollah atacou Israel para vingar a morte do líder iraniano Ali Khamenei no primeiro dia dos bombardeios, em 28 de fevereiro.
Neste domingo, Israel ordenou a evacuação "urgente" das localidades situadas para além do setor que controla no sul do Líbano e que designa como uma "zona de segurança".
A agência Tasnim não mencionou o programa nuclear, um tema crucial para Estados Unidos e Israel, que acusam o Irã de querer desenvolver a bomba atômica. Teerã nega ter esta intenção.
O Irã já tinha enviado esta semana uma proposta aos Estados Unidos através do Paquistão. Não foram dados detalhes a respeito.
- "Caso se comportem mal" -
A guerra deixou milhares de vítimas, principalmente no Irã e no Líbano, e suas repercussões sacodem a economia mundial, com os preços do petróleo alcançando níveis sem precedentes desde 2022.
Embora os bombardeios tenham cessado, o conflito persiste de outras formas: Washington impõe um bloqueio aos portos iranianos, em resposta ao fechamento, por parte de Teerã, do Estreito de Ormuz, por onde antes da guerra transitava um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo.
Os jornalistas perguntaram a Trump, no sábado, o que poderia levar a uma retomada dos bombardeios contra o Irã.
Ele foi vago na resposta: "Caso se comportem mal, se fizerem algo ruim, mas neste momento vamos ver".
"É uma possibilidade que poderia ocorrer, sem dúvida", disse.
Teoricamente, o presidente tinha até a sexta-feira para solicitar uma autorização do Congresso para dar continuidade à guerra.
Ele preferiu enviar uma carta aos congressistas para notificá-los que as hostilidades com o Irã "terminaram".
burx-cab/erl/dbh/mvv
Z.Ramadan--SF-PST