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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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Trump 'desencadeará o inferno' se Irã não aceitar negociar um fim para a guerra
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, "vai desencadear o inferno" contra o Irã se este não aceitar um acordo para encerrar a guerra, advertiu a Casa Branca nesta quarta-feira (25), embora tenha assegurado que as conversas continuam apesar da rejeição iraniana ao plano proposto por Washington.
Uma retórica agressiva que acabou com qualquer esperança de uma desescalada iminente no conflito, desencadeado pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.
"Se o Irã não aceitar a realidade do momento atual, se não entender que foi derrotado militarmente (...), o presidente Trump garantirá que receba golpes mais duros do que quaisquer que já tenha recebido antes", declarou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.
"O presidente Trump não está blefando e está preparado para desencadear o inferno. O Irã não deve se enganar novamente", afirmou, acrescentando que "as conversas continuam".
Horas depois, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que a república islâmica "não tem a intenção de negociar", mas sim de "continuar resistindo".
"Falar agora de negociações equivaleria a admitir uma derrota", acrescentou em declarações à televisão pública, insistindo que Teerã quer "pôr fim à guerra em seus próprios termos".
Anteriormente, a televisão pública iraniana Press TV, citando um funcionário iraniano que pediu anonimato, havia afirmado que Teerã respondeu "negativamente" ao plano apresentado por Washington para encerrar a guerra.
"A guerra terminará quando o Irã decidir terminá-la, não quando Trump decidir", afirmou.
Segundo a imprensa, milhares de tropas americanas poderiam ser mobilizadas no Oriente Médio, e o Irã ameaçou abrir um novo frente mirando navios no mar Vermelho caso os Estados Unidos lancem uma invasão terrestre.
- "Fora de controle" -
O secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu que a guerra está "fora de controle", enquanto chegavam relatos de bombardeios no Irã, Israel, Líbano, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Arábia Saudita.
A Marinha iraniana afirmou ter lançado mísseis de cruzeiro contra o porta-aviões americano "USS Abraham Lincoln" e advertiu que mais ataques desse tipo poderiam ocorrer.
Israel, por sua vez, afirmou ter realizado bombardeios em Teerã e em Isfahan, no centro do país.
Na capital iraniana, Shayan, um homem de 40 anos, disse à AFP: "há gasolina, água e eletricidade. Mas todos temos uma sensação de desamparo. Não sabemos o que fazer e, na verdade, não há nada que possamos fazer".
Israel também anunciou que seus aviões bombardearam os subúrbios do sul da capital libanesa, Beirute, reduto do movimento islamista pró-iraniano Hezbollah.
Desde que o Líbano foi arrastado para a guerra regional em 2 de março, os ataques israelenses mataram mais de mil pessoas e provocaram mais de um milhão de deslocados, segundo as autoridades.
- As cinco condições do Irã -
Segundo o jornal The New York Times, que citou autoridades sob anonimato, o plano de 15 pontos proposto pelos Estados Unidos envolve o controverso programa nuclear iraniano, o de fabricação de mísseis e também as "rotas marítimas".
Desde o início da guerra, Teerã mantém bloqueado de facto o Estreito de Ormuz, uma via estratégica e crucial por onde costumava passar cerca de 20% dos hidrocarbonetos consumidos no mundo. Isso fez os preços dos combustíveis dispararem.
Um funcionário iraniano, citado pela Press TV, afirmou que Teerã apresentou suas cinco condições para que o conflito termine.
Entre elas, a exigência de garantias de que Israel e os Estados Unidos não retomarão a guerra e compensações pelos danos causados.
Também exige o fim das hostilidades em todas as frentes regionais e contra todos os "grupos de resistência", em referência implícita ao grupo libanês Hezbollah.
Nos mercados de petróleo e nas bolsas, também se notou o impacto desses anúncios contraditórios.
Diante das primeiras notícias sobre possíveis negociações, as bolsas subiram e os preços do petróleo caíram. Mas nesta quarta-feira, o Brent do mar do Norte voltou a superar os 100 dólares por barril.
- Ameaça no mar Vermelho -
A hipótese de que os Estados Unidos possam invadir uma ilha iraniana levou Teerã a emitir várias advertências.
"Segundo os serviços de inteligência, os inimigos do Irã estão se preparando para ocupar uma das ilhas iranianas com o apoio de um Estado regional", indicou no X o influente presidente do Parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, sem especificar qual.
Se isso acontecer, "todas as infraestruturas vitais desse Estado regional serão alvo de ataques incessantes", alertou.
E, caso haja uma invasão americana, o Irã abrirá um "novo front" no estreito de Bab el-Mandeb, que conecta o Mar Vermelho ao golfo de Áden e é uma passagem obrigatória para o canal de Suez, advertiu uma fonte militar citada pela agência Tasnim.
burx-roc/phs/pc-jvb/am
L.AbuAli--SF-PST