-
Avalanche no Nepal deixou pelo menos 1.252 mortos
-
El Niño será 'muito forte'e prosseguirá até fevereiro, alerta ONU
-
Secretários de Defesa anunciam aumento da presenção militar dos Estados Unidos na Austrália
-
Cantora de jazz Cassandra Wilson morre aos 70 anos
-
Brasil anuncia amistosos com Japão e Singapura em novembro
-
Alcaraz vence português e avança à terceira rodada do US Open
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos de petróleo na Venezuela
-
EUA pede que comunidade internacional corte vínculos com a Nicarágua
-
George Lucas revela galáxia de arte em seu novo museu em Los Angeles
-
Ex-funcionárias são processadas na Argentina por fentanil contaminado ligado a 90 mortes
-
Ucrânia notifica agência da ONU sobre espaço aéreo russo
-
Júri dos EUA volta a ficar empacado em julgamento de mãe acusada de matar seus três filhos
-
Irã e EUA trocam ameaças após intensificação das hostilidades
-
Com 2 de Kane, Bayern vira sobre time da 2ª divisão e avança na Copa da Alemanha
-
Avanço da IA põe à prova compromissos climáticos das empresas de tecnologia
-
Robinho Jr é anunciado pelo Genoa
-
Relatório policial critica atuação do Marrocos na crise em Ceuta
-
Golpista se passa por Luis Castro, técnico do Grêmio, para pedir dinheiro a jogadores
-
Líderes de tecnologia pressionam G20 por 'data centers', mas divergem sobre risco da IA
-
Dolly Parton terá nova estrela na Calçada da Fama após vandalismo
-
Trump diz ter ficado "feliz" com partida de Harry e Meghan dos EUA
-
Jogos do futebol argentino terão aplausos em homenagem a Messi aos 10 minutos
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos bilionários de petróleo na Venezuela
-
Mostra de Veneza começa com homenagem a George Clooney e falta de diretoras
-
Nova York proibirá uso de IA nas escolas públicas
-
Xi Jinping insta presidente egípcio a se opor à 'interferência externa' no Oriente Médio
-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
-
Uber anuncia demissão de 10% de sua força de trabalho em todo o mundo
-
Badosa vence Kasatkina e vai enfrentar Gauff na 2ª rodada do US Open
-
Associações médicas dos EUA publicam recomendações de vacinas ante ofensiva de Trump
-
Trump propõe renomear Estreito de Ormuz para 'Estreito de Trump'
-
Hadjar segue fora e voltará a ser substituído por Lawson no GP da Itália de F1
-
UE convoca representante russo após suposto ataque com drone na Alemanha
-
Uber demitirá 10% de sua força de trabalho global
-
Tesouro dos EUA emite moeda de 1 dólar com rosto de Trump
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche mortal
-
CEO da Nvidia insta ministros do G20 a construir infraestrutura de IA
-
"Não hesitei nem por um segundo", diz Enzo Fernández sobre ida ao City
-
Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio e ameaça adotar 'nova estratégia'
-
Aubameyang se diz 'humilhado' e deixa seleção do Gabão
-
EUA exorta comunidade internacional a cortar laços com a Nicarágua
-
Chanceler argentino repudia incentivo à exploração petrolífera britânica nas Malvinas
-
Secretário de Energia dos EUA assinará inédito acordo petroleiro em Caracas
-
Fachin pede para preservar STF em meio à crise
-
Polícia espanhola desmente que exista relatório que envolva Marrocos na crise em Ceuta
-
Presidente do júri do Festival de Veneza questiona baixa presença de diretoras
-
Netanyahu afirma que as tropas de Israel não deixarão Gaza
-
Tiger Woods se declara culpado de direção imprudente após acidente de carro nos EUA
-
EUA é governado pelas 'pessoas menos capacitadas', diz George Clooney
-
Governo Meloni bate recorde de longevidade em uma Itália marcada pela instabilidade
Ucrânia está 'decidida' a seguir cooperando com EUA apesar da suspensão da ajuda militar
A Ucrânia disse nesta terça-feira que está “determinada” a continuar cooperando com os Estados Unidos para obter garantias de segurança em seu conflito com a Rússia, apesar da decisão de Washington de suspender sua ajuda militar.
Kiev disse que estava pronta para assinar “a qualquer momento” o acordo que permitiria que os EUA explorassem seus recursos naturais.
“A Ucrânia está absolutamente determinada a continuar sua cooperação com os Estados Unidos (...) um parceiro importante”, disse o primeiro-ministro ucraniano, Denis Shmigal, em uma coletiva de imprensa.
O presidente dos EUA, Donald Trump, cumpriu sua ameaça e ordenou uma “pausa” na ajuda militar dos EUA à Ucrânia na segunda-feira, três dias depois do altercado verbal na Casa Branca com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky.
Um assessor da presidência ucraniana, Mykhailo Podoliak, disse nesta terça-feira que “estamos discutindo opções com nossos parceiros europeus”, no mesmo dia em que a União Europeia lançou um ambicioso plano de rearmamento da Europa que poderia mobilizar até 800 bilhões de euros (4,9 trilhões de reais) para a defesa.
“A Europa enfrenta um perigo claro e imediato de uma magnitude que nenhum de nós jamais conheceu em nossa vida adulta”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em uma carta aos líderes dos 27 países.
De acordo com um funcionário da Casa Branca, após o altercado verbal de sexta-feira, “paramos e reconsideramos nossa assistência para garantir que ela contribua para a busca de uma solução” para o conflito entre a Ucrânia e a Rússia.
- Armas e financiamento para a Ucrânia -
Os Estados Unidos têm sido o maior doador financeiro e militar da Ucrânia desde o início da invasão russa em 24 de fevereiro de 2022.
Desde então, Washington, sob o comando do presidente Joe Biden, forneceu inúmeros equipamentos potentes e modernos, incluindo sistemas antiaéreos Patriot, para permitir que a Ucrânia se proteja do bombardeio russo.
De acordo com o Departamento de Estado, Washington forneceu 65,9 bilhões de dólares (385 bilhões de reais) em ajuda militar à Ucrânia desde a invasão.
Mas nas poucas semanas desde a chegada de Trump, a posição de Washington em relação à guerra se inverteu completamente e até começou uma aproximação com a Rússia.
Em Londres, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, continua “concentrado em alcançar a paz” na Ucrânia e não será “distraído” pelo anúncio da suspensão da ajuda, disse o o número dois do Executivo britânico, Angela Rayner.
Na França, o ministro de Assuntos Europeus, Benjamin Haddad, disse que a decisão de Trump “afasta a paz porque só fortalecerá a mão do agressor no terreno, que é a Rússia”.
Por sua vez, o Kremlin saudou a suspensão como uma “melhor contribuição” para a paz.
Apesar do altercado de sexta-feira, que foi transmitido ao vivo pela televisão, o presidente dos EUA diz que o acordo sobre minerais ainda não está morto.
No terreno, a guerra continua causando morte e destruição.
O comandante em chefe do Exército ucraniano, Oleksandr Sirski, disse que um “míssil balístico Iskander-M com bombas de fragmentação” atingiu um centro de treinamento do Exército na região de Dnipropetrovsk, a mais de 100 km da linha de frente, no sábado, deixando “mortos e feridos”.
De acordo com um blogueiro militar ucraniano, entre 30 e 40 soldados foram mortos no ataque, e até 90 ficaram feridos.
A.AlHaj--SF-PST