-
Secretários de Defesa anunciam aumento da presenção militar dos Estados Unidos na Austrália
-
Cantora de jazz Cassandra Wilson morre aos 70 anos
-
Brasil anuncia amistosos com Japão e Singapura em novembro
-
Alcaraz vence português e avança à terceira rodada do US Open
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos de petróleo na Venezuela
-
EUA pede que comunidade internacional corte vínculos com a Nicarágua
-
George Lucas revela galáxia de arte em seu novo museu em Los Angeles
-
Ex-funcionárias são processadas na Argentina por fentanil contaminado ligado a 90 mortes
-
Ucrânia notifica agência da ONU sobre espaço aéreo russo
-
Júri dos EUA volta a ficar empacado em julgamento de mãe acusada de matar seus três filhos
-
Irã e EUA trocam ameaças após intensificação das hostilidades
-
Com 2 de Kane, Bayern vira sobre time da 2ª divisão e avança na Copa da Alemanha
-
Avanço da IA põe à prova compromissos climáticos das empresas de tecnologia
-
Robinho Jr é anunciado pelo Genoa
-
Relatório policial critica atuação do Marrocos na crise em Ceuta
-
Golpista se passa por Luis Castro, técnico do Grêmio, para pedir dinheiro a jogadores
-
Líderes de tecnologia pressionam G20 por 'data centers', mas divergem sobre risco da IA
-
Dolly Parton terá nova estrela na Calçada da Fama após vandalismo
-
Trump diz ter ficado "feliz" com partida de Harry e Meghan dos EUA
-
Jogos do futebol argentino terão aplausos em homenagem a Messi aos 10 minutos
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos bilionários de petróleo na Venezuela
-
Mostra de Veneza começa com homenagem a George Clooney e falta de diretoras
-
Nova York proibirá uso de IA nas escolas públicas
-
Xi Jinping insta presidente egípcio a se opor à 'interferência externa' no Oriente Médio
-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
-
Uber anuncia demissão de 10% de sua força de trabalho em todo o mundo
-
Badosa vence Kasatkina e vai enfrentar Gauff na 2ª rodada do US Open
-
Associações médicas dos EUA publicam recomendações de vacinas ante ofensiva de Trump
-
Trump propõe renomear Estreito de Ormuz para 'Estreito de Trump'
-
Hadjar segue fora e voltará a ser substituído por Lawson no GP da Itália de F1
-
UE convoca representante russo após suposto ataque com drone na Alemanha
-
Uber demitirá 10% de sua força de trabalho global
-
Tesouro dos EUA emite moeda de 1 dólar com rosto de Trump
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche mortal
-
CEO da Nvidia insta ministros do G20 a construir infraestrutura de IA
-
"Não hesitei nem por um segundo", diz Enzo Fernández sobre ida ao City
-
Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio e ameaça adotar 'nova estratégia'
-
Aubameyang se diz 'humilhado' e deixa seleção do Gabão
-
EUA exorta comunidade internacional a cortar laços com a Nicarágua
-
Chanceler argentino repudia incentivo à exploração petrolífera britânica nas Malvinas
-
Secretário de Energia dos EUA assinará inédito acordo petroleiro em Caracas
-
Fachin pede para preservar STF em meio à crise
-
Polícia espanhola desmente que exista relatório que envolva Marrocos na crise em Ceuta
-
Presidente do júri do Festival de Veneza questiona baixa presença de diretoras
-
Netanyahu afirma que as tropas de Israel não deixarão Gaza
-
Tiger Woods se declara culpado de direção imprudente após acidente de carro nos EUA
-
EUA é governado pelas 'pessoas menos capacitadas', diz George Clooney
-
Governo Meloni bate recorde de longevidade em uma Itália marcada pela instabilidade
-
Porta-aviões USS Abraham Lincoln chega à Tailândia após 9 meses no mar
-
Festival de Veneza começa com homenagem a George Clooney
Zelensky recebe apoio de aliados na cúpula de Londres após bate-boca com Trump
A Europa enfrenta um "momento único" para consolidar sua "segurança", disse, neste domingo (2), o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, ao abrir uma cúpula com quase 20 países e organizações aliadas da Ucrânia na presença do presidente desse país, Volodimir Zelensky, dois dias depois de seu forte bate-boca com Donald Trump na Casa Branca.
Os 18 dirigentes presentes na cúpula com Zelensky tinham diante de si "um momento único em uma geração para a segurança da Europa", disse Keir Starmer.
"Espero que saiba que estaremos todos com você e com o povo da Ucrânia durante o tempo que for necessário. Todos ao redor desta mesa", disse Starmer ao líder ucraniano, sentado a seu lado.
O primeiro-ministro britânico havia anunciado, algumas horas antes do início da cúpula, que Reino Unido e França estão trabalhando com a Ucrânia "em um plano para o fim dos combates" no conflito desse país com a Rússia.
"Estabelecemos que o Reino Unido, junto com a França e talvez mais um ou dois [países], vão trabalhar juntos com a Ucrânia em um plano para o fim dos combates, e depois discutiremos esse plano com os Estados Unidos", disse Keir Starmer à emissora BBC.
O premiê britânico, e os presidentes de França e Ucrânia, Emmanuel Macron e Volodimir Zelensky, viajaram esta semana, em eventos separados, para Washington para se encontrarem com o presidente americano.
A reunião deste domingo em Londres busca acordos em matéria de segurança e mostrar seu apoio a Ucrânia, e foram convidados os dirigentes de França, Alemanha, Dinamarca, Itália, Turquia, Países Baixos, Noruega, Polônia, Espanha, Finlândia, Suécia, República Tcheca e Romênia, entre outros.
O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte, e os presidentes da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e do Conselho Europeu, António Costa, bem como o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, também estão presentes na cúpula.
"Estamos todos muito comprometidos com um objetivo que queremos alcançar, que é uma paz justa e duradoura na Ucrânia. Acho que é muito importante que evitemos o risco de o Ocidente se dividir", apontou a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.
Meloni também se reuniu com Zelensky à margem da cúpula.
"A reunião reafirma o apoio da Itália à Ucrânia e a seu povo, bem como o compromisso, com seus parceiros europeus, ocidentais e dos Estados Unidos, de construir uma paz justa e duradoura, que garanta um futuro de soberania, segurança e liberdade para a Ucrânia", disse o governo italiano em comunicado.
Ucrânia e Europa acompanham com preocupação a aproximação entre Trump e o presidente russo Vladimir Putin, que iniciaram negociações bilaterais para encerrar a guerra sem convidar a Ucrânia nem os europeus.
"No século XXI, as relações entre os países são de alianças, não de vassalagem. A época dos países subordinados acabou. Hoje defendemos uma ordem internacional de países livres, iguais e soberanos. Por isso defendemos a Ucrânia perante a ameaça neoimperialista de Putin", escreveu o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, na rede social X, antes da reunião de Londres.
O governo britânico firmou na noite de sábado um acordo de empréstimo de 2,26 bilhões de libras esterlinas (R$ 16,6 bilhões) para apoiar as capacidades de defesa da Ucrânia.
"Todos na Europa terão que dar mais" para apoiar a Ucrânia, disse neste domingo, na rede social X, o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
Os participantes também discutem na cúpula "a necessidade de que a Europa desempenhe o seu papel em defesa" e os "próximos passos no planejamento de fortes garantias de segurança" no continente, diante do risco da retirada do guarda-chuva militar e nuclear dos Estados Unidos.
A tensão disparou após a altercação verbal de sexta-feira na Casa Branca, na qual Trump repreendeu Zelensky, acusando-o de apostar "com o risco de uma terceira guerra mundial".
O primeiro-ministro polonês, Donald Tusk, disse neste domingo que o seu país poderia usar seus laços amistosos com Washington para persuadir os Estados Unidos a apoiarem mais a Ucrânia.
Tusk acrescentou que a Polônia "será mais ouvida" devido a seus altos gastos em defesa e "relações muito boas com os americanos".
- Aperitivo da cúpula de Bruxelas -
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a mudança radical na política externa dos Estados Unidos em relação à Rússia coincidia "amplamente" com a visão de Moscou, em entrevista exibida neste domingo na televisão estatal.
A reunião de Londres neste domingo chega antes de outra cúpula europeia sobre a Ucrânia prevista para 6 de março em Bruxelas.
Em uma entrevista com vários jornais, o presidente francês Emmanuel Macron disse esperar que os países da União Europeia avancem rapidamente para um "financiamento maciço e comum" que represente "centenas de bilhões de euros" para construir uma defesa comum.
D.AbuRida--SF-PST