-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos de petróleo na Venezuela
-
EUA pede que comunidade internacional corte vínculos com a Nicarágua
-
George Lucas revela galáxia de arte em seu novo museu em Los Angeles
-
Ex-funcionárias são processadas na Argentina por fentanil contaminado ligado a 90 mortes
-
Ucrânia notifica agência da ONU sobre espaço aéreo russo
-
Júri dos EUA volta a ficar empacado em julgamento de mãe acusada de matar seus três filhos
-
Irã e EUA trocam ameaças após intensificação das hostilidades
-
Com 2 de Kane, Bayern vira sobre time da 2ª divisão e avança na Copa da Alemanha
-
Avanço da IA põe à prova compromissos climáticos das empresas de tecnologia
-
Robinho Jr é anunciado pelo Genoa
-
Relatório policial critica atuação do Marrocos na crise em Ceuta
-
Golpista se passa por Luis Castro, técnico do Grêmio, para pedir dinheiro a jogadores
-
Líderes de tecnologia pressionam G20 por 'data centers', mas divergem sobre risco da IA
-
Dolly Parton terá nova estrela na Calçada da Fama após vandalismo
-
Trump diz ter ficado "feliz" com partida de Harry e Meghan dos EUA
-
Jogos do futebol argentino terão aplausos em homenagem a Messi aos 10 minutos
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos bilionários de petróleo na Venezuela
-
Mostra de Veneza começa com homenagem a George Clooney e falta de diretoras
-
Nova York proibirá uso de IA nas escolas públicas
-
Xi Jinping insta presidente egípcio a se opor à 'interferência externa' no Oriente Médio
-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
-
Uber anuncia demissão de 10% de sua força de trabalho em todo o mundo
-
Badosa vence Kasatkina e vai enfrentar Gauff na 2ª rodada do US Open
-
Associações médicas dos EUA publicam recomendações de vacinas ante ofensiva de Trump
-
Trump propõe renomear Estreito de Ormuz para 'Estreito de Trump'
-
Hadjar segue fora e voltará a ser substituído por Lawson no GP da Itália de F1
-
UE convoca representante russo após suposto ataque com drone na Alemanha
-
Uber demitirá 10% de sua força de trabalho global
-
Tesouro dos EUA emite moeda de 1 dólar com rosto de Trump
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche mortal
-
CEO da Nvidia insta ministros do G20 a construir infraestrutura de IA
-
"Não hesitei nem por um segundo", diz Enzo Fernández sobre ida ao City
-
Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio e ameaça adotar 'nova estratégia'
-
Aubameyang se diz 'humilhado' e deixa seleção do Gabão
-
EUA exorta comunidade internacional a cortar laços com a Nicarágua
-
Chanceler argentino repudia incentivo à exploração petrolífera britânica nas Malvinas
-
Secretário de Energia dos EUA assinará inédito acordo petroleiro em Caracas
-
Fachin pede para preservar STF em meio à crise
-
Polícia espanhola desmente que exista relatório que envolva Marrocos na crise em Ceuta
-
Presidente do júri do Festival de Veneza questiona baixa presença de diretoras
-
Netanyahu afirma que as tropas de Israel não deixarão Gaza
-
Tiger Woods se declara culpado de direção imprudente após acidente de carro nos EUA
-
EUA é governado pelas 'pessoas menos capacitadas', diz George Clooney
-
Governo Meloni bate recorde de longevidade em uma Itália marcada pela instabilidade
-
Porta-aviões USS Abraham Lincoln chega à Tailândia após 9 meses no mar
-
Festival de Veneza começa com homenagem a George Clooney
-
China e Egito concordam em expandir investimento chinês na região do Canal de Suez
-
Governo talibã defende proibição dos protestos e cita lei islâmica
-
Epidemia de ebola na RD Congo provocou mais de 3.000 mortes
-
Irã responde aos ataques dos Estados Unidos com ofensiva contra bases americanas no Oriente Médio
Áustria terá governo de coalizão liderado pelos conservadores sem a extrema direita
O partido conservador austríaco ÖVP anunciou nesta quinta-feira (27) que chegou a um acordo com os sociais-democratas e os liberais para formar um governo, que não terá a presença da extrema direita, partido mais votado nas eleições legislativas de setembro.
"Nos últimos dias, buscamos sem descanso um programa comum, que será apresentado hoje", declarou em um comunicado o líder do ÖVP, Christan Stocker, após quase cinco meses de árduas negociações.
O presidente austríaco, Alexander Van der Bellen, havia solicitado aos líderes dos partidos que alcançassem rapidamente um acordo, depois que o país ficou sem governo pelo período mais longo de sua história moderna.
O Partido da Liberdade (FPÖ), de extrema direita, venceu as eleições com quase 29% dos votos, mas não conseguiu um acordo com os conservadores para formar o governo.
Após o colapso das negociações do FPÖ, o ÖVP, os sociais-democratas (SPÖ) e os liberais retomaram as conversas.
O acordo significa que esta será a primeira vez desde 1949 que a Áustria terá uma coalizão de governo com três partidos.
Stocker declarou que o programa comum adotado pretende "fazer o que é correto para a Áustria neste momento".
O novo governo fortalecerá a integração, obrigará aqueles que recebam asilo a assinar uma declaração de que são contrários ao antissemitismo e trabalhará por uma "proibição legal ao nível constitucional dos véus", segundo seu programa.
Também suspenderá temporariamente a reunificação familiar dos solicitantes de asilo "com efeito imediato", indicou Stocker.
Além disso, o programa enfatiza o compromisso com "uma União Europeia forte e melhor".
Stocker, um advogado de 64 anos e parlamentar desde 2019, assumiu este ano a liderança do ÖVP em substituição ao ex-chanceler Karl Nehammer após o fracasso inicial nas negociações dos três partidos.
O ÖVP, à frente do país de 9 milhões de habitantes desde 1987, formou governo com o SPÖ em várias ocasiões, o que foi chamado de grande coalizão.
K.AbuTaha--SF-PST