-
Robinho Jr é anunciado pelo Genoa
-
Relatório policial critica atuação do Marrocos na crise em Ceuta
-
Golpista se passa por Luis Castro, técnico do Grêmio, para pedir dinheiro a jogadores
-
Líderes de tecnologia pressionam G20 por 'data centers', mas divergem sobre risco da IA
-
Dolly Parton terá nova estrela na Calçada da Fama após vandalismo
-
Trump diz ter ficado "feliz" com partida de Harry e Meghan dos EUA
-
Jogos do futebol argentino terão aplausos em homenagem a Messi aos 10 minutos
-
Secretário de Energia dos EUA supervisiona acordos bilionários de petróleo na Venezuela
-
Mostra de Veneza começa com homenagem a George Clooney e falta de diretoras
-
Nova York proibirá uso de IA nas escolas públicas
-
Xi Jinping insta presidente egípcio a se opor à 'interferência externa' no Oriente Médio
-
Medvedev avança com tranquilidade à 3ª rodada do US Open
-
Uber anuncia demissão de 10% de sua força de trabalho em todo o mundo
-
Badosa vence Kasatkina e vai enfrentar Gauff na 2ª rodada do US Open
-
Associações médicas dos EUA publicam recomendações de vacinas ante ofensiva de Trump
-
Trump propõe renomear Estreito de Ormuz para 'Estreito de Trump'
-
Hadjar segue fora e voltará a ser substituído por Lawson no GP da Itália de F1
-
UE convoca representante russo após suposto ataque com drone na Alemanha
-
Uber demitirá 10% de sua força de trabalho global
-
Tesouro dos EUA emite moeda de 1 dólar com rosto de Trump
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche mortal
-
CEO da Nvidia insta ministros do G20 a construir infraestrutura de IA
-
"Não hesitei nem por um segundo", diz Enzo Fernández sobre ida ao City
-
Irã ataca bases dos EUA no Oriente Médio e ameaça adotar 'nova estratégia'
-
Aubameyang se diz 'humilhado' e deixa seleção do Gabão
-
EUA exorta comunidade internacional a cortar laços com a Nicarágua
-
Chanceler argentino repudia incentivo à exploração petrolífera britânica nas Malvinas
-
Secretário de Energia dos EUA assinará inédito acordo petroleiro em Caracas
-
Fachin pede para preservar STF em meio à crise
-
Polícia espanhola desmente que exista relatório que envolva Marrocos na crise em Ceuta
-
Presidente do júri do Festival de Veneza questiona baixa presença de diretoras
-
Netanyahu afirma que as tropas de Israel não deixarão Gaza
-
Tiger Woods se declara culpado de direção imprudente após acidente de carro nos EUA
-
EUA é governado pelas 'pessoas menos capacitadas', diz George Clooney
-
Governo Meloni bate recorde de longevidade em uma Itália marcada pela instabilidade
-
Porta-aviões USS Abraham Lincoln chega à Tailândia após 9 meses no mar
-
Festival de Veneza começa com homenagem a George Clooney
-
China e Egito concordam em expandir investimento chinês na região do Canal de Suez
-
Governo talibã defende proibição dos protestos e cita lei islâmica
-
Epidemia de ebola na RD Congo provocou mais de 3.000 mortes
-
Irã responde aos ataques dos Estados Unidos com ofensiva contra bases americanas no Oriente Médio
-
Ativista pró-democracia de Hong Kong Joshua Wong se declara culpado de conluio com potências estrangeiras
-
Famílias organizam funerais sem corpos no Nepal uma semana após avalanche devastadora
-
Secretário de Energia dos Estados Unidos visita Caracas para negociar acordo histórico de petróleo
-
Irã mira em bases dos EUA em resposta a novos bombardeios
-
John Ternus assume comando da Apple na era da IA e dos smartphones dobráveis
-
Nicarágua proíbe participação de opositores em eleições
-
Moraes enfrenta pressão após ter conversa com Vorcaro exposta
-
Congresso da Nicarágua aprova reforma que proíbe opositores em eleições
-
Zuckerberg e Musk defendem centros de dados de IA
Rússia e EUA nomearão negociadores para pôr fim à guerra na Ucrânia
Washington afirmou, nesta terça-feira (18), que Rússia e Estados Unidos nomearão equipes para negociar o fim da guerra na Ucrânia o mais rápido possível, depois de uma reunião entre os dois países na Arábia Saudita, sem a representação da Ucrânia ou de seus aliados europeus.
Funcionários de alto escalão americanos e russos presentes na reunião em Riade, a primeira deste tipo desde que Moscou lançou sua ofensiva em 24 de fevereiro de 2022, não especificaram, entretanto, um possível encontro entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin.
O mandatário americano conversou na semana passada com seu contraparte russo e ambos concordaram em iniciar "imediatamente" negociações para colocar fim à guerra na Ucrânia e disseram estar contemplando uma reunião.
Alguns líderes europeus, alarmados com a política de Trump para a Rússia, temem que Washington faça concessões sérias a Moscou e reformule a segurança do continente.
Os chefes da diplomacia de Estados Unidos, Marco Rubio, e Rússia, Serguei Lavrov, concordaram em "nomear suas respectivas equipes de alto nível para começar a trabalhar em uma via para colocar fim ao conflito na Ucrânia o mais rápido possível de uma forma duradora, sustentável e aceitável para todas as partes", disse a porta-voz do Departamento de Estado americano, Tammy Bruce.
Washington acrescentou que as partes também concordaram em "estabelecer um mecanismo de consulta" e "lançar as bases para uma futura cooperação em assuntos geopolíticos de interesse comum e nas oportunidades econômicas e de investimento que surgirão com a resolução do conflito na Ucrânia".
A Rússia ofereceu menos detalhes sobre o resultado das conversas. "Comentamos e definimos nossas posições em princípio, e concordamos que equipes separadas de negociadores entrarão em contato sobre este assunto no devido tempo", declarou Yuri Ushakov, conselheiro diplomático do Kremlin.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em uma visita oficial à Turquia, criticou a reunião, "novamente sobre a Ucrânia e sem a Ucrânia".
- Defesa europeia -
Tanto a Rússia como os Estados Unidos consideraram a reunião em Riade como o início de um processo potencialmente longo e minimizaram as perspectivas de um grande avanço.
Trump já declarou que quer encerrar a guerra na Ucrânia, mas até o momento não apresentou um plano concreto. Washington instou ambas as partes a fazer concessões para que as negociações de paz se concretizem.
Na terça-feira, a Rússia delineou algumas de suas perspectivas sobre futuras negociações para pôr fim ao conflito, afirmando que sua resolução exige uma reorganização dos acordos de defesa europeus.
"Uma resolução duradoura e viável a longo prazo é impossível sem um exame minucioso das questões de segurança no continente", disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov.
Moscou pede reiteradamente a retirada das forças da Otan do Leste Europeu, considerando a Aliança Atlântica como uma ameaça à sua existência, um argumento usado para justificar a invasão da Ucrânia.
Putin declarou estar "disposto" a negociar com Zelensky "se necessário", segundo o Kremlin. A presidência russa também reconheceu "o direito" da Ucrânia de aderir à União Europeia, mas não à Otan.
Quanto às relações entre Washington e Moscou, é provável que outras questões importantes sobre as quais as potências cooperavam antes da invasão, como o desarmamento nuclear, as forças convencionais na Europa, o programa nuclear do Irã, o conflito israelense-palestino etc, sejam colocadas novamente sobre a mesa.
- Acordo não imposto -
A UE insistiu nesta terça-feira que quer "colaborar" com os EUA para uma paz "justa" na Ucrânia, nas palavras da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O presidente francês, Emmanuel Macron, organizou uma cúpula europeia de emergência em Paris na segunda-feira para tentar chegar a um acordo sobre uma postura comum em relação à segurança e se afastar do papel de espectador.
Ele conversou com Trump e com Zelensky, que lhe disse que compartilhavam "uma visão comum" sobre como alcançar a paz.
O presidente ucraniano deve chegar na quarta-feira à Arábia Saudita, onde disse que não planejava se reunir com representantes americanos ou russos.
Zelensky advertiu que seu país "não reconhecerá" qualquer acordo sobre seu futuro que seja alcançado sem sua participação, e lamentou não ter sido informado oficialmente sobre a reunião em Riade.
O enviado especial de Trump para a Ucrânia, Keith Kellogg, que viajará para Kiev na quinta-feira, disse em Bruxelas na segunda que os Estados Unidos não imporiam um acordo a Kiev para acabar com a guerra.
T.Samara--SF-PST