-
Avalanche no Himalaia deixou mais de 1.000 mortos
-
Presidente do Irã estende a mão a Washington antes de reunião com Putin
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa 12 mortos na região de Kiev
-
Carney sai reforçado das eleições parciais no Canadá em plena guerra comercial com EUA
-
Avalanche entre Nepal e China deixou mais de 1.000 mortos
-
Ataque russo deixa quatro mortos na região de Kiev
-
Ex-líder de gangue é condenado pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
Esfaqueamento na Times Square, em NY, resulta em duas mortes
-
Júri começa deliberações no julgamento pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
-
EUA convida ministro russo para reunião do G20 e irrita europeus
-
"Atacante top", diz técnico do Barcelona sobre Gabriel Jesus
-
Raphinha e Yamal comandam goleada do líder Barça sobre Rayo Vallecano
-
Quatro menores morrem em primeiros bombardeios do novo governo da Colômbia
-
Sem brilho, Arsenal vence Aston Villa e se mantém 100% no Inglês
-
Javier Milei pede à FIA retorno da Fórmula 1 à Argentina
-
Número de vítimas aumenta no Nepal em meio a desastre "inimaginável"
-
Brasil e EUA retomam diálogo sobre tarifas após conversa entre Lula e Trump
-
Lionel Messi, herói das maiores alegrias da Argentina
-
Alcaraz estreia no US Open com vitória tranquila em retorno após lesão
-
União Europeia suspende importações de carne brasileira a partir de 5ª feira
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após escalada de ataques
-
Roma goleia Lecce e retoma liderança do Campeonato Italiano
-
Santos anuncia contratação do volante Arthur após aporte da empresa do pai de Neymar
-
Ataques israelenses matam cinco pessoas em Gaza, afirmam autoridades locais
-
Epidemia de ebola na RD Congo supera 6 mil casos confirmados
-
China e Rússia reforçam aliança durante cúpula no Quirguistão
-
Trump critica oposição nos EUA contrária aos centros de dados
-
Benzema deixa Al-Hilal seis meses após chegada ao clube
-
Sabalenka despacha colombiana María Osorio em sua estreia no US Open
-
Dois mortos e vários desaparecidos após inundação repentina no Grand Canyon
-
Liverpool contrata atacante francês Bradley Barcola por 125 milhões de euros
-
Harry e Meghan buscam casa nova em refúgio de ricos e famosos no Reino Unido
-
Irã condena à morte duas mulheres por manifestações de 2026
-
O "Não" da Islândia, um duro golpe para a União Europeia
-
John Galliano cancela exposição após críticas por antissemitismo
-
Rússia busca cooperar com China em IA e tecnologias digitais, diz Putin a Xi
-
EUA busca ampliar isolamento do Irã em reunião de ministros das Finanças do G20
-
México apreende 210 armas de fogo perto da fronteira com os EUA
-
Trump ameaça atingir Irã 'com força' após aumento dos ataques
-
Corte mantém tratado de compartilhamento do rio Indo por Índia e Paquistão
-
Manchester City anuncia contratação de Allan, do Palmeiras
-
Bombardeio mais letal do novo governo da Colômbia mata dez, sendo três menores
-
Messi anuncia aposentadoria da seleção argentina
-
Objetos pessoais de Brigitte Bardot serão leiloados em Paris
-
Irã diz que não quer mais guerra com EUA após retomada de ataques
-
David Corrêa, do Vasco, é alvo de operação antidrogas
-
John Ternus comandará a Apple na era da IA
-
Bardem, Cruz e Pattinson estrelam destaques do Festival de Veneza
-
Sánchez isenta Marrocos de culpa por crise migratória em Ceuta
-
EUA buscam ampliar isolamento do Irã em reunião de ministros das Finanças do G20
Trump prevê tarifas alfandegárias de 25% para México e Canadá a partir fevereiro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta segunda-feira (20), que espera impor tarifas alfandegárias de 25% a seus parceiros comerciais México e Canadá a partir de 1º de fevereiro, após um discurso nacionalista ao ser empossado no cargo.
Desde a sua vitória nas urnas, em novembro passado, o republicano tem mirado tanto em aliados quanto em adversários, levantando a perspectiva de novas tarifas para pressionar outros países a tomar medidas mais duras diante das preocupações dos Estados Unidos.
Nesta segunda-feira, Trump acusou o Canadá e o México de não conterem a imigração ilegal e a entrada de narcóticos nos Estados Unidos, duas de suas principais bandeiras.
"Estamos pensando em termos de 25% para México e Canadá, pois estão permitindo um enorme número de pessoas. O Canadá também abusa fortemente - grandes quantidades de gente vindo e de fentanil chegando", disse Trump em mensagem no Salão Oval da Casa Branca.
Antes do seu retorno à Casa Branca, Trump havia prometido impor tarifas de 25% sobre as importações canadenses e mexicanas, caso não fizessem mais em relação à imigração ilegal e ao fluxo de fentanil para os EUA.
O republicano antecipou, nesta segunda, que prevê impor as tarifas a partir de 1º de fevereiro.
México e Canadá são parceiros dos Estados Unidos no acordo de livre-comércio da América do Norte, assinado no primeiro mandato de Trump, para suceder o Nafta.
"Começarei imediatamente a reformular nosso sistema comercial, para proteger os trabalhadores americanos e suas famílias", afirmou Trump mais cedo. "Em vez de tributar nossos cidadãos para enriquecer outros países, cobraremos tarifas e impostos de países estrangeiros para enriquecer nossos cidadãos", declarou.
A zona do euro, que exporta mais produtos para os Estados Unidos do que importa, também está na mira dos republicanos. A União Europeia “está disposta a defender seus interesses econômicos”, se necessário, anunciou nesta segunda-feira o comissário europeu de Economia, Valdis Dombrovskis, ressaltando que um potencial conflito comercial teria “um custo econômico substancial para todos, incluindo os Estados Unidos”.
Enquanto isso, a ministra canadense das Relações Exteriores, Melanie Joy, afirmou que Ottawa trabalhará para garantir estar preparada para responder às políticas comerciais americanas.
- "Eficiência governamental" -
Durante a campanha eleitoral, Trump também lançou a ideia de impor tarifas muito mais altas às importações chinesas, mas se absteve hoje de revelar novas tarifas a serem aplicadas a produtos importados quando um comprador americano adquiri-los no exterior.
O Wall Street Journal apontou hoje que o presidente poderia se abster de impor novas tarifas no primeiro dia do seu segundo mandato para priorizar o lançamento de investigações sobre as relações comerciais com China, Canadá e México, como passo prévio a futuros aumentos.
Em seu discurso, Trump reiterou seu plano de criar um "Serviço de Receita Externa" para coletar tarifas e impostos de importação, juntamente com a criação de um "Departamento de Eficiência Governamental" destinado a cortar os gastos públicos federais.
O secretário de Comércio nomeado por Trump, Howard Lutnick, deu indicações hoje para empresas estrangeiras sobre uma saída para as barreiras tarifárias: “A única coisa que podem fazer é construir fábricas nos Estados Unidos e contratar americanos com salários muito bons.”
Trump também assinou, nesta segunda, uma diretriz para que todas as agências federais "abordem a crise do custo de vida, que tanto tem afetado os americanos", ao pedir medidas para reduzir o custo da habitação, entre outras.
- Consequência -
Donald Trump também ameaçou o Brics - grupo fundado por Brasil, Rússia, Índia e China e que hoje inclui uma dezena de nações - com tarifas de 100% se ameaçassem o domínio do dólar.
Um dos assessores econômicos mais antigos de Trump, Stephen Moore, descartou em entrevista à AFP o impacto inflacionário da medida, que buscarão compensar com cortes de impostos previstos pelo novo governo.
"Os produtos fabricados nos Estados Unidos terão menos impostos. Os da China terão mais. Quando o equilíbrio for feito, poderá haver alguns aumentos de preços, mas não um aumento global", declarou.
A Casa Branca anunciou hoje que todas as agências do governo vão tomar “medidas de emergência para reduzir o custo de vida”.
X.Habash--SF-PST