-
Venezuela reporta mais de 6,5 mil mortos após terremotos
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar de ameaças russas
-
Federer retorna ao US Open para jogo exibição e despedida
-
Com gol de João Pedro, Chelsea estreia no Inglês com vitória sobre Fulham
-
Sérvia pede libertação de criminoso de guerra Mladic por motivo de saúde
-
Com hat-trick de Malen, Roma goleia Fiorentina em sua estreia no Italiano
-
João Fonseca desiste do US Open devido a lesão no abdômen
-
Chefe do Exército do Paquistão se reúne com presidente do Irã
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia
-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
-
Ucrânia concederá acesso ao Reino Unido a dados de IA sobre campo de batalha
-
Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos
-
Trump anuncia que aumentará para 50% as tarifas sobre carros e aço do Canadá
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de imigrantes em situação irregular
-
Julián Álvarez vive encruzilhada no Atlético de Madrid
-
Guterres propõe ONU como 'facilitadora' do transporte de fertilizantes em Ormuz
-
Sheinbaum descarta volta ao cargo de governador acusado de tráfico pelos EUA
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar das ameaças russas
-
Presidente colombiano anuncia início da reconstrução após terremoto
-
Príncipe Harry deixa ONG africana envolvida em escândalo
-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
-
Samuel Eto'o declara apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino
-
Justiça da Noruega analisa licenças petroleiras questionadas por ambientalistas
-
Trump anuncia que vai aumentar em 50% tarifas sobre carros e aço do Canadá em 2027
-
Trump afirma que Irã está em colapso após ameaça do 'Dia D econômico'
-
Noosha Aubel: Hur mycket administrativt misslyckande tål Potsdam till?
-
Noosha Aubel: Πόση διοικητική αποτυχία μπορεί να αντέξει ακόμα το Πότσδαμ?
-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Kolik administrativních selhání ještě Potsdam snese?
-
Noosha Aubel: Ile jeszcze nieudolności administracyjnej wytrzyma Poczdam?
-
누샤 아우벨: 포츠담은 행정 실패를 얼마나 더 견뎌낼 수 있을까?
-
努莎·奧貝爾:波茨坦還能承受多少行政失職?
-
نوشا أوبيل: إلى أي مدى ستتحمل بوتسدام المزيد من الفشل الإداري؟
-
Нуша Аубель: Скільки ще Потсдам витримає адміністративних провалів?
-
Нуша Аубель: Сколько ещё Потсдам сможет выдержать административных провалов?
-
ヌーシャ・オーベル:ポツダムは、あとどれだけの行政の失態に耐えられるのか?
-
नूशा ऑबेल: पॉट्सडैम और कितनी प्रशासनिक विफलता सहन कर सकता है?
-
Noosha Aubel: Quanta mais ineficiência administrativa é que Potsdam ainda consegue suportar?
Israel segue ofensiva contra Hamas e pede que moradores deixem Cidade de Gaza
Israel instou nesta quarta-feira (10) todos os habitantes a deixarem a Cidade de Gaza, onde suas tropas mantêm uma ofensiva feroz contra o movimento islamista palestino Hamas após mais de nove meses de uma guerra que devastou o território.
Milhares de panfletos foram lançados sobre a cidade, no norte da Faixa de Gaza, exortando "todos os presentes" a deixarem a localidade, que continua sendo "uma perigosa zona de combate".
De acordo com a ONU, a cidade tinha até agora uma população de 300.000 a 350.000 pessoas.
O Exército israelense anunciou esta noite que "os soldados [...] concluíram sua missão, que durou cerca de duas semanas, na área de Shujaiya", garantindo que a ofensiva permitiu destruir "oito túneis" e eliminar "dezenas de terroristas".
Israel iniciou em 27 de junho uma operação terrestre no bairro de Shujaiya, no leste da Cidade de Gaza, antes de expandi-la para o centro, onde "dezenas de milhares de pessoas" foram chamadas a abandonar a área, segundo a ONU.
O porta-voz da Defesa Civil, Mahmud Bassal, afirmou que Shujaiya se tornou "uma cidade fantasma".
As novas instruções "só vão agravar o sofrimento em massa das famílias palestinas, muitas das quais foram deslocadas várias vezes", reagiu Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da ONU, António Guterres.
Um porta-voz do governo israelense disse que o objetivo era "colocar os civis fora de perigo" enquanto as tropas combatiam.
Após meses de estagnação, as negociações para um cessar-fogo e a libertação dos reféns - mediadas por Catar, Estados Unidos e Egito - foram retomadas em Doha.
Uma delegação israelense liderada pelo chefe do serviço de inteligência Mossad, David Barnea, chegou à capital catari nesta quarta. Também se espera a participação do diretor da CIA, a Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos.
- 'Onde vamos parar?' -
O Exército israelense indicou nesta quarta que "os soldados realizaram uma operação contra terroristas do Hamas e da Jihad Islâmica que usavam a sede da UNRWA [Agência da ONU para Refugiados Palestinos] na Cidade de Gaza como base para lançar ataques".
Os últimos combates em Gaza provocaram o deslocamento de 350.000 civis, segundo Philippe Lazzarini, diretor da UNRWA, que afirmou, antes da última chamada de evacuação, que "não há nenhum espaço seguro" no território palestino.
Um Nimr Al Amal fugiu de Gaza com a família. "É a 12ª vez. Quantas vezes ainda teremos que aguentar? Mil? Onde vamos parar? Não tenho mais energia, não consigo mais", queixou-se.
Os combates também aumentaram no sul do território, onde tanques israelenses entraram no centro de Rafah, segundo testemunhas. Estas também reportaram intensos disparos nesta cidade na fronteira com o Egito, onde o Exército executa uma ofensiva terrestre desde 7 de maio.
O conflito começou em 7 de outubro, quando comandos islamistas mataram 1.195 pessoas, a maioria civis, e sequestraram 251 no sul de Israel, segundo um levantamento da AFP com base em dados oficiais israelenses.
Em resposta, Israel prometeu "aniquilar" o Hamas e iniciou uma ofensiva em Gaza que já matou 38.295 pessoas, também civis em sua maioria, segundo o Ministério da Saúde do território.
"Eliminamos ou ferimos 60% dos terroristas do Hamas desde o início da guerra", afirmou o ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant.
- Escolas bombardeadas -
Vinte e nove pessoas morreram ontem, incluindo crianças, em um bombardeio israelense contra uma escola em Abasan, segundo uma fonte médica e funcionários do Hamas. O Exército israelense afirmou que os bombardeios tinham terroristas como alvo.
As escolas de Gaza "se convertem com frequência em locais de morte e miséria. A cidade não é um lugar para crianças", disse Lazzarini.
Israel e Hamas divergem sobre como alcançar uma trégua. O premiê israelense, Benjamin Netanyahu, reuniu-se em Jerusalém com o coordenador da Casa Branca para o Oriente Médio, Brett McGurk.
Netanyahu reiterou seu compromisso com um acordo de cessar-fogo "desde que as linhas vermelhas de Israel sejam respeitadas". O premiê assegurou em diversas ocasiões que não vai encerrar a guerra antes da destruição do Hamas e da libertação de todos os reféns.
O funcionário do alto escalão do Hamas Hossam Badran disse hoje à AFP que a intensificação do que chamou de "massacres" israelenses em Gaza reforça as exigências do movimento islamista.
"Pedimos a todo Israel que se una a nós para pressionar, para lembrar a Netanyahu [...] que ele deve assinar um acordo, trazê-los [os reféns] de volta e pôr fim a esta terrível guerra", declarou à AFP Ayala Metzger, nora de Yoram Metzger, falecido aos 80 anos enquanto estava em cativeiro, e cujo corpo ainda está em Gaza.
N.Shalabi--SF-PST