-
Lazio de Gattuso estreia no Italiano com vitória sobre o Bologna
-
"Até onde o corpo aguentar": dois meses dos terremotos na Venezuela
-
Palmeiras renova com Gustavo Gómez até 2030
-
Palmeiras chega a acordo para venda de Allan ao Manchester City
-
Fabinho assina com Trabzonspor e reencontra Salah na Turquia
-
EUA promete asfixiar economicamente o Irã
-
Arábia Saudita investirá US$ 7 bilhões em parques temáticos perto de Paris
-
Ucrânia concederá acesso ao Reino Unido a dados de IA sobre campo de batalha
-
Netanyahu afirma que Irã tentou matar um de seus filhos
-
Trump anuncia que aumentará para 50% as tarifas sobre carros e aço do Canadá
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de imigrantes em situação irregular
-
Julián Álvarez vive encruzilhada no Atlético de Madrid
-
Guterres propõe ONU como 'facilitadora' do transporte de fertilizantes em Ormuz
-
Sheinbaum descarta volta ao cargo de governador acusado de tráfico pelos EUA
-
Aliados europeus reafirmam apoio à Ucrânia apesar das ameaças russas
-
Presidente colombiano anuncia início da reconstrução após terremoto
-
Príncipe Harry deixa ONG africana envolvida em escândalo
-
Tenista tcheca Marketa Vondrousova recorre na CAS contra suspensão por recusar teste antidoping
-
Escaladores do Empire State se beijam em frente a tribunal
-
Presidente da Colômbia ordena deportações de migrantes em situação irregular
-
Liverpool precisa melhorar após temporada 'inaceitável', diz Van Dijk
-
França busca assinar acordo sobre parque temático de 'Dragon Ball' durante visita de príncipe saudita
-
Samuel Eto'o declara apoio ao presidente da Fifa, Gianni Infantino
-
Justiça da Noruega analisa licenças petroleiras questionadas por ambientalistas
-
Trump anuncia que vai aumentar em 50% tarifas sobre carros e aço do Canadá em 2027
-
Trump afirma que Irã está em colapso após ameaça do 'Dia D econômico'
-
Noosha Aubel: Hur mycket administrativt misslyckande tål Potsdam till?
-
Noosha Aubel: Πόση διοικητική αποτυχία μπορεί να αντέξει ακόμα το Πότσδαμ?
-
Ataques contra Cruz Vermelha na RD Congo 'dificultam' luta contra o ebola
-
Reino Unido reafirma apoio à Ucrânia antes de reunião dos aliados em Kiev
-
Primeiro-ministro da Austrália quer proibir centros de dados perto de escolas
-
Noosha Aubel: Kolik administrativních selhání ještě Potsdam snese?
-
Noosha Aubel: Ile jeszcze nieudolności administracyjnej wytrzyma Poczdam?
-
Noosha Aubel: Quanta mais ineficiência administrativa é que Potsdam ainda consegue suportar?
-
नूशा ऑबेल: पॉट्सडैम और कितनी प्रशासनिक विफलता सहन कर सकता है?
-
ヌーシャ・オーベル:ポツダムは、あとどれだけの行政の失態に耐えられるのか?
-
Нуша Аубель: Сколько ещё Потсдам сможет выдержать административных провалов?
-
Нуша Аубель: Скільки ще Потсдам витримає адміністративних провалів?
-
نوشا أوبيل: إلى أي مدى ستتحمل بوتسدام المزيد من الفشل الإداري؟
-
努莎·奧貝爾:波茨坦還能承受多少行政失職?
-
누샤 아우벨: 포츠담은 행정 실패를 얼마나 더 견뎌낼 수 있을까?
-
Gavi sofre 'contusão' na estreia do Campeonato Espanhol
-
Harry, o retorno do filho pródigo ao Reino Unido
-
Tesla faz recall de milhões de carros na China por motivos de segurança
-
Irã desafia ameaça americana de 'Dia D econômico'
-
Ucrânia recebe aliados europeus em momento de intensificação dos ataques russos
-
Gigante do comércio digital Shein quer arrecadar US$ 1,7 bilhão com entrada na Bolsa
-
Nova Zelândia apresenta projeto para proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Facebook e TikTok amplificaram conteúdo de grupos armados para recrutar menores na Colômbia, denuncia HRW
-
UE libera mais US$ 7,1 bilhões em ajuda militar para a Ucrânia
Distúrbios na Nova Caledônia aprofundam crise no setor de níquel
Os distúrbios na Nova Caledônia agravaram a crise no setor-chave do níquel nesse arquipélago francês do Oceano Pacífico, onde as mineradoras e metalúrgicas estão funcionando em um ritmo mais lento, quando estão funcionando.
Embora a situação tenha melhorado em termos de segurança no território, onde o governo da França mobilizou 3.500 efetivos, as atividades de mineração estão paralisadas desde 13 de maio, quando começaram os protestos contra uma reforma do censo eleitoral.
O arquipélago possui até 30% das reservas mundiais de níquel e é o terceiro maior produtor mundial, atrás da Indonésia e das Filipinas, e à frente de Rússia, Canadá, Austrália, China e Brasil.
Esse metal prateado é utilizado em ligas para fabricar aço inoxidável, componentes eletrônicos e joias, e é um elemento crucial para as baterias dos veículos elétricos, sendo, portanto, fundamental para a transição para energias mais limpas.
E embora a França tenha suspendido o estado de emergência no arquipélago após duas semanas de distúrbios que deixaram sete mortos e centenas de feridos, poucos esperam um retorno rápido à normalidade nessa indústria que emprega entre 20% e 25% dos trabalhadores caledonianos.
As atividades da Société Le Nickel (SLN), produtor histórico, foram interrompidas e as reservas de minério estão diminuindo. A empresa precisou de um empréstimo público milionário para evitar a falência.
No sul da Nova Caledônia, a planta da Prony Resources, que também se mantém graças a um empréstimo, também parou de funcionar desde os distúrbios.
A Koniambo Nickel (KNS), no norte, está parada desde fevereiro, enquanto o conglomerado Glencore tenta vender sua participação.
As interrupções devido aos ataques e danos sofridos em algumas instalações durante os distúrbios ocorreram no pior momento para os produtores locais, em plena concorrência com produtores mais baratos como a Indonésia.
A extração do níquel, que ao contrário do refino geralmente está nas mãos de pequenos operadores, também foi afetada.
"As consequências para a mina e para a Nova Caledônia são catastróficas", declarou Thomas Sevetre, diretor-geral da mineradora Georges-Montagnat.
As coisas poderiam piorar ainda mais se as companhias marítimas adicionarem prêmios de risco aos seus fretes devido à situação política, advertiu.
A volatilidade paira sobre os preços mundiais do níquel, já que o aumento da demanda e as sanções às exportações russas foram contrabalançados pelo enorme aumento da produção na Indonésia.
As conversas iniciadas pelo ministro da Economia francês, Bruno Le Maire, para ajudar a colocar a indústria do níquel da Nova Caledônia em um caminho sustentável estão estagnadas.
Ainda que os protestos tenham começado pela reforma do censo eleitoral, o níquel também paira sobre a crise.
Após uma visita rápida na quinta-feira ao arquipélago, o presidente francês, Emmanuel Macron, pediu um acordo entre independentistas e partidários da França para o final de junho, que inclua também o futuro desse setor.
M.AlAhmad--SF-PST