-
Cepal: incerteza por tarifas dos EUA deve atingir economias latinas 'um pouco mais'
-
Trump reduz exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Milhares de pessoas prestam homenagem em Londres a acadêmico de Cambridge falecido
-
Paramount pede garantia de US$ 1,9 bilhão em ação sobre aquisição da Warner Bros
-
Jódar atropela Tabilo e vai às oitavas do Masters 1000 de Cincinnati
-
Trump e Casa Branca atacam jornalista por pergunta sobre assessora
-
OpenAI contrata novo centro de dados nos EUA com respaldo da Nvidia
-
"Passaporte para o futuro", diz Lula sobre petróleo descoberto na Foz do Amazonas
-
Bob Iger adquire quase 83% dos Lakers após comprar participação de 17,8% da família Buss
-
Trump ordena reduzir exercícios militares com Coreia do Sul e sugere contatos com o Norte
-
Wall Street cai diante de aumento do custo do endividamento
-
Rybakina vence Frech e avança às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Julgamento estadual contra Luigi Mangione é adiado após confissão perante juíza federal
-
Últimos acontecimentos da guerra entre EUA e Irã
-
Julio Enciso e Ouattara deixam Strasbourg e assinam com Ipswich
-
"Homero é dessas terras": cidade turca reivindica o nascimento da Odisseia
-
Governo Trump suspende megaprojeto fronteiriço no Texas após críticas bipartidárias
-
Rodri chega a Barcelona para realizar um 'sonho'
-
Promotoria diz que acusado de assassinar rapper Tupac Shakur queria "vingança"
-
Com tudo ainda em aberto, Libertadores define classificados para quartas de final
-
Discord suspende 'lives' no Brasil por ordem da ANPD após suicídio de adolescente
-
ONG Handicap alerta para 'graves repercussões' dos cortes na ajuda internacional
-
Swiatek vence Sakkari de virada e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Grécia anuncia pagamento antecipado de parte de sua dívida
-
Federação escocesa retira apoio a Infantino
-
Legisladores dos EUA criticam Trump por reduzir manobras militares com a Coreia do Sul
-
Mianmar confirma casos de cólera e centenas de hospitalizações
-
Trump ordena redução de exercícios militares com Coreia do Sul horas antes do início
-
Último adeus à cantora britânica Bonnie Tyler em seu funeral no País de Gales
-
Líder do único partido antiguerra da Rússia é condenado a 11 anos de prisão
-
Suprema Corte rejeita pela 2ª vez recurso de Trump no caso de agressão sexual e difamação
-
As questões levantadas pela morte trágica do professor de Cambridge Jason Arday
-
ONU denuncia que 350 trabalhadores humanitários foram assassinados em 2025
-
Primeiro-ministro francês anuncia ajuda a afetados por incêndio
-
Promessa do Real Madrid Jacobo Ortega assina com o Strasbourg
-
Confrontos em torno de café aberto durante shabat expõem polarização em Israel
-
Mumbai enfrenta campanha de inspeções sanitárias em restaurantes
-
Reitor de Cambridge denuncia 'onda racista' em torno do acadêmico encontrado morto
-
Moradores de área devastada por incêndio na França vaiam primeiro-ministro
-
Epidemia de ebola na RD Congo é a mais letal da história do país
-
Quase 13 mil desabrigados após terremoto na Indonésia
-
Atriz Hayden Panettiere morre aos 36 anos
-
Trump ordena redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul poucas horas antes do início
-
Enviado de Trump se reunirá com Netanyahu após encontro com Hamas sobre plano de paz para Gaza
-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
Contagem regressiva em Washington para evitar paralisação dos serviços públicos
Os Estados Unidos correm o risco novamente de sofrer uma paralisação orçamentária que pode suspender os serviços públicos e deixar em desemprego técnico milhares de funcionários do Estado, caso os congressistas não cheguem a um acordo sobre a lei de orçamento, com a ajuda militar à Ucrânia como um dos problemas.
Quatro anos depois de quase dar calote na dívida pública, o Congresso deve adotar até a meia-noite de 30 de setembro um acordo sobre uma nova lei orçamentária para o próximo ano, e, assim, evitar a paralisação do governo.
Caso a decisão ultrapasse este prazo, os primeiros afetados seriam os milhões de funcionários públicos federais que não receberiam salários enquanto durar a paralisação do funcionalismo público.
A pouco mais de um ano das eleições presidenciais, em que o presidente Joe Biden tentará a reeleição, as tensões no Congresso atingiram seu ápice.
"Financiar o governo é uma das responsabilidades mais básicas do Congresso. É hora de os republicanos começarem a fazer o trabalho para o qual os EUA os elegeram", disse Biden no sábado.
Nesta segunda-feira (25), a Casa Branca voltou a acusar os "radicais republicanos da Câmara" de Representantes de assumirem o risco de "comprometer a assistência alimentar vital para quase sete milhões de mulheres e crianças vulneráveis" e de "brincar com a vida das pessoas", visto que uma paralisação no serviço público corta todos estes gastos federais.
As tensões entre os democratas e parte dos republicanos se concentra em um pacote de ajuda adicional a Kiev, após a visita do presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, a Washington, na última quinta-feira.
Os dois partidos do Senado são favoráveis a esta assistência, enquanto a Câmara Baixa, controlada pela oposição - um grupo de congressistas associados ao ex-presidente Donald Trump - rejeitou a votação.
"Não votarei para dar um único centavo à guerra na Ucrânia. Estou com os Estados Unidos primeiro", declarou a republicana Marjorie Taylor Greene.
"As pessoas do meu distrito, e de todo o país, estão cansadas de financiar os outros", corroborou o deputado Eli Crane.
- Tensões recorrentes -
A votação orçamentária no Congresso se transformou em uma frequente queda de braço, com o funcionalismo público no meio de um embate para obter concessões da outra parte. O assunto é comumente resolvido de última hora.
Mas este ano as tensões se agravaram com a polarização do Congresso.
No Senado, os líderes dos dois partidos, Chuck Schumer (dos democratas) e Mitch McConnell (dos republicanos), continuam as negociações.
"Ambos somos fortemente a favor de ajudar a Ucrânia", disse Schumer à CNN na sexta-feira, demonstrando-se "muito otimista".
Se um acordo não for alcançado, o Congresso pode adotar um projeto de orçamento provisório, o que daria alguns meses para os legisladores chegarem a um entendimento mais definitivo.
A ameaça de paralisação ocorre apenas quatro meses depois de uma novela sobre o aumento do limite da dívida que gerou preocupações sobre a possibilidade de um calote sem precedentes por parte dos Estados Unidos.
No âmbito do acordo alcançado para evitar tal manobra, os democratas aceitaram limitar alguns gastos, o que teria permitido a aprovação do orçamento.
Mas, "hoje, um pequeno grupo de republicanos radicais não quer respeitar o acordo, e todos nos Estados Unidos poderão ser prejudicados", disse Biden.
"Temos que nos trancar num escritório e resolver o problema" resumiu no domingo o republicano Tony Gonzales. "Não quero um 'shutdown', mas é real para mim que o país caminha para essa situação e todos devem se preparar", acrescentou.
A falta de acordo pode ter diversas consequências, como o atraso de envio de ajuda alimentar, a interrupção no tráfego aéreo, a falta de manutenção em parques nacionais e funcionários "não essenciais" ficariam sem receber pagamentos até que a situação fosse resolvida.
Os Estados Unidos tiveram quatro grandes paralisações desde 1976. A última, e mais longa, durou mais de um mês, do final de 2018 ao início de 2019, e reduziu o PIB dos EUA em 3 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 12 bilhões, na cotação da época), de acordo com o Escritório de Orçamento do Congresso dos EUA (CBO, na sigla em inglês).
T.Samara--SF-PST