-
Dois pilotos do avião de carga da Amazon que caiu em Miami recebem alta do hospital
-
Koreeda apresenta ode ao mangá no Festival de Veneza
-
Rebeldes do Iêmen denunciam represálias da Arábia Saudita após ofensiva que deixou dezenas de feridos
-
Zelensky espera retomar negociações de paz com Rússia e EUA em setembro
-
Doze países anunciam sanções ao comércio com colônias israelenses na Cisjordânia
-
Argentina denuncia penalmente empresa israelense Navitas por operar nas Malvinas
-
Rubio inicia na Colômbia viagem latino-americana para reforçar influência dos EUA
-
Picanha, prato principal da direita para frear a reeleição de Lula
-
Ministro do STF suspende diretor-geral da PF em meio a crise no Judiciário
-
Javier Bardem e Penélope Cruz brilham em Veneza com 'Bunker' e sua crise conjugal
-
Argentina prepara denúncia criminal contra israelense Navitas por operar nas Malvinas
-
África do Sul busca impedir leilão nos EUA de objetos que pertenceram a Mandela
-
Irã vê 'avanços significativos' em negociações com Omã sobre Estreito de Ormuz
-
Muçulmanos de Nova York recuperam seu lugar após anos de estigma desde o 11/9
-
Javier Bardem e Penélope Cruz chegam a Festival de Veneza com 'Bunker' e sua crise conjugal
-
Ladrões roubam obras do Museu Renoir na França
-
Rubio visita Colômbia em viagem para reforçar influência dos EUA na América Latina
-
Príncipe George inicia os estudos no Eton College
-
Empresa de IA usa cachorros para detectar o câncer
-
Rússia retoma ataques contra Kiev; Zelensky quer ajuda de Trump para conter mísseis
-
Nicarágua acusa Alemanha de violações do direito em caso por genocídio em Gaza
-
Ladrões roubam quatro obras do Museu Renoir na França
-
Austrália propõe multas milionárias para redes sociais que não protegem os jovens
-
Netanyahu enfrenta críticas após relato de que ignorou alerta sobre ataque de 7 de outubro
-
Torre Eiffel reabre após greve contra discriminação de trabalhadoras
-
Fumo passivo provocou quase 1,7 milhão de mortes, aponta estudo
-
Tarifas do Canadá sobre produtos americanos entram em vigor
-
PISA aponta queda histórica de rendimento escolar, em particular em leitura
-
Ladrões roubam quadros do Museu Renoir na França
-
Rússia retoma ataques contra Kiev após três dias de trégua
-
Ataques de rebeldes houthis do Iêmen deixam 73 feridos na Arábia Saudita
-
Rússia e Coreia do Norte inauguram primeira ponte rodoviária na fronteira
-
Flávio Bolsonaro critica Lula e Judiciário em ato na Paulista
-
Rússia retoma ataques a Kiev após três dias
-
Autoridades americanas recuperam caixa-preta de avião da Amazon que saiu da pista em Miami
-
Aeroportos são reabertos na Indonésia após erupção vulcânica
-
Lazio de Gattuso vira sobre Udinese e se junta a Roma e Inter na liderança do Italiano
-
Atriz Angelina Jolie visita clube de boxe na Ucrânia
-
Rybakina elimina Osaka do US Open e fica a uma vitória de se tornar número 1 do mundo
-
Manifestantes denunciam transferência de presos políticos na Venezuela
-
Ataques israelenses matam 13 pessoas no sul do Líbano
-
US Open testemunha desaparecimento do backhand de uma mão
-
Isack Hadjar também está fora do GP da Espanha de F1
-
Harry e Meghan são considerados cidadãos comuns no Reino Unido, diz rei Charles
-
Duas latinas concorrem em seção paralela no Festival de Veneza
-
Andreeva avança pela primeira vez às quartas de final do US Open
-
Cuba denuncia impacto financeiro 'recorde' do embargo dos EUA
-
Swiatek perde para Zheng e cai nas oitavas do US Open
-
Fiorentina anuncia retorno de Paolo Vanoli após demissão de Fabio Grosso
-
Torre Eiffel fecha por protesto após 'invisibilizar' trabalhadoras durante uma visita
Rebeldes do Iêmen denunciam represálias da Arábia Saudita após ofensiva que deixou dezenas de feridos
Os rebeldes do Iêmen afirmaram que a Arábia Saudita respondeu, nesta terça-feira (8), com bombardeios aos ataques dos houthis contra instalações petrolíferas, que deixaram dezenas de feridos, em meio à escalada dos combates devido à ofensiva insurgente em direção ao Estreito de Bab al-Mandeb, no mar Vermelho.
Mais de 500 pessoas morreram desde que os rebeldes houthis lançaram uma ofensiva na semana passada para avançar em direção ao mar Vermelho, segundo uma contagem da AFP baseada em fontes de ambos os lados.
Este país empobrecido da Península Arábica mergulhou novamente na guerra em julho, sendo arrastado para o conflito no Oriente Médio.
Em meio ao impasse entre os Estados Unidos e o Irã, aliado dos houthis, pelo controle do tráfego marítimo na região, os rebeldes iemenitas lançaram uma nova ofensiva na semana passada com o objetivo, entre outros, de avançar em direção às áreas que margeiam o estratégico Estreito de Bab al-Mandeb.
O número de mortos inclui pelo menos 216 soldados do governo e 278 combatentes houthis, além de 29 civis, segundo fontes de ambos os lados, que pediram anonimato.
Os rebeldes houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, atacaram vários alvos no sudoeste da Arábia Saudita, incluindo instalações pertencentes à gigante petrolífera Aramco, onde 73 pessoas ficaram feridas, informaram ambos os lados nesta terça-feira.
Segundo o Ansarollah, um veículo de comunicação próximo aos houthis, os rebeldes usaram drones e mísseis para atacar o aeroporto internacional de Abha, a base aérea Rei Khalid e instalações da petrolífera saudita Aramco em Abha e Jizan.
O porta-voz dos houthis, Yahya Saree, reivindicou a autoria do ataque pouco depois, alegando "uma operação militar de grande escala e amplo alcance", utilizando "dezenas de mísseis balísticos e drones", em resposta a "121 bombardeios" realizados por Riade no Iêmen nos últimos três dias.
O ataque dos houthis deixou 73 pessoas feridas, segundo uma coalizão militar internacional liderada pela Arábia Saudita e aliada ao governo iemenita.
Os bombardeios atingiram "locais civis e econômicos" e resultaram em 73 civis feridos, afirmou a coalizão em um comunicado, acrescentando que tomará "todas as medidas e ações necessárias para responder à origem da ameaça e neutralizar o perigo que ela representa".
- Preço do petróleo sobe -
Os houthis, que lançaram uma ofensiva no Iêmen nos últimos dias, acusaram Riade, na segunda-feira, de atacar várias partes do país em uma guerra cada vez mais intensa.
Segundo a agência de notícias Saba, ligada ao movimento rebelde, mísseis e aviões sauditas atingiram a província de Jawf, no norte do país, as províncias centrais de Al Bayda e Marib, e a província de Taiz, no sudoeste.
Os ataques afetaram, entre outros locais, a prisão de Al Hazm, na província de Jawf, onde 11 pessoas morreram, incluindo uma criança que havia ido visitar um parente, de acordo com a mesma fonte.
O Estreito de Bab el-Mandeb, uma rota comercial estratégica que liga a Ásia à Europa através do mar Vermelho e do Canal de Suez, ganhou ainda mais importância desde o início da guerra no Oriente Médio e o bloqueio iraniano do Estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.
O Iêmen é o país mais recente a ser arrastado para o conflito regional desencadeado pela ofensiva conjunta dos EUA e de Israel contra o Irã no final de fevereiro. Os rebeldes houthis declararam um bloqueio marítimo contra a Arábia Saudita e começaram a atacar navios sauditas em julho.
Isso impactou as exportações de petróleo do reino, um importante produtor global cujas vendas já haviam sido afetadas pelo bloqueio iraniano do Estreito de Ormuz. Com essas últimas ofensivas, o preço do petróleo se aproxima dos US$ 100 por barril.
A escalada dos combates forçou quase 20.000 pessoas a abandonar suas casas, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM).
O Iêmen está mergulhado em uma guerra civil desde 2014, quando os houthis lançaram uma grande ofensiva a partir de seu reduto em Saada, no norte, e tomaram o controle de grandes áreas do país, incluindo a capital, Saná.
F.AbuShamala--SF-PST