-
Quase mil mortos e mais de 50 mil desaparecidos após terremoto duplo na Venezuela
-
Com ou sem Messi? A incógnita argentina na última partida contra a Jordânia
-
Avião de pequeno porte parece ter se chocado contra arranha-céu em Pequim
-
Mais de 50 mil desaparecidos sob os escombros do terremoto duplo na Venezuela
-
Ronaldo vs James: os velhos amigos em Madri que se enfrentam na Copa do Mundo
-
EUA chega aos 250 anos como um país mais próspero e diverso, porém mais dividido
-
Ao menos 17 países enviam equipes de resgate à Venezuela após terremotos
-
Como os smartphones de alguns venezuelanos alertaram sobre o terremoto
-
Wawrinka anuncia despedida em dezembro com Federer, Murray e Monfils
-
Parcerias em evolução, o motor que impulsiona o Brasil na Copa do Mundo
-
Dupla batalha dos militares LGBTQIA+ na Ucrânia: contra a Rússia e pela igualdade
-
Onda de calor se estende para o leste da Europa e lota hospitais
-
República Democrática do Congo, um gigante da mineração estratégico para a indústria mundial
-
Rei Charles III não residirá no Palácio de Buckingham, apesar de reforma
-
Equipe russa de ginástica rítmica desiste de competição na Romênia
-
Como a família real britânica é financiada e em quê investe seus recursos
-
Mãe escava escombros em busca do filho após terremotos na Venezuela
-
Número de mortos nos terremotos na Venezuela sobe para 589; país acelera busca por sobreviventes
-
Como sobreviver aos desfiles de moda de Paris em plena onda de calor
-
Participar de atos religiosos aumenta vínculo social e limiar da dor
-
Bélgica cancela reencenação da batalha de Waterloo devido à onda de calor
-
Espanha-Uruguai e França-Noruega, os duelos mais aguardados da sexta-feira na Copa
-
Autor de ataque contra mercado de Natal na Alemanha é condenado à prisão perpétua
-
Presidente do Equador decreta feriado após vitória sobre a Alemanha na Copa do Mundo
-
Equipes internacionais chegam à Venezuela para ajudar na busca por sobreviventes
-
ONU emite alerta sobre 'aumento sem precedentes' de novas drogas sintéticas no mundo
-
Papa inicia consistório com mensagem contra a guerra
-
O que se sabe sobre as vítimas estrangeiras dos terremotos na Venezuela
-
努莎·奧貝爾與迪特馬爾·沃伊德克 波茨坦如何辜負一名重度殘障幼兒
-
Нуша Аубель и Дитмар Войдке: как Потсдам бросает на произвол судьбы малыша с тяжелой формой инвалидности
-
Noosha Aubel e Dietmar Woidke: Como Potsdam abandona uma criança pequena com deficiência grave
-
Já classificado para os 16-avos da Copa, EUA perde para Turquia (3-2) no último minuto
-
Austrália vai aos 16-avos após empatar (0-0) com Paraguai, que terá de esperar outros resultados
-
Hervé Renard deixa futuro em aberto na Tunísia: 'Missão muito curta'
-
Pressionada, Bélgica tem missão de evitar eliminação na Copa contra Nova Zelândia
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e vão enfrentar Marrocos nos 16-avos da Copa
-
Japão empata com Suécia (1-1) e será adversário do Brasil nos 16-avos da Copa
-
Países Baixos vencem Tunísia (3-1) e avançam aos 16-avos da Copa em 1º lugar do Grupo F
-
Hamilton quer seguir à caça de Antonelli na Áustria
-
Técnico da Espanha destaca 'qualidade tremenda' da Copa do Mundo de 2026
-
EUA diz querer acordo com Irã, mas não "a qualquer preço"
-
Equador queria vaga no mata-mata antes, mas 'é melhor assim', diz Plata
-
Resgatadas sem os pais, crianças são atendidas em Caracas após terremotos
-
França quer deixar Deschamps 'orgulhoso' em jogo contra Noruega, diz Tchouaméni
-
Borja Iglesias, o atacante espanhol que 'não tem papas na língua'
-
Costa do Marfim vence Curaçao (2-0) e avança em 2º aos 16-avos da Copa
-
Equador vence Alemanha (2-1) e vai aos 16-avos da Copa do Mundo
-
Luka Doncic inicia em Roma carreira como proprietário de clube de basquete
-
Clube histórico da Alemanha, 1860 Munique está à beira da falência
-
Charles III pagou quase US$ 40 milhões em impostos desde que subiu ao trono
China defende regulamentação da IA antes de 'perder o controle'
O mundo corre o risco de "perder o controle" de tecnologias de ponta como a inteligência artificial (IA) se os governos demorarem demais para regulamentá-las, alertou nesta quarta-feira (24) o primeiro-ministro da China aos participantes do chamado "Davos de Verão".
Os temores de que a IA provoque uma ruptura nos mercados de trabalho e dos seus possíveis riscos de segurança vêm aumentando, desde seu uso em conflitos até violações de defesas cibernéticas e a possível criação de novas armas biológicas.
"A velocidade do progresso tecnológico não tem precedentes", disse o primeiro-ministro Li Qiang em um discurso na cidade chinesa de Dalian, no qual destacou que a inteligência artificial impulsionou a "eficiência da inovação".
"No entanto, não podemos ignorar os riscos cada vez mais evidentes de perder o controle da tecnologia e de cometer faltas éticas", afirmou. "Se a governança nessa área não conseguir acompanhar o ritmo, pode haver consequências graves".
Os avanços tecnológicos são promovidos como motores do crescimento econômico, mas entre seus aspectos negativos estão a preocupação com a perda de empregos e as implicações geopolíticas, apontaram palestrantes nesta conferência anual organizada na China pelo Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), que tem sede na Suíça.
Mirek Dusek, diretor-gerente do WEF, afirmou na terça-feira à AFP que a IA abre caminho para novas oportunidades em educação, saúde e outras áreas.
"Temos sido agraciados com muitos avanços tecnológicos recentemente, mas o principal desafio para os responsáveis pela tomada de decisões em todo o mundo é realmente: como garantir que isso se reflita na economia real?", disse Dusek.
Somam-se a essa pressão sobre o sistema econômico internacional a guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, que tem dificultado o transporte marítimo proveniente do Oriente Médio, rico em petróleo.
- "Cenário pouco animador" -
Os ventos contrários levaram o Banco Mundial a reduzir sua projeção de crescimento global para este ano ao nível mais baixo desde a pandemia de covid-19.
A economia mundial enfrenta atualmente "um cenário pouco animador", observou Dusek.
O discurso de Li Qiang no "Encontro Anual dos Novos Campeões", realizada neste ano na cidade portuária de Dalian, no nordeste da China, ofereceu a oportunidade de transmitir uma mensagem ao influente grupo de líderes tecnológicos e empresariais presentes.
O premiê chinês qualificou a economia do gigante asiático como um "porto seguro" em um mundo que agora luta contra "múltiplas crises, entre elas a escassez global de energia e graves interrupções nas cadeias de produção e fornecimento".
O país "injetou uma valiosa dose de certeza em um mundo cada vez mais incerto", defendeu Li.
A economia chinesa, a segunda maior do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, tem, contudo, enfrentado dificuldades nos últimos anos para manter o vertiginoso ritmo de desenvolvimento das décadas anteriores.
Apesar de um expressivo boom nas exportações e na tecnologia de inteligência artificial, o consumo reduzido das famílias e uma profunda crise de dívida no setor imobiliário têm limitado o crescimento desde a pandemia.
Para complicar ainda mais, há a tumultuada relação de Pequim com Washington.
Graham Allison, professor da Kennedy School de Harvard, declarou à AFP em Dalian que uma possível guerra entre as duas grandes potências é uma possibilidade muito real.
Allison é conhecido por popularizar o uso do termo "armadilha de Tucídides", uma teoria política que aponta uma maior probabilidade de guerra quando uma nova potência em ascensão — como a China — compete com uma potência estabelecida, como os Estados Unidos.
No entanto, a recente aproximação entre os presidentes da China e dos Estados Unidos é motivo de otimismo quanto à possibilidade de evitar uma guerra, ressaltou Allison.
Em uma cúpula realizada em Pequim no mês passado, o presidente chinês, Xi Jinping, perguntou a seu homólogo americano, Donald Trump, se os países poderiam "transcender a chamada 'armadilha de Tucídides' e forjar um novo paradigma para as relações entre grandes potências".
Xi "entende isso perfeitamente" e sua menção a esse conceito histórico "não foi por acaso", explicou o professor.
Porém, Trump é "imprevisível à sua maneira", embora "entenda que a China é diferente", especialmente depois que o país restringiu o acesso às suas terras raras em resposta às altas tarifas impostas por Washington, destacou.
X.AbuJaber--SF-PST