-
Djalminha não acredita em favoritismo do Brasil na Copa do Mundo
-
SpaceX tem estreia recorde na Bolsa de Valores
-
França se despede de menina cujo suposto assassinato chocou o país
-
Americanos estão ansiosos, mas otimistas, às vésperas do 250º aniversário dos EUA
-
Russell lidera primeiros treinos livres no GP de Barcelona de F1
-
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
-
Trump celebrará 80 anos com luta do UFC
-
Cristiano Ronaldo se diz 'muito otimista' em relação à Copa do Mundo
-
Inflação subiu em maio, apesar das medidas de Lula para conter os preços dos combustíveis
-
Videogames e pingue-pongue, os passatempos da Seleção para aliviar a pressão na Copa
-
David Hockney em seis obras emblemáticas
-
Pierre Gasly recupera pódio no GP de Mônaco de F1
-
Ancelotti estreia na Copa do Mundo no comando de um Brasil que sonha com o hexa
-
Papa defende novamente os migrantes nas Ilhas Canárias e apela à sua integração
-
Queda da ajuda internacional coloca luta contra HIV em risco, diz ONU
-
David Hockney, grande figura da arte contemporânea, morre aos 88 anos
-
Papa afirma que 'todos são migrantes' no último dia da viagem à Espanha
-
Irã diz que não tomou decisão sobre acordo iminente anunciado por Trump
-
Coreia do Sul vence República Tcheca de virada (2-1) no 2º jogo do grupo A da Copa
-
Paraguai precisa minimizar erros na estreia contra os EUA, diz técnico Gustavo Alfaro
-
Ex-presidente sul-coreano é condenado à prisão por envio de drones à Coreia do Norte
-
Haaland se diverte nas finais do hóquei antes de sua estreia na Copa do Mundo
-
Princesa da Tailândia morre após três anos internada
-
Técnico do Canadá mostra confiança com Copa em casa: "Eu queria essa responsabilidade"
-
Goleiro mexicano Ochoa celebra seu recorde histórico de seis Copas do Mundo
-
Confissão de ministro de que ocultou dinheiro gera comoção política na Argentina
-
México abre sua terceira Copa do Mundo com sucesso, apesar de protestos
-
Protestos e confrontos com a polícia: o outro lado da Copa no México
-
Técnico Javier Aguirre quer 'melhorar' desempenho do México após vitória na estreia
-
México precisa pressionar mais, diz Quiñones após marcar primeiro gol da Copa
-
Seleção do Irã faz seu primeiro treino aberto à imprensa
-
EUA estreia em casa na Copa do Mundo contra um Paraguai que promete lutar
-
Seleção da RD Congo é autorizada a entrar nos EUA para Copa do Mundo, diz jogador à AFP
-
México vence África do Sul (2-0) na abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Antonelli chega a Montmeló em busca de mais uma vitória
-
Trump nomeia procurador de Nova York para chefiar inteligência
-
Prefeito francês condena banner que pede deportação de estrangeiros
-
SpaceX se prepara para abrir capital e quebrar todos os recordes
-
Alisson considera positivo Seleção gerar dúvidas antes da Copa
-
Ministro britânico da Defesa renuncia por desacordo com Starmer sobre investimento militar
-
Pirelli renova como fornecedora de pneus da F1 até 2028
-
Candidato de esquerda da Colômbia diz estar disposto a revisar política de paz de Petro
-
Argentina convoca Marcos Senesi para Copa do Mundo após corte de Balerdi por lesão
-
Italianos torcerão para o Brasil de Ancelotti na Copa do Mundo
-
Mourinho é nomeado técnico do Real Madrid com contrato até junho de 2029
-
Keiko mantém vantagem mínima na apuração dos votos das presidenciais no Peru
-
Shakira encabeça cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026
-
Curaçao faz escala no beisebol antes de sua primeira Copa do Mundo
-
Irankunda e Touré, de refugiados a representantes da Austrália na Copa do Mundo
-
Últimos acontecimentos da Copa do Mundo de 2026
OIT adota primeiro acordo internacional sobre trabalhadores de plataformas digitais
A Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência da ONU, adotou nesta sexta-feira (12) o primeiro acordo internacional sobre a proteção de trabalhadores de plataformas digitais.
O Banco Mundial estimou, em 2023, que havia até 435 milhões de trabalhadores de plataformas digitais no mundo, grande parte deles fora das proteções trabalhistas tradicionais.
O crescimento dessas plataformas nas últimas décadas abriu novos mercados para as empresas e criou oportunidades de emprego e renda, oferecendo certa flexibilidade a alguns trabalhadores e sendo caracterizado por baixas barreiras de acesso, segundo a OIT.
No entanto, as condições de trabalho muitas vezes são precárias, já que os profissionais costumam ser contratados como autônomos ou prestadores de serviço, e não como empregados das empresas.
As companhias responsáveis pelos aplicativos controlam o trabalho por meio de algoritmos que distribuem tarefas, definem remuneração, avaliam desempenho e até desligam trabalhadores.
Isso permite, em muitos casos, contornar exigências relacionadas a salário mínimo, segurança no trabalho e acesso à proteção social.
O acordo da OIT busca ampliar as garantias trabalhistas para milhões de pessoas que atuam por meio de plataformas digitais, em setores como entrega de refeições e transporte.
Segundo o texto, ele se aplica a todos os trabalhadores de plataformas, independentemente de sua situação trabalhista.
- "Exigir responsabilidades" -
O acordo representa "um ponto de inflexão para os trabalhadores de plataformas", afirmou Lena Simet, assessora sênior de justiça econômica da Human Rights Watch, que acompanhou as negociações.
Segundo ela, o texto estabelece "a primeira norma mundial para proteger seus direitos e responsabilizar as plataformas digitais de trabalho".
O acordo foi adotado durante a 114ª Conferência Internacional do Trabalho, realizada em Genebra.
"Delegados, posso então considerar que a conferência adota o acordo em sua totalidade? Adotado", declarou o presidente da conferência, Juan Castillo, ao bater o martelo.
Países como Índia, Bangladesh e Estados Unidos defenderam uma aplicação flexível do acordo.
O representante indiano afirmou que é necessário preservar "a flexibilidade dos Estados-membros para elaborar e adaptar políticas em função de seu contexto socioeconômico e de seu desenvolvimento tecnológico".
Segundo ele, isso é especialmente importante para apoiar o crescimento de micro, pequenas e médias empresas e startups.
Os Estados Unidos recomendaram "prudência na adoção de regulações vinculantes em setores da economia em rápida transformação".
Segundo a delegação americana, isso vale para as plataformas digitais, onde "normas excessivamente rígidas podem dificultar a inovação e prejudicar os trabalhadores que supostamente deveriam ajudar".
O texto pede aos Estados-membros que adotem medidas para garantir direitos fundamentais, como a liberdade de associação, a negociação coletiva, a eliminação de todas as formas de trabalho forçado e a abolição efetiva do trabalho infantil.
A OIT é uma organização singular dentro do sistema das Nações Unidas, pois seus 187 Estados-membros são representados em igualdade de condições por governos, empregadores e trabalhadores.
J.AbuShaban--SF-PST