-
Wall Street cai diante de aumento do custo do endividamento
-
Rybakina vence Frech e avança às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Julgamento estadual contra Luigi Mangione é adiado após confissão perante juíza federal
-
Últimos acontecimentos da guerra entre EUA e Irã
-
Julio Enciso e Ouattara deixam Strasbourg e assinam com Ipswich
-
"Homero é dessas terras": cidade turca reivindica o nascimento da Odisseia
-
Governo Trump suspende megaprojeto fronteiriço no Texas após críticas bipartidárias
-
Rodri chega a Barcelona para realizar um 'sonho'
-
Promotoria diz que acusado de assassinar rapper Tupac Shakur queria "vingança"
-
Com tudo ainda em aberto, Libertadores define classificados para quartas de final
-
Discord suspende 'lives' no Brasil por ordem da ANPD após suicídio de adolescente
-
ONG Handicap alerta para 'graves repercussões' dos cortes na ajuda internacional
-
Swiatek vence Sakkari de virada e vai às oitavas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Grécia anuncia pagamento antecipado de parte de sua dívida
-
Federação escocesa retira apoio a Infantino
-
Legisladores dos EUA criticam Trump por reduzir manobras militares com a Coreia do Sul
-
Mianmar confirma casos de cólera e centenas de hospitalizações
-
Trump ordena redução de exercícios militares com Coreia do Sul horas antes do início
-
Último adeus à cantora britânica Bonnie Tyler em seu funeral no País de Gales
-
Líder do único partido antiguerra da Rússia é condenado a 11 anos de prisão
-
Suprema Corte rejeita pela 2ª vez recurso de Trump no caso de agressão sexual e difamação
-
As questões levantadas pela morte trágica do professor de Cambridge Jason Arday
-
ONU denuncia que 350 trabalhadores humanitários foram assassinados em 2025
-
Primeiro-ministro francês anuncia ajuda a afetados por incêndio
-
Promessa do Real Madrid Jacobo Ortega assina com o Strasbourg
-
Confrontos em torno de café aberto durante shabat expõem polarização em Israel
-
Mumbai enfrenta campanha de inspeções sanitárias em restaurantes
-
Reitor de Cambridge denuncia 'onda racista' em torno do acadêmico encontrado morto
-
Moradores de área devastada por incêndio na França vaiam primeiro-ministro
-
Epidemia de ebola na RD Congo é a mais letal da história do país
-
Quase 13 mil desabrigados após terremoto na Indonésia
-
Atriz Hayden Panettiere morre aos 36 anos
-
Trump ordena redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul poucas horas antes do início
-
Enviado de Trump se reunirá com Netanyahu após encontro com Hamas sobre plano de paz para Gaza
-
Trump anuncia redução dos exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul
-
Sabalenka vence Gibson e vai à 3ª rodada do WTA 1000 de Cincinnati
-
Villarreal sai atrás e busca empate contra o Racing de Santander no Espanhol
-
Lens surpreende PSG (1-0) e é campeão da Supercopa da França
-
Enviado de Trump se reúne com Hamas para promover plano de paz para Gaza
-
Barcelona chega a acordo com Manchester City pela contratação de Rodri
-
Kushner se reúne com Hamas em tentativa de impulsionar plano para Gaza
-
João Fonseca iguala Guga e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Cincinnati
-
Sébastien Pocognoli é o novo técnico da seleção da Escócia
-
Vitórias e estreia de estrelas em amistosos de Real Madrid e Barcelona
-
Ao menos 19 mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Mais de 31 mil pessoas pedem investigação sobre suposto assédio a ex-acadêmico de Cambridge
-
Cristiano Ronaldo indica aposentadoria: "Provavelmente meu último ano"
-
Rybakina avança em Cincinnati e pressiona Sabalenka
-
Arsenal atropela City (3-0) e conquista Supercopa da Inglaterra
-
Com poucas esperanças, Colômbia continua remoção de escombros de terremoto
França e Reino Unido discutem com aliados segurança do Estreito de Ormuz
Os líderes da França e do Reino Unido presidiram nesta sexta‑feira (17) uma reunião de aliados, sem os Estados Unidos, para estudar uma missão multinacional que garanta a livre circulação do comércio no Estreito de Ormuz, quando o atual conflito no Oriente Médio chegar ao fim.
O Irã impôs um bloqueio nessa passagem crucial para o transporte marítimo depois que os Estados Unidos e Israel lançaram uma guerra contra a república islâmica em 28 de fevereiro, o que provocou uma alta nos preços mundiais da energia.
Mas pouco depois do início da reunião, o Irã anunciou que o estreito permaneceria "totalmente aberto" durante o cessar-fogo, um anúncio celebrado pelo presidente americano Donald Trump e que provocou uma queda de 10% no preço do petróleo.
Teerã não detalhou, porém, se se referia à trégua entre o exército israelense e o movimento pró-iraniano Hezbollah, que entrou em vigor na noite de quinta-feira no Líbano por dez dias, ou ao cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, que em teoria termina em 22 de abril.
Os dirigentes europeus temiam que, com a continuidade do bloqueio, os consumidores sofressem as consequências na forma de inflação mais alta, escassez de alimentos e cancelamentos de voos pelo esgotamento do combustível.
O presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, para conversas bilaterais no Palácio do Eliseu, antes de receber o chefe de Governo alemão, Friedrich Merz, e a premiê italiana, Giorgia Meloni, para a reunião mais ampla, com a maioria dos participantes por videoconferência.
Macron e Starmer pretendem exigir o retorno à plena liberdade de navegação e tratar das consequências econômicas do bloqueio.
Mas também “prepararão a mobilização, quando as condições permitirem, de uma missão militar multinacional estritamente defensiva, para garantir a liberdade de navegação”, segundo o convite enviado pelo Eliseu ao qual a AFP teve acesso.
Essa força só seria enviada com o fim da guerra. Entre suas principais tarefas poderiam estar a remoção de minas e a garantia de que não sejam impostos pedágios pela passagem.
“Precisamos ter certeza de que contamos com um compromisso iraniano de não disparar contra os navios em trânsito, e com um compromisso dos Estados Unidos de não bloquear nenhum navio que saia ou entre no Estreito de Ormuz”, declarou uma fonte da presidência francesa, que pediu anonimato.
A reunião, para a qual foram convidados cerca de 30 representantes de países europeus, de nações asiáticas, do Oriente Médio e da América Latina, é também uma oportunidade para a Europa exibir suas capacidades após ter ficado à margem dos esforços diplomáticos americanos para encerrar a guerra.
Os diálogos, segundo a presidência francesa, envolvem “países não beligerantes”, o que significa que nem o Irã, nem Israel, nem os Estados Unidos participam.
"Precisamos de um certo planejamento militar, e é precisamente isso que vamos fazer juntos hoje, e é o correto, porque quanto mais esse conflito se prolongar, maior será o impacto", disse Starmer antes do encontro.
Cada país candidato à missão se comprometerá “de acordo com seus meios”, de acordo com Paris. A França dispõe de um porta‑aviões, cerca de dez navios e cerca de 50 aeronaves na região.
Berlim poderia contribuir, por sua vez, para “as operações de retirada de minas ou para o reconhecimento marítimo de longo alcance”, segundo uma fonte do governo alemão.
Os chefes militares devem se reunir na próxima semana para prosseguir os debates no quartel‑general do comando militar britânico em Northwood, nos arredores de Londres, acrescentou o gabinete de Starmer.
K.AbuTaha--SF-PST