-
Bad Bunny brilha no Super Bowl e faz sua cidade em Porto Rico dançar
-
Os últimos dez campeões do Super Bowl após título do Seattle Seahawks
-
Seattle Seahawks atropela Patriots (29-13) e conquista seu segundo Super Bowl
-
Sengün vai substituir o lesionado SGA no All-Star Game da NBA
-
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
-
Super Bowl começa com duelo Patriots-Seahawks e apresentação de Bad Bunny
-
Trump diz que presidente chinês visitará Casa Branca 'no final do ano'
-
Com show de Dembélé, PSG goleia Olympique de Marselha (5-0) e recupera liderança da Ligue 1
-
Trump chama de 'perdedor' esquiador olímpico por suas dúvidas de representar os EUA
-
Aliados de María Corina Machado são soltos dias antes de anistia na Venezuela
-
Real Madrid vence Valencia (2-0) e continua na cola do Barça
-
Socialista moderado vence extrema direita e se elege presidente em Portugal
-
Gramado natural ou sintético: estrelas do Super Bowl dão suas opiniões
-
Os números mais curiosos e exorbitantes do Super Bowl 2026
-
Betis vence na visita ao Atlético de Madrid (1-0) com golaço de Antony
-
Israel anuncia medidas para aumentar controle sobre a Cisjordânia ocupada
-
Inter de Milão goleia Sassuolo (5-0) e dispara na liderança da Serie A
-
City vence Liverpool de virada (2-1) e segue na briga pelo título da Premier com Arsenal
-
Bayern goleia Hoffenheim (5-1) com 3 gols de Luis Díaz e mantém distância na liderança
-
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
-
Cerca de 180 palestinos saíram de Gaza após reabertura da passagem de Rafah
-
Lindsey Vonn passa por cirurgia após sofrer fratura na perna esquerda em queda
-
Irã condena ganhadora do Nobel a seis anos de prisão
-
Irã desafia ameaças dos EUA e insiste em direito de enriquecer urânio
-
Gabinete nega reunião do Dalai Lama com Epstein
-
Chefe de gabinete do premier britânico renuncia por vínculo de ex-embaixador com Epstein
-
Primeira-ministra do Japão caminha para vitória contundente nas eleições legislativas
-
'Uma Batalha após a Outra' vencê prêmio do sindicato de diretores nos EUA
-
Lindsey Vonn sofre forte queda no downhill dos Jogos de Inverno
-
Familias denunciam condições insalubres onde aguardam asilo nos EUA
-
Irã descarta renunciar ao enriquecimento de urânio, mesmo em caso de 'guerra'
-
Portugal elege presidente com moderado como favorito frente à extrema direita
-
Messi marca seu primeiro gol do ano mas Inter Miami empata em amistoso no Equador
-
O novo Ioniq 3 chega já em 2026
-
O novo Twingo e-tech está na linha de partida
-
Novo Ypsilon e Ypsilon hf
-
O Cupra Raval será lançado em 2026
-
O novo id.Polo chega com motor elétrico
-
Patriots buscam recuperar a glória perdida no Super Bowl de Bad Bunny
-
Lens bate Rennes e é líder provisório; Lyon vence apesar da expulsão de Endrick
-
Palmeiras contrata atacante colombiano Jhon Arias, que estava no Wolverhampton
-
Conselho de transição do Haiti entrega o poder ao premiê Fils-Aimé
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália em Buenos Aires e no Rio de Janeiro
-
A descoberta inquietante durante busca por mineradores sequestrados no México
-
Protesto contra Jogos de Inverno termina em confrontos em Milão
-
Napoli vence na visita ao Genoa (3-2) e se consolida em 3º no Italiano
-
Lens vence Rennes de virada (3-1) e assume liderança provisória, à frente do PSG
-
Líder Barcelona vence Mallorca (3-0) e coloca pressão sobre o Real Madrid
-
EUA deseja que guerra entre Ucrânia e Rússia termine até junho, segundo Zelensky
-
Ex-ministro francês citado em arquivos Epstein nega acusações
Irã diz que quer esclarecer 'dúvidas e ambiguidades' sobre o seu programa nuclear
O presidente iraniano, Masud Pezeshkian, afirmou nesta quinta-feira (14) que quer esclarecer "dúvidas e ambiguidades" sobre o programa nuclear da República Islâmica, ao receber o diretor-geral da AIEA, Rafael Grossi, que exigiu que a cooperação com o Irã leve a "evitar a guerra".
No entanto, o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araqhchi, advertiu que Teerã não negociará "sob pressão ou intimidação" sobre o seu programa nuclear, e o chefe da Organização Iraniana de Energia Atômica, Mohammad Eslami, garantiu que a República Islâmica reagiria "imediatamente" a qualquer pressão externa.
A visita do diplomata argentino acontece uma semana após a eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos que, durante seu primeiro mandato (2017-2021), promoveu uma política de "pressão máxima" contra Teerã, restabelecendo as sanções e retirando os Estados Unidos do acordo alcançado em 2015 entre Teerã e as grandes potências sobre o programa nuclear iraniano.
"Estamos dispostos a cooperar [...] com esta organização internacional para resolver ambiguidades e supostas dúvidas relativas à atividade nuclear pacífica do nosso país", declarou o presidente Pezeshkian, citado em um comunicado.
No entanto, o chanceler Araqchi disse na rede social X que o Irã está "disposto a negociar com base em nossos interesses nacionais e nossos direitos inalienáveis, mas não estamos dispostos a negociar sob pressão ou intimidação". Araqchi foi um dos principais negociadores do acordo em 2015.
Elsami disse que "qualquer resolução intervencionista (por parte da AIEA) nas questões nucleares da República Islâmica do Irã será objeto de contramedidas imediatas".
O responsável aludiu a uma possível resolução crítica do Reino Unido, Alemanha e França durante o Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que acontecerá este mês.
- Evitar "a guerra" -
Grossi considerou "indispensável obter resultados concretos [...] que mostrem que este trabalho em comum melhora a situação [...] e, de forma geral, nos afasta dos conflitos e, no final das contas, da guerra".
"As instalações nucleares do Irã não devem ser atacadas", insistiu o diplomata, poucos dias após o novo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmar que a República Islâmica está "mais exposta do que nunca a ataques contra suas instalações nucleares".
Em 2015, o Irã e vários países, incluindo os Estados Unidos, assinaram em Viena um acordo após 21 meses de negociações. O texto previa uma flexibilização das sanções internacionais contra o Irã em troca de garantias de que o país não tentaria adquirir armas nucleares.
Teerã nega que seu programa nuclear tenha tais objetivos no plano militar.
Contudo, desde que Trump retirou os Estados Unidos do acordo em 2018, a República Islâmica aumentou consideravelmente suas reservas de urânio enriquecido a 60%, não muito longe dos 90% necessários para desenvolver a bomba atômica, segundo a AIEA.
O acordo limitava esta taxa a 3,65%.
O retorno de Grossi ao Irã, após uma visita em maio, acontece neste contexto.
O diretor da AIEA afirmou que visitará na sexta-feira dois locais de enriquecimento de urânio no centro do país.
"Irei às importantes instalações de Fordo e Natanz" para "ter uma ideia completa da evolução do programa", declarou Grossi, segundo um vídeo transmitido pela AIEA à AFP.
- Câmeras desconectadas -
O Irã reduziu desde 2021 as inspeções em suas instalações nucleares. Câmeras de vigilância foram desconectadas e as credenciais de um grupo de especialistas foram retiradas.
Em 1970, o Irã ratificou o Tratado de Não-Proliferação (TNP), que obriga o país a declarar os materiais nucleares à AIEA e permitir que esta organização os controle.
Nos últimos anos, no entanto, vários líderes iranianos mencionaram publicamente a possibilidade de possuir uma bomba atômica como ferramenta de dissuasão, em um contexto de tensão com Israel.
O aiatolá Ali Khamenei, no poder desde 1989 e que tem a última palavra nas questões mais sensíveis do país, proibiu em um decreto religioso o recurso da arma atômica.
I.Matar--SF-PST