-
Franquia 'Velozes e Furiosos' comemora 25 anos no Festival de Cannes
-
Sem Ortega, Murillo perderia o poder na Nicarágua, diz ex-comandante da guerrilha
-
Tiltil, o povoado chileno que convive com o lixão que mais emite metano no mundo
-
Resiliência econômica dos EUA é testada pela guerra com o Irã
-
Ruud vence Khachanov e vai à semifinal do Masters 1000 de Roma
-
Semifinalista em 2025, Lorenzo Musetti está fora de Roland Garros
-
Nova York volta a reduzir tarifas de transporte para a Copa do Mundo
-
Estádio de Los Angeles finaliza preparativos para Copa do Mundo
-
Situação elétrica se degrada em Cuba após curto alívio com petróleo russo
-
MP francês pede 7 anos de prisão a ex-presidente Sarkozy por associação criminosa
-
Trump chega à China para pressionar por abertura às empresas americanas
-
Ataques israelenses deixam 12 mortos no Líbano
-
Swiatek atropela Pegula e vai à semifinal do WTA 1000 de Roma
-
'Estamos prontos', diz Infantino a menos de um mês da Copa do Mundo
-
Convencido de sua vantagem diante de Trump, Irã faz aposta arriscada
-
UE não vai proibir terapias de conversão para pessoas LGBTQIA+, mas incentivará países-membros a fazê-lo
-
Princesa Kate visita a Itália, em sua primeira viagem oficial ao exterior após câncer
-
Arizona se prepara para receber seleção iraniana para a Copa do Mundo
-
Crise do governo trabalhista britânico ofusca tradicional discurso do rei
-
'Eu me candidatei a papa': como usar o ChatGPT e perder o contato com a realidade
-
Princesa de Astúrias reconhece pioneiros do sequenciamento rápido do DNA
-
'Não é culpa do meu filho': a maternidade das vítimas de estupros na guerra do Sudão
-
Obras para a Copa do Mundo atrapalham vida de trabalhadoras sexuais no México
-
Trump quer pressionar Xi a abrir a China para empresas americanas
-
Mundo utiliza reservas de petróleo em ritmo recorde, alerta AIE
-
Louvre negligenciou a segurança, afirma relatório parlamentar
-
Lakers querem "dar tempo" a LeBron para que decida sobre seu futuro
-
PSG quer garantir título do Francês na visita ao Lens para focar na final da Champions
-
City enfrenta Crystal Palace para seguir na luta com Arsenal pelo título da Premier
-
Paramount defende aquisição da Warner Bros. perante Procuradoria da Califórnia
-
Jason Collins, primeiro jogador abertamente gay da NBA, morre aos 47 anos
-
Houston transforma seu estádio para a Copa do Mundo e prepara força policial multilíngue
-
Dezenas de milhares de argentinos marcharam contra cortes de Milei nas universidades públicas
-
Procurador interino dos EUA defende convocações judiciais de jornalistas
-
Betis vence Elche (2-1) e volta à Liga dos Campeões após 20 anos
-
Ator de 'Ted Lasso' jogará profissionalmente por clube dos EUA
-
Comediante Conan O'Brien será novamente anfitrião do Oscar em 2027
-
Bento falha no último lance, Al-Nassr empata e 1º título de CR7 na Arábia Saudita é adiado
-
Quais inovações táticas esperar na Copa do Mundo de 2026?
-
Diretor da OpenAI diz em julgamento que Musk 'queria 90%' da empresa
-
Trump viaja à China para reunião com Xi, com Irã como pano de fundo
-
Chefe da FDA, agência reguladora de alimentos e medicamentos nos EUA, deixa o cargo
-
Prefeito de Nova York volta atrás em promessa de elevar imposto sobre propriedade
-
Carne brasileira não entra para lista europeia de respeito às normas sanitárias
-
Messi continua sendo o jogador mais bem pago da MLS
-
Festival de Cannes começa sob lema do cinema como 'ato de resistência'
-
Barcelona estuda ações legais após acusações do presidente do Real Madrid
-
Kevin Warsh retorna ao Fed com agenda reformista
-
Trump anuncia saída do chefe da agência de medicamentos e segurança alimentar
-
Brandon Clarke, do Memphis Grizzlies, morre aos 29 anos
Sem Trump, COP30 se esforça para 'derrotar' negacionismo climático
A COP30 teve início nesta segunda-feira (10), em Belém, com chamados para salvar os esforços globais contra as mudanças climáticas, frente ao negacionismo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva buscou dar o tom do encontro desde o discurso de abertura: "É o momento de impor uma nova derrota aos negacionistas", disse Lula. "É muito mais barato" investir no clima do que travar guerras, ressaltou.
Os Estados Unidos, maior economia do mundo e segundo maior emissor de gases do efeito estufa, atrás da China, se ausentaram pela primeira vez de uma COP. Donald Trump chamou o aquecimento global de "maior fraude" da história.
Os países e ONGs participantes concordam em pelo menos um ponto em Belém: na defesa da ciência, que prevê que, sem uma ação urgente, coordenada e determinada, o mundo caminha para a catástrofe climática.
"A ausência dos Estados Unidos é um problema", mas "não vamos esperar que um negacionista climático decida o nosso futuro", disse Jasper Inventor, da Greenpeace Internacional. Por isso, o papel da China e da União Europeia, juntamente com o Brasil, é "crítico" para o avanço nas negociações, acrescentou.
- Chuva tropical -
Lula resistiu às críticas à realização da COP em Belém, para a qual se credenciaram 42 mil pessoas, apesar da falta de hotéis e da disparada dos preços.
O Brasil quer que o mundo abra os olhos para a Amazônia, e que os participantes do encontro mergulhem na vida amazônica da cidade. No primeiro dia, eles observaram a forte chuva tropical cair sobre o centro de convenções.
A maior floresta tropical do planeta, que tem um papel fundamental contra as mudanças climáticas por sua absorção de gases do efeito estufa, sofre com o desmatamento e o garimpo ilegal. Seus habitantes indígenas, considerados fundamentais para a proteção da Amazônia, querem ter suas vozes ouvidas na COP, juntamente com comunidades de outras regiões do planeta.
Os indígenas pedem para ser incluídos nas tomadas de decisão. "Estamos muito emocionados, mas também temos uma reivindicação forte, porque é a primeira vez que acontece em uma região amazônica", disse à AFP Monica Chuji, membro de uma comunidade indígena do Equador.
- Combustíveis fósseis -
Sobre a mesa, a maior incerteza consiste em como o mundo vai responder às projeções desastrosas sobre o clima e, como sempre, ao dinheiro.
"Lamentar não é uma estratégia. Precisamos de soluções", disse Simon Stiell, secretário-executivo da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que pede há semanas resultados concretos.
Lula também propôs a apresentação de um "mapa do caminho" para o abandono progressivo das energias fósseis, uma promessa feita na COP28, em Dubai, mas que enfrenta o apoio renovado à indústria do petróleo, principalmente desde a eleição de Trump.
"A Europa concorda" que essa proposta entre na pauta, "mas é um tema sensível para nossos parceiros", disse uma fonte da delegação da França.
- 'Tóxica' -
A COP30 acontece dez anos depois do Acordo de Paris, que resultou no compromisso de limitar o aquecimento a 2°C e manter os esforços para contê-lo em 1,5°C em relação à era pré-industrial.
O objetivo, agora, é fazer o necessário para garantir que, se o limite de 1,5°C for ultrapassado, que seja pelo menor tempo possível, o que implica reduzir as emissões de gases do efeito estufa, originadas, principalmente, da combustão de petróleo, gás e carvão.
Um grupo de pequenas ilhas luta para que seja incluída na ordem do dia a necessidade de formular uma resposta para esse fracasso, mas o grupo de países árabes e outros se opõem.
A posição da Arábia Saudita, um grande produtor de petróleo, "é tóxica", considerou um diplomata ocidental. Um fracasso em manter o limite em 1,5°C "nos condenaria", advertiu, por sua vez, o ministro do Clima de Tuvalu, Maina Talia.
fbb-app-ico-jmi/ll/mar/mvv/aa-lb/am
O.Mousa--SF-PST