-
México vence Coreia do Sul (1-0) e é 1º classificado para 16-avos de final da Copa
-
Vice-presidente dos EUA adia viagem à Suíça para negociações com Irã
-
Lateral neozelandês Tim Payne se transfere para o Olimpia, do Paraguai, após ganhar fama no Instagram
-
Montella questiona 'caos' de críticas à Turquia antes do jogo contra o Paraguai
-
Messi treina com a Argentina após notícias sobre a saúde de seu pai
-
UE vai criar ferramentas para enfrentar onda de exportações da China
-
"Muitos adorariam estar no nosso lugar", diz técnico do Haiti antes de enfrentar o Brasil
-
Cuba aprova reformas de livre mercado sem precedentes
-
Canadá goleia Catar (6-0) e fica a um passo dos 16-avos de final da Copa de 2026
-
Ancelotti garante que Seleção Brasileira "é resiliente e vai melhorar"
-
Messi participa de treino da Argentina em Kansas City
-
Hakimi, entre a Copa do Mundo e a justiça francesa
-
Por que Dembélé rende menos pela seleção francesa?
-
Líder supremo do Irã aprova acordo enquanto EUA suspende bloqueio naval
-
Fifa muda posicionamento de fotógrafos na Copa após reclamação de Tuchel, diz mídia
-
Suíça goleia Bósnia (4-1) e encaminha vaga na próxima fase da Copa do Mundo
-
Zagueiro holandês Van Hecke deixa Brighton e assina com Tottenham
-
Liverpool anuncia contratação do atacante da seleção espanhola Víctor Muñoz
-
Chivu renova como técnico da Inter de Milão até 2028.
-
Obama inaugura museu em Chicago com outros três ex-presidentes
-
Netanyahu pede que se preserve a 'relação vital' entre Israel e EUA
-
Marfinense Elye Wahi tem visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Guerra no Irã deixa a república islâmica intacta e uma oposição dividida
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na estreia no WTA 500 de Berlim
-
Zverev confirma favoritismo contra Hanfmann e via às quartas do ATP 500 de Halle
-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
-
Cuba diz que quer avançar rumo a reformas de liberalização econômica
-
Boston se rende ao 'Exército de Tartan", a torcida da Escócia que faz festa na Copa do Mundo
-
EUA de Balogun busca nova vitória contra a Austrália na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA autoriza posse de armas por consumidores de maconha
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
Centenas de voos cancelados nos EUA pelo fechamento do governo
Centenas de voos foram cancelados nesta sexta-feira (7) nos Estados Unidos, em um dia que promete ser caótico após a ordem do governo de reduzir o tráfego aéreo devido à falta de pessoal causada pela paralisação orçamentária.
O chamado "shutdown", que obriga o fechamento de serviços públicos federais, é o mais longo da história dos Estados Unidos e deixou milhares de controladores de tráfego aéreo, funcionários de segurança aeroportuária e outros trabalhadores sem salário, resultando em escassez de pessoal.
Cerca de quarenta aeroportos devem reduzir suas operações, incluindo os três de Nova York, três que atendem Washington, os de Chicago, Los Angeles, San Francisco, Miami, Boston, Filadélfia, Atlanta e Dallas.
A medida deve ser implementada gradualmente, com uma redução inicial de 4% no tráfego aéreo e de 10% na próxima semana, caso democratas e republicanos no Congresso continuem sem chegar a um acordo sobre o orçamento.
Por volta das 11h00 GMT (8h00 em Brasília), pelo menos 817 voos já haviam sido cancelados, de acordo com o portal especializado FlightAware, mais do que o total dos três dias anteriores.
Os aeroportos mais afetados são O'Hare em Chicago, Hartsfield-Jackson em Atlanta, Denver e Dallas-Fort Worth, segundo uma análise da AFP.
American Airlines e United Airlines, duas das principais companhias aéreas dos Estados Unidos, informaram à AFP que reduzirão suas atividades em 4% nesta sexta-feira e no fim de semana. Isso representa "cerca de 220 voos cancelados por dia" para a American Airlines e "menos de 200 voos nesta sexta-feira e no sábado" para a United, afirmaram.
A Delta, outro operador importante, prevê cerca de 170 cancelamentos nesta sexta-feira, de "aproximadamente 5.000 partidas diárias".
Por enquanto, os voos internacionais de longa distância estão a salvo, especificaram a United e a Delta.
A United informou que os cancelamentos estão concentrados "nos voos domésticos e regionais que não conectam" com seus grandes centros de operação aeroportuária.
O governo de Donald Trump anunciou na quarta-feira que haveria uma redução nos voos a partir desta sexta-feira para aliviar "a pressão" e evitar acidentes.
Todos os dias, mais de três milhões de passageiros embarcam em aviões nos Estados Unidos, que registra mais de 44.000 voos diários, segundo o regulador aéreo (FAA).
- Atrasos nos controles de segurança -
Os cancelamentos de voos somam-se aos atrasos e longas filas nos controles de segurança, geridos por agentes que também estão há mais de um mês sem receber pagamento.
Essas medidas são implementadas justamente quando o país entra em sua alta temporada de viagens, com o Dia dos Veteranos e o Dia de Ação de Graças se aproximando.
"Com a chegada do Dia de Ação de Graças, se continuarmos nesta situação, será difícil. Atuaremos no que diz respeito à segurança. Mas o seu voo partirá a tempo? Ele ainda partirá? Ainda temos que ver, mas haverá mais perturbações", advertiu o secretário de Transporte, Sean Duffy, em declarações à Fox News na quinta-feira.
O secretário assegurou, no entanto, que ainda é seguro viajar de avião.
"É seguro voar hoje, amanhã e depois de amanhã devido às ações proativas que estamos tomando", disse Duffy nas redes sociais na noite de quinta-feira.
As principais companhias americanas informaram que seus clientes podem modificar sua viagem ou solicitar reembolso sem penalização.
O bloqueio orçamentário recorde já perturbou gravemente durante toda a semana o controle aéreo.
A título de exemplo, "metade dos nossos trinta principais aeroportos sofre escassez de pessoal" e "quase 80% dos controladores aéreos estão ausentes nos aeroportos de Nova York", comunicou a FAA em 31 de outubro.
Cerca de 14.000 operadores aéreos vigiam o céu americano e, neste momento, recebem folhas de pagamento com zero dólares.
"Após 31 dias sem receber salário, os controladores aéreos estão submetidos a um estresse e cansaço enormes", destacou.
I.Saadi--SF-PST