-
Swiatek vence Svitolina e vai à final do WTA 1000 de Toronto, sua primeira do ano
-
Ben Shelton vence Tien e vai enfrentar Nakashima na final do Masters 1000 de Montreal
-
Flamengo e Cruzeiro empatam no Mineirão (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
EUA e Colômbia vão realizar ações militares conjuntas em luta antidrogas
-
Governo e oposição buscarão recuperar fundos da Venezuela no Banco da Inglaterra
-
Inter de Messi é eliminado da Leagues Cup pelo León, que avança para as quartas de final
-
Nakashima vence Jódar e vai disputar final do Masters 1000 de Montreal
-
Palmeiras cede empate no fim contra o Cerro Porteño (1-1) na ida das oitavas da Libertadores
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após terremoto
-
Começa julgamento contra a Meta por suposta dependência de menores
-
Sabalenka chega a Cincinnati sem pressão após temporada irregular
-
Venezuela reduz jornada do setor público para "acalmar" crise elétrica
-
Colômbia nega ter recusado ajuda pós-terremoto por motivos ideológicos
-
EUA anuncia ações militares conjuntas com Colômbia na luta antidrogas
-
Real Madrid vence La Coruña com gol de Brahim Díaz (1-0) e conquista Teresa Herrera
-
Libertadores coloca à prova Corinthians sem Depay contra Rosario Central de Di María
-
Líbano aprova lei de anistia geral para presos e foragidos
-
Bruno Guimarães estreia pelo Arsenal em amistoso contra o Como
-
PSG vence Aston Villa (2-1) e é campeão da Supercopa da Uefa
-
Sem Sinner e Alcaraz, Djokovic assume protagonismo no Masters 1000 de Cincinnati
-
Eclipse solar presenteia milhões de europeus com noite fugaz em pleno entardecer
-
Eclipse deixa parte da Espanha na escuridão
-
Filho de Rob Reiner nega acusações de homicídio apresentadas por júri nos EUA
-
Cadillac, última colocada no Mundial de F1, muda de chefe de equipe
-
Xavi Hernández é o novo técnico da seleção holandesa
-
OMS espera reverter em 3 meses tendência da epidemia de ebola na RDCongo
-
O coquetel letal que causou tantos desabamentos no duplo terremoto na Venezuela
-
Resgates na Colômbia entram em 'fase final' após forte terremoto
-
Eclipse solar escurece Ártico russo e Islândia e segue para a Espanha
-
Protestam na Venezuela contra sigilo nas negociações entre governo interino e oposição
-
Dezenas de países condenam execuções de manifestantes no Irã
-
Brasil ordena suspensão de "lives" no Discord após suicídio de adolescente
-
Erupção do Etna atrai multidão de turistas na Itália
-
Eclipse solar escurece os confins da Rússia e segue em direção à Espanha
-
Goleiro argentino Gerónimo Rulli assina com o Manchester City
-
"Nós a tínhamos procurado tanto", diz mãe de jovem resgatada após terremoto na Colômbia
-
Lukaku deixa o Napoli e assina com o Fenerbahçe
-
Ministro da Defesa diz que tropas israelenses permanecerão no Líbano, Síria e Gaza
-
Começa julgamento contra Meta por suposta dependência de menores
-
Los Angeles Lakers será vendido por US$ 12,5 bilhões, segundo ESPN
-
Trump é processado por vender acesso preferencial a publicações da Truth Social
-
Óculos para observar eclipse apresentam 'irregularidades' na França
-
Brasil ordena suspensão de 'lives' na plataforma Discord após suicídio de adolescente
-
UE adota novas regras contra 'químicos eternos' e embalagens plásticas
-
Lateral argentino Nahuel Molina troca Atlético de Madrid pela Roma
-
Chelsea anuncia contratação do lateral espanhol Pep Chavarría
-
Acidente com balsa em lago no Zimbábue deixa 44 mortos
-
Noite em pleno entardecer: Espanha aguarda eclipse total do Sol
-
Messi diz ter 'muitas dúvidas' sobre continuar jogando por 'muito mais tempo'
-
Cuba celebra centenário de Fidel diante de uma das maiores crises da revolução
Charles III elogia 'espírito de unidade' no 20º aniversário dos atentados de Londres
O rei Charles III elogiou o "espírito de unidade" do povo britânico após os atentados de Londres de 7 de julho de 2005, que deixaram 52 mortos, e que completam 20 anos nesta segunda-feira (7).
A homenagem nacional às vítimas começou às 8h50, horário local (4h50 no horário de Brasília), com duas coroas de flores depositadas no memorial de 7 de julho, no Hyde Park, em Londres, carregadas, respectivamente, pelo primeiro-ministro, Keir Starmer, e pelo prefeito de Londres, Sadiq Khan.
Na manhã de 7 de julho de 2005, nos primeiros ataques suicidas cometidos no Reino Unido, quatro islamistas britânicos inspirados pela Al-Qaeda detonaram explosivos presos aos seus corpos em três vagões de metrô e um ônibus durante o horário de pico no centro de Londres, matando 52 pessoas e ferindo centenas.
Uma cerimônia de homenagem às vítimas está programada para a Catedral de São Paulo. Entre os presentes estarão o primeiro-ministro e os duques de Edimburgo, príncipe Edward e sua esposa Sophie, representando o rei Charles III.
- "Profunda tristeza" -
"Lembramos com profunda tristeza das 52 pessoas inocentes mortas nesses atos de maldade sem sentido e a dor contínua de seus entes queridos", disse o soberano britânico em um comunicado no domingo.
Ele também destacou "o espírito de unidade que ajudou Londres e a nação a se recuperar" e enfatizou a importância de "construir uma sociedade na qual pessoas de todas as crenças e origens possam conviver".
"Aqueles que tentaram nos dividir falharam", disse Keir Starmer em uma mensagem divulgada nesta segunda-feira. "Estávamos unidos naquela época e permanecemos unidos hoje, contra o ódio e pelos valores que nos definem: liberdade, democracia e Estado de direito", acrescentou.
- Depoimento de sobrevivente -
Vinte anos após os eventos, Daniel Biddle ainda está marcado por eles, como ele mesmo disse à BBC. Ele tinha 26 anos quando perdeu as duas pernas e o olho esquerdo em uma das explosões.
Além da "dor" que o atormenta até hoje, ele não consegue apagar da memória o momento em que viu um dos homens-bomba detonando seu artefato explosivo em um trem. "Aquele rosto está gravado na minha mente", confessou.
"Sinto como se estivesse vivendo a prisão perpétua dos homens que deveriam estar cumprindo pena", acrescentou.
Desde 2005, vários ataques abalaram o país, mas nenhum de tamanha magnitude.
Entre os mais significativos estão o atentado suicida na Manchester Arena, em maio de 2017, que deixou 22 mortos, e o ataque com uma van na London Bridge, em junho do mesmo ano, que deixou oito mortos.
"Estamos muito mais protegidos contra o terrorismo porque os serviços de segurança implementaram um sistema muito eficaz", disse Tony Blair, que era primeiro-ministro na época dos ataques de 2005, à BBC nesta segunda-feira.
Vários eventos foram organizados em Londres para marcar o aniversário do que os britânicos chamam de "7/7" e que faz parte de uma série de ataques de grande escala na década de 2000, como os de 11 de setembro de 2001, em Nova York, e 11 de março de 2004, em Madri.
X.Habash--SF-PST