-
Brasil elege próximo Congresso, que pode definir destino de Jair Bolsonaro
-
Brasil goleia Índia (4-0) no último de seus três amistosos
-
Reservas estratégicas de petróleo, um colchão para atenuar as crises
-
"Bora, Lula": Caetano, Gil e Chico Buarque lançam jingle pela reeleição de Lula
-
Lula e Flávio Bolsonaro encerram campanhas na véspera de uma eleição acirrada
-
Chamas e fumaça registradas em instalação da Aramco ao sul da capital saudita
-
Letônia vota em legislativas com um olho na Rússia e outro no custo de vida
-
Zverev vence e vai enfrentar Djokovic nas quartas de final do ATP 500 de Pequim
-
Rússia insta diplomatas e estrangeiros a deixar Kiev e anuncia ataques maciços
-
Cerca de 325 milhões de barris de reservas estratégicas foram liberados desde março, diz AIE
-
Coreia do Norte diz ter testado míssil de médio alcance equipado com IA
-
China abre investigação antidumping sobre importação de produto químico da UE
-
Congresso da Bolívia substitui procurador-geral detido por interino
-
Milhares protestam na Espanha pelo direito à moradia
-
Copiloto de voo da Flydubai rumo a Israel planejava "ato terrorista", segundo Emirados
-
Mais para o exército, menos para a educação: destaques do orçamento russo para 2027
-
Copiloto de voo da Flydubai planejava "ato terrorista", diz procurador emiradense
-
Sinner também ficará de fora do Masters 1000 de Xangai
-
Verstappen (Red Bull) conquista pole do GP do Bahrein na Malásia, Bortoleto é 10º
-
Alcaraz vence Arnaldi e avança às quartas de final do ATP 500 de Tóquio
-
OEA concorda em criar grupo de negociação com a Nicarágua
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter preços
-
Itália de Mancini segura França de Zidane com empate na Liga das Nações
-
Com gols de De Bruyne e Lukaku, Bélgica vence Turquia na Liga das Nações
-
Piloto da Flydubai: 'Não podia deixar todas aquelas pessoas morrerem'
-
'Importante em qualquer momento do jogo', diz técnico da Espanha sobre Yamal
-
Caos sobre debate presidencial gera críticas por censura
-
Amazon promete investimento bilionário em comunidades com centros de dados de IA
-
Governadora de Nova York propõe reforma de lei após suposto estupro coletivo em universidade
-
Protestos estudantis se espalham pela França em meio a confrontos com a polícia
-
Djokovic sofre, mas avança no ATP 500 de Pequim e espera Zverev nas quartas de final
-
OEA criará grupo de negociação com Nicarágua
-
Ancelotti dá novo voto de confiança a Vini na Seleção, apesar de má fase no Real Madrid
-
Milei diz que 'está escrevendo uma página da história' argentina ao receber prêmio em Paris
-
G7 concorda em liberar até 100 milhões de barris de diesel e petróleo para conter os preços
-
A odisseia de Lula em imagens
-
Com problema no tornozelo, Ferran Torres é cortado da seleção espanhola
-
Tuchel admite que caso City é assunto do momento na seleção inglesa
-
Congresso espanhol rejeita decretos sobre moradia e aumenta pressão sobre Sánchez
-
Messi desembarca na Argentina para despedida da seleção
-
EUA acusa empresário de contrabandear tecnologia de IA para China
-
Ferrari e Red Bull ditam ritmo nos primeiros treinos livres do GP do Bahrein de F1
-
Dario Amodei, empresário da IA que permanece um enigma
-
Desemprego aumenta e menos empregos são criados nos EUA em setembro
-
Futebol inglês teme 'graves consequências' diante de caso do City, que se defende
-
Lula e Flávio Bolsonaro jogam vale-tudo em eleições incertas
-
Ancelotti diz que Brasil respeita a Índia
-
Fechamento de ponte por ataques russos gera enormes congestionamentos em Kiev
-
Inflação na zona do euro atinge 3,8% em setembro, maior índice em três anos
-
Centenas de escolas fechadas na França por protestos estudantis
Justiça argentina reabre casos contra ex-presidente Cristina Kirchner
Um alto tribunal da Argentina reabriu nesta segunda-feira (18) dois casos dos quais a ex-presidente e atual vice, Cristina Kirchner, foi absolvida em 2021, informaram meios de comunicação locais.
Trata-se de uma ação por lavagem de dinheiro e outra por acobertamento dos responsáveis iranianos pelo atentado contra uma associação judaica que deixou 85 mortos em 1994.
A Câmara Federal de Cassação Penal ordenou a realização de julgamentos contra a ex-presidente (2017-2015) por esses dois casos, mas ainda cabe recurso a essa decisão na Corte Suprema de Justiça, segundo a agência governamental de notícias Telam.
O tribunal revogou a decisão proferida em 2021 em favor de Cristina Kirchner e de seus dois filhos, Florencia e Máximo, no caso conhecido como "Hotesur-Los Sauces", pelo nome de duas empresas da família que, segundo o Ministério Público, foram usadas para lavar milhões de dólares supostamente provenientes de recursos públicos.
A decisão de hoje, no entanto, exclui a filha da ex-presidente, segundo a Telam.
A corte também anulou outra decisão de outubro 2021 a favor de Kirchner, pelo suposto acobertamento dos responsáveis do atentado contra a associação israelita AMIA em Buenos Aires, em 1994.
O tribunal considerou que não havia crime por parte da então chefe de Estado no caso, por ter impulsionado a aprovação no Congresso de um memorando com o Irã para poder interrogar fora da Argentina os acusados pelo ataque a bomba que deixou 85 mortos e 300 feridos.
"Para além de considerá-lo um acerto ou um equívoco político, não constituiu crime nem ato de acobertamento", assinalou então o tribunal.
A decisão de hoje da Câmara Federal não estava disponível nos sites oficiais.
Aos 70 anos, Cristina Kirchner foi acusada de diversos casos de corrupção nos últimos anos e denunciou o que considera uma campanha de perseguição política e judicial.
Após ser inocentada em vários casos, Cristina recebeu uma condenação em dezembro de seis anos de prisão, mas está protegida por sua imunidade como vice-presidente. Também recebeu a inabilitação perpétua nesse julgamento, por fraude e corrupção, em um caso que envolvia a licitação de contratos públicos em Santa Cruz, seu reduto político no extremo sul do país, durante seus mandatos presidenciais.
Após esta condenação, a ex-chefe de Estado anunciou que sairia de cena, prometendo não se candidatar "a nada, nem senadora, nem vice-presidente, nem presidente" nas próximas eleições, que acontecem em outubro.
Além disso, ainda cabe recurso contra essa sentença e não se espera que ela se torne efetiva por muitos anos.
X.Habash--SF-PST