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Flávio na frente, mundo tenso
A política brasileira assiste a uma reviravolta inesperada. Levantamentos de março de 2026 mostram o senador Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em uma simulação de segundo turno. Em pesquisa da consultoria AtlasIntel realizada entre 18 e 23 de março com 5 028 eleitores, o filho do ex‑presidente somou 47,6 % contra 46,6 % do atual mandatário, diferença dentro da margem de erro, mas suficiente para pôr fim a uma série em que Lula sempre liderou. O estudo revela que, em dezembro de 2025, o petista tinha doze pontos de vantagem; em janeiro essa folga caiu para pouco mais de quatro pontos e, em março, o bolsonarista pela primeira vez aparece à frente.
Outra pesquisa, do instituto Genial / Quaest, confirma o cenário apertado: Lula e Flávio aparecem empatados com 41 % em um eventual segundo turno, mas entre eleitores independentes o senador avançou seis pontos e venceria por 32 % a 27 %. A desaprovação ao governo chega a 51 %, a maior desde julho de 2025, e o “medo da permanência de Lula” supera pela primeira vez o receio do retorno da família Bolsonaro. Esses números alimentam um debate interno no bolsonarismo. Figuras da ala radical criticam o voto de Flávio em favor do projeto que equipara misoginia a racismo. A proposta passou no Senado por 67 votos contra nenhum e torna a prática do ódio contra mulheres crime inafiançável e imprescritível. Para parte da base conservadora, o apoio do presidenciável a uma pauta identificada com a esquerda não reflete o sentimento de seus eleitores. Aliados mais pragmáticos, porém, enxergam na postura moderada uma tentativa de ampliar o eleitorado.
As reações nas redes sociais retratam esse incômodo: comentários denunciam que a lei “da misoginia” seria excessivamente rígida e colocam Flávio e Lula no mesmo campo, apontando que ambos votaram a favor da medida. Outros internautas ironizam que, com tanto dinheiro envolvido em escândalos de corrupção antigos, qualquer um poderia “comprar” a eleição. A polarização permanece intensa, e o discurso moralista continua sendo um instrumento de mobilização.
Brasil como porto seguro
Enquanto a sucessão esquenta, autoridades tentam vender o país como refúgio de estabilidade em um mundo em guerra. Em reunião com secretários executivos dos ministérios, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, afirmou que o governo pretende mostrar ao planeta que o Brasil é “porto seguro, está pronto para receber investimentos internacionais, bancar a pauta da sustentabilidade, tem uma economia verde, cuida do seu povo e possui políticas públicas de inclusão social”. A ideia foi repetida pelo presidente Lula no Fórum Econômico Japão‑Brasil, em Tóquio. Diante de empresários japoneses, Lula destacou que a economia brasileira superou expectativas de crescimento e convidou investidores a enxergar o país como porto seguro. Ele citou a reforma tributária para simplificar processos, ampliar previsibilidade e atrair capital estrangeiro, lembrou a ampliação de crédito para trabalhadores e grandes empresas e ressaltou que o Produto Interno Bruto brasileiro cresce acima de 3 %. Em outra nota oficial, o Ministério da Economia afirmara já em 2022, durante a guerra na Ucrânia, que cabe ao Brasil mostrar‑se porto seguro para investimentos privados e manter a agenda de reformas para atrair capital em meio ao cenário adverso. Essas declarações ajudam a construir a narrativa de que o país pode ser uma ilha de estabilidade em meio à turbulência.
Essa imagem se apoia em fatos: o PIB brasileiro recuperou‑se com vigor após a pandemia, a inflação está mais comportada do que em muitas economias avançadas e o país dispõe de matriz energética diversificada. Com destaque para o agronegócio e a mineração, o Brasil continua a ser grande exportador de alimentos, fertilizantes, energia e matérias‑primas, bens essenciais em um mundo marcado por choques de oferta. No entanto, ainda existem desafios: a violência urbana, a insegurança jurídica e o custo logístico elevado continuam a preocupar investidores.
O mundo refém do Estreito de Ormuz
Enquanto Brasília procura transmitir segurança, a geopolítica externa lembra a fragilidade das cadeias globais. A guerra no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã resultou no fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, canal de 104 milhas que conecta o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e por onde passa cerca de 20 % do petróleo transportado por via marítima. O Irã anuncia que permite somente a passagem de navios “não hostis” e condiciona o acesso de países árabes e europeus à expulsão de diplomatas americanos e israelenses. Em resposta aos ataques, a Guarda Revolucionária iraniana ataca navios de países considerados inimigos, e os preços do petróleo dispararam para quase US$ 120 por barril.
Para a economia global, as consequências são graves. Especialistas destacam que a interrupção do tráfego no estreito retirou 20 % da oferta mundial de petróleo e gás natural liquefeito desde que os ataques começaram, provocando o maior choque energético desde o embargo árabe de 1973. Cerca de 400 milhões de barris já ficaram retidos, e o preço do barril superou US$ 110, com altas ainda maiores para petróleo do Oriente Médio. A crise também encarece fertilizantes – um terço do comércio mundial desses produtos passa por Ormuz – e ameaça a segurança alimentar, segundo economistas da ONU. Analistas observam que o fechamento parcial do estreito transforma‑se em arma geopolítica; o Irã usa a logística para pressionar adversários, e Washington e Tel Aviv mantêm o mundo como refém ao prolongar o conflito.
A Europa, altamente dependente de importações de energia e fertilizantes, sente a crise de forma aguda. Quando o Irã declarou o estreito fechado e atacou navios, o choque foi imediato: Brent caminhou para US$ 100 o barril, o preço do gás no continente saltou e até a escassez de fertilizantes ameaça elevar os preços dos alimentos. Mais de um terço da economia europeia depende de passagens marítimas estreitas como Ormuz, Suez ou Malaca, e qualquer interrupção nesses gargalos se espalha em ondas inflacionárias.
Reflexos para o Brasil
O cenário internacional oferece ao Brasil oportunidades e riscos. O encarecimento do petróleo beneficia a balança comercial de um país autossuficiente em energia e exportador de óleo cru, mas pressiona o preço dos combustíveis domésticos e eleva o custo dos fertilizantes importados. O agronegócio brasileiro, responsável por um quarto do PIB, depende de insumos estrangeiros e pode ver custos subirem no plantio. Por outro lado, a demanda por alimentos e energia tende a aumentar, consolidando o país como fornecedor estratégico. Isso explica por que autoridades insistem na imagem de “porto seguro”: ao atrair investimentos e garantir estabilidade jurídica e fiscal, o Brasil pode aproveitar a reorganização das cadeias globais. No entanto, a conjuntura política interna, marcada pela disputa polarizada entre Lula e Flávio e por debates sobre direitos das mulheres e liberdade de expressão, adiciona incertezas.
Conclusão e uma breve perspetiva sobre o futuro possível
O avanço de Flávio Bolsonaro nas pesquisas inaugura um novo capítulo na sucessão presidencial brasileira. Ao mesmo tempo, a retórica de que o país seria um porto seguro se choca com uma realidade de polarização interna e instabilidade externa. A guerra no Oriente Médio expõe a vulnerabilidade do comércio global e ressalta a importância de diversificar rotas e fornecedores. Nesse contexto, o Brasil precisa equilibrar a agenda política doméstica com a oportunidade de se posicionar como alternativa confiável em um mundo refém de gargalos estratégicos.
The Russian terrorist state will never own Ukraine!
ATTENTION, ATENCIÓN, УВАГА, ВНИМАНИЕ, 注意事项, DİKKAT, 주의, ATENÇÃO
BRAVO: This is how the Russian scum in Ukraine ends!
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Ukraine: War terror of the russian army!
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